Chuvas
mar20

Chuvas

Termina estado de atenção para alagamentos, informou a Secretaria de Comunicação da Prefeitura da cidade. Chuva da tarde de hoje deixou em atenção regiões de Santana, Sé, Jaçanã, Vila Maria, Mooca, Penha, Aricanduva, Vila Prudente e Marginal Tietê. Por conta das chuvas que atingiram a cidade na tarde desta quinta-feira (20), o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) decretou às 15h57 estado de atenção para alagamentos para as subprefeituras da Sé, Santana, Jaçanã, Vila Maria/Vila Guilherme, Mooca, Penha, Aricanduva/Vila Formosa, Vila Prudente e para a Marginal Tietê. As regiões permaneceram em atenção até às 16h30. Não foram registrados pontos de alagamentos transitáveis ou intransitáveis. Segundo a CET, às 16h50, a cidade possuía 41 semáforos desligados e 39 quedas de árvores. De acordo com os meteorologistas do CGE, durante o final da tarde e início da noite novas áreas de instabilidade podem voltar a atingir a cidade com pontos de maior intensidade e rajadas de vento. As chuvas formadas pela combinação do calor e da entrada da brisa marítima que atingiram algumas subprefeituras e regiões da capital paulista já perderam força. Imagens do radar meteorológico mostram precipitação fraca apenas no extremo Leste, no bairro de São Mateus. Já na Grande São Paulo, no município de Mauá a chuva é forte. Durante as chuvas, às 16h07 no aeroporto de Congonhas, zona Sul, houve registro de rajada de vento 50km/h. Estado de atenção para deslizamentos: A Defesa Civil decretou estado de atenção para deslizamentos nas subprefeituras de Penha, Ermelino Matarazzo, Aricanduva/Formosa, na Zona Leste; e M’Boi Mirim, na Zona Sul. A medida é preventiva e é tomada quando a região tem chuva acumulada em 72 horas e previsão de continuidade. Tendência para os próximos dias: A propagação do sistema frontal pelo litoral paulista muda o tempo nos próximos dias, provocando declínio das temperaturas e chuvas mais generalizadas. A sexta-feira (21) deve apresentar muita nebulosidade e chuvas, alternadas com períodos de melhoria ao longo do dia. Os termômetros devem variar entre mínimas de 20ºC e máximas de 28ºC. A continuidade das chuvas eleva o risco para formação de alagamentos e deslizamentos de terra na Capital paulista. No sábado (22) o tempo segue nublado e chuvoso ao longo do dia na Grande São Paulo. Os termômetros devem variar entre mínimas de 19ºC e máximas de 25ºC. Estas condições mantêm elevado o risco para alagamentos e deslizamentos de terra na Capital...

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mar20

Tamanduá-mirim nasce no Zoo de SP

Zoológico de São Paulo comemora nascimento de filhote de tamanduá-mirim O Zoológico de São Paulo terá em breve mais um bichinho em exposição. Um filhote da espécie tamanduá-mirim nasceu na madrugada do dia 27 de janeiro com 245 gramas e, desde então, está sob os cuidados da equipe de técnicos para garantir sua sobrevivência e desenvolvimento. Filho de animais resgatados pela instituição no interior do Estado, o recém-nascido recebe alimentação especial a cada três horas. A notícia foi veiculada nesta terça-feira (18) e o filhote passa...

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Para o Tião, a água é o bem mais precioso
mar20

Para o Tião, a água é o bem mais precioso

Já dizia um velho pescador: “Pode faltar dinheiro, comida, só não pode faltar água. Água é o bem mais precioso”. É, o velho Tião, sabia do que estava falando. Á agua que abastecia sua residência vinha do alto da serra através de canos finos de plástico. Não esses modernos de PVC, eram quilômetros de canos de plástico emendados. Ainda hoje são usados pelos caiçaras do litoral norte paulista, aonde a água da Sabesp nem sonha passar, mas também não falta. Enterrados e passando de um terreno ao outro, aparecem aqui e ali. Alguém que não tenha conhecimento de causa nem chega perto deles, com medo de mexer aonde não deve e provocar a faltar do líquido imprescindível. Fora o trabalho que dá para consertar. Com botas de borracha, calção vermelho, facão na mão, lá ia ele subindo pelas trilhas da mata até desaparecer, com sua camiseta branca suada e digamos, um pouco surrada, um furo maior aqui e outro menor ali. Era roupa de trabalho, já estava acostumada. A caminhada do Tião o levaria até o alto dos morros que devagar dão lugar à Serra do Mar. “Esta vindo pouca água, tenho de ir olhar. É bicho que passa, gente que mexe, folhagem que entope o cano, às vezes por causa da chuvarada”, explicava ele. Não muito feliz de ter que percorrer a mata depois da pescaria, que fazia na canoa cavada na casca de um certo tipo de árvore litorânea, assim como a dos índios. A borda da embarcação já estava afinada e apresentava cortes nas bordas de tanto passar as cordas das redes. Saía cedinho antes do dia clarear e chegava lá pelo meio dia. Ele nasceu pescando, esse entendia de água. Subir a trilha não é para qualquer um. Quando voltava do alto do morro, o Tião estava coberto de folhas, fustigado por espinhos e até os insetos ousavam picar sua pele grossa. Ele mostrava os calos da mão que mais parecia um casco. “Melhorou?”, perguntava para a esposa, que tinha os filhos com pouco mais de 10 anos, um menino e uma menina. Água não podia falta e o Tião respeitava isso como à sua família. Fora os campistas, cujas barracas ficavam espalhadas pelo seu terreno; no máximo sete, oito barracas; algumas bangalôs, outras menores. Eles dependiam da água que vinha da serra para tudo. Beber, tomar banho, preparar a comida, lavar as roupas, descarga dos banheiros. Na capital paulista e na maioria dos locais servidos pela Sabesp, ninguém precisa se preocupar com isso. Bem, que fique claro: Não precisa se preocupar em escalar a Serra do Mar para captar água, ela chega até a...

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