Júlio Delgado relatará processo contra André Vargas no Conselho de Ética
abr09

Júlio Delgado relatará processo contra André Vargas no Conselho de Ética

Iolando Lourenço – Repórter da Agência Brasil Edição: Nádia Franco O deputado Júlio Delgado (PSB-MG) foi escolhido e aceitou ser o relator do processo de cassação do mandato do primeiro-vice-presidente da Câmara, André Vargas (PT-PR), no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Casa. Vargas pediu licença do mandato por 60 dias para se defender das acusações de envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal na Operação Lava Jato. O parlamentar mineiro integra o Conselho de Ética há algumas legislaturas. No conselho foi relator do processo que levou à cassação do mandato do ex-ministro e ex-deputado José Dirceu, no final de 2005. Delgado informou que, na próxima semana, apresentará parecer preliminar pela admissibilidade da representação levada ao Conselho de Ética por três partidos: PSDB, DEM e PPS. Segundo ele, há provas suficientes para dar prosseguimento ao processo. Delgado disse que cumprirá o prazo de 90 dias que o conselho tem para apreciar o processo. “Três meses é um prazo bastante suficiente porque, no caso em questão, temos muita prova pública e notória. A cada dia surgem novos fatos na relação de André Vargas com o doleiro”. De acordo com o relator, o caso de Vargas é similar ao do ex-senador Demóstenes Torres, cassado pelo Senado pela relação com o bicheiro Carlinhos Cachoeira. O relator pretende apresentar até maio ao conselho o parecer final, para que seja votado pelo colegiado e pelo plenário da Câmara antes do início da Copa do Mundo, em junho. Delgado não descarta a apresentação de todos os instrumentos protelatórios para retardar a tramitação do processo, mas disse que fará de tudo para concluir seu trabalho antes dos 90 dias a que tem direito. Leia do início Conselho de Ética instaura processo de cassação contra André...

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Conselho de Ética instaura processo de cassação contra André Vargas
abr09

Conselho de Ética instaura processo de cassação contra André Vargas

Iolando Lourenço – Repórter da Agência Brasil Edição: Nádia Franco O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados instaurou, há pouco, processo de cassação do mandato de André Vargas (PT-PR), primeiro-vice-presidente da Casa, acusado de envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal na Operação Lava Jato. O presidente do conselho, Ricardo Izar (PSD-SP), abriu o processo contra o parlamentar atendendo a representação feita ao colegiado por três partidos: PSDB, DEM e PPS. No início dos trabalhos do conselho, o deputado Zé Gerardo (PT-PA) tentou inviabilizar a instauração do processo argumentando que não existem provas contra Vargas. Zé Gerardo apresentou questão de Ordem pedindo que a representação fosse encaminhada à Corregedoria da Câmara para que as investigações começassem lá. Se fossem comprovadas as denúncias, o documento retornaria ao Conselho de Ética para a abertura do processo. O petista paraense recebeu o apoio de outros colegas de partido, mas a maioria dos conselheiros foi contra a posição dos petistas, alegando que, por se tratar de representação de partidos políticos, cabe única e exclusivamente ao Conselho de Ética instaurar o processo e proceder às investigações. Ricardo Izar indeferiu a questão e Zé Gerardo recorreu da decisão ao presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN). Após o indeferimento da questão de ordem, Izar sorteou de três deputados para que um deles ocupe a relatoria preliminar do processo. Os sorteados foram Júlio Delgado (PSB-MG), que relatou o processo contra o ex-deputado José Dirceu no Conselho de Ética, e Renzo Braz (PP-MG) e Roberto Teixeira (PP-PE), ambos exercendo o primeiro mandato. Izar informou que vai conversar nesta tarde com os três sorteados para a relatoria preliminar e, até o inicio da noite, definirá quem será o relator do processo. Ele informou que, embora não haja prazo para apresentação do parecer preliminar, pedirá ao relator escolhido celeridade no relatório, para que seja votado pelo conselho rapidamente. Se o parecer preliminar for pelo prosseguimento das investigações e se for aprovado, o processo prosseguirá. Na nova fase, serão indicadas testemunhas de acusação e de defesa. A partir de amanhã (10), o conselho terá até 90 dias para concluir o processo contra Vargas e, se for o caso, votá-lo pelo sistema aberto e encaminhá-lo à apreciação do plenário da Câmara, também pelo sistema aberto de votação. Com a instauração do processo, mesmo que Vargas renuncie ao mandato, as investigações prosseguem e ele se torna inelegível por oito anos com base na Lei da Ficha Limpa. Leia mais Júlio Delgado relatará processo contra André Vargas no Conselho de...

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Parques do Tatuapé
abr09

Parques do Tatuapé

Depois de ler as reportagens sobre os parques do Tatuapé, você pode assistir aos três vídeos que foram feitos com câmera digital durante as visitas. Escolha a tag Parques do Tatuapé na nuvem de tags  ou acesse a aba Tatuapé/parques para ler todas as reportagens. Veja os...

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Preços agropecuários sobem 5,74% em março
abr09

Preços agropecuários sobem 5,74% em março

Essa é a estimativa da Secretaria de Agricultura e Abastecimento – Instituto de Economia Agrícola do Estado de São Paulo. Mas a alta dos preços nas feiras livres e supermercados parecem muito maiores e afetam também as hortaliças. Leia a notícia. O IqPR – Índice Quadrissemanal de Preços Recebidos pela Agropecuária Paulista registrou alta de 5,74% no mês de março, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. Tomate para mesa (95,53%), banana nanica (85,41%), batata (80,49%), feijão (42,54%), ovos (28,64%) e o café (27,94%) foram os produtos que apresentaram as maiores altas. No caso do tomate para mesa, a alta é conseqüência do aumento da temperatura no começo do verão, que propiciou à produção do tomate a campo e em estufa um ciclo de tempo muito curto, levando a escassez nos meses de fevereiro e março. A expectativa é que para o mês de abril, parte da produção volte à normalidade e com quedas nas cotações. O mesmo ocorreu para a batata e o feijão, que com o efeito do forte calor também tiveram suas produções afetadas, diminuindo-se assim suas ofertas e elevando seus preços, explicam os pesquisadores José Alberto Angelo, Danton Bini, Humberto Araújo e Luis Carlos de Almeida. O expressivo aumento no preço da banana nanica foi resultado da conjunção de dois fatores. O primeiro, relacionado ao aumento natural da demanda com início das aulas e o segundo foi o resultado de um longo período de estiagem e altas temperaturas nos meses de janeiro e fevereiro que comprometeu não só a safra em andamento, pela queima dos cachos formados, como também retardou a formação de novos cachos. Essa situação contribuiu para reduzir sensivelmente a oferta desse produto em momento de alta demanda. Na sequência, os ovos também se destacam pela ascensão bastante elástica no mês de março, após o elevado nível de descarte de aves realizado pelo setor em janeiro que diminuiu a oferta e aumentou o preço do produto recebido pelos granjeiros. Adiciona-se o período da quaresma com demanda aquecida e do aumento dos preços da soja e milho que eleva o custo de produção com a ração mais cara, repassando ao valor final dos ovos essa ascensão. A falta de chuva no período de desenvolvimento dos grãos dá indícios de uma menor produção de café para a safra 2013/14, com inicio da colheita no mês de abril/2014. Com a evolução da colheita, os números dessa perda da produção serão mais consistentes. Outros sete produtos apresentaram alta em março de 2014: milho (13,77%), carne de frango (8,48%), amendoim (7,34%), trigo (7,07%), carne bovina (6,25%), soja...

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Haddad é convidado para o Fórum Urbano Mundial
abr09

Haddad é convidado para o Fórum Urbano Mundial

Em mesa-redonda realizada nesta quarta no Fórum Urbano Mundial, em Medellin, na Colômbia, o prefeito Fernando Haddad expôs a realidade do financiamento do transporte público da capital. O prefeito Fernando Haddad debateu nesta quarta-feira (9) a cooperação entre as cidades latino-americanas em busca do financiamento do transporte público durante mesa-redonda no 7º Fórum Urbano Mundial, em Medellin, na Colômbia. O encontro, realizado no Hotel San Fernando Plaza, reuniu mais de 50 prefeitos e dirigentes municipais da América Latina. Na abertura do debate, Haddad expôs a realidade do financiamento do transporte público em São Paulo e afirmou que todas as metrópoles latino-americanas vivem situação semelhante. “Com o desenvolvimento econômico de nossos países nos últimos dez anos, as frotas de veículos de transporte individual praticamente dobraram de tamanho. As vias são as mesmas, os viários são os mesmos e o número de veículos é muito maior”, disse. O prefeito afirmou ainda que a pressão sobre os custos e a qualidade dos transportes coletivos se contrapõem ao volume de subsídios, que a cada dia torna-se mais alto para as cidades. “As manifestações de junho passado em São Paulo tinham como programa máximo a tarifa zero. E como programa mínimo o congelamento indefinido da tarifa”. Haddad falou também como primeiro vice-presidente da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e sustentou que os recursos de uma majoração no imposto sobre a gasolina poderiam compor um fundo para o subsídio do transporte coletivo. “O transporte individual é uma espécie de privatização do espaço público e deveria pagar por isso”, afirmou o prefeito. Com a citação de um estudo da Fundação Getúlio Vargas, o prefeito reiterou que há elementos econômicos e ambientais associados ao modelo de subsídio cruzado. “O impacto seria deflacionário, porque o custo da gasolina pesa menos no índice inflacionário do que o de transporte. Há um impacto distributivo, uma vez que quem usa ônibus tem menos renda; há um impacto do ponto de vista ambiental, uma vez que o transporte individual é mais poluente do que o coletivo; promoção da produção de combustíveis menos poluentes como o etanol, que seria favorecido pelo aumento do preço da gasolina e, finalmente, uma maior mobilidade urbana, com a inibição do uso do carro e o desestímulo ao automóvel haveria uma maior fluência dos veículos coletivos”. O encontro terminou com a convergência dos dirigentes municipais para a necessidade de se encontrar uma nova forma de financiamento do transporte público e a convicção de que os subsídio cruzado com o consumo da gasolina, se não for o modelo ideal, é o que mais se aproxima da realidade das cidades latino-americanas. O secretário municipal de Relações Internacionais Leonardo Barchini convidou...

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Notícias
abr09

Notícias

Ministério Público de São Paulo Marcio Fernando Elias Rosa, foi nomeado nesta segunda-feira, 7, para o cargo de procurador-geral de Justiça do Estado de São Paulo. Atual titular da Procuradoria Geral, Elias Rosa assume o cargo para mais um mandato de dois anos. Com vasta experiência administrativa, antes de assumir como procurador-geral de Justiça em 2012, foi diretor-geral e subprocurador-geral de Gestão do Ministério Público paulista. Já atuou no Núcleo Operacional de Parcelamento do Solo Urbano e no Centro de Apoio das Promotorias de Justiça Criminais. Foi também um dos primeiros integrantes da então Promotoria de Justiça da Cidadania, tendo, neste cargo, participado das ações do Ministério Público no combate à corrupção e à improbidade. Secretaria de Gestão Pública O governador Geraldo Alckmin nomeou nesta terça-feira, 8, o novo secretário de Gestão Pública. Waldemir Aparício Caputo substitui Davi Zaia, que estava à frente da Pasta desde 2012. “O doutor Caputo, funcionário concursado do antigo Banespa, tem vasta experiência na área de administração”, disse Alckmin. Formado em Direito pela Faculdade de São Bernardo do Campo, com atuação no ramo de seguros e previdência, Waldemir Aparício Caputo acumula vivência de mais de 20 anos em administração de recursos financeiros. Em sua trajetória, destaca-se o período em que ocupou o cargo de diretor-presidente do Banespa Seguros, antes de seguir para a iniciativa privada. Arena Corinthians A Promotoria de Justiça de habitação e Urbanismo da Capital, divulgou nota sobre as providências do Ministério Público de São Paulo em relação à Arena Corinthians. Reunidos nesta segunda-feira (07/04), os Promotores de Justiça de Habitação e Urbanismo da Capital Marcus Vinícius Monteiro dos Santos e José Carlos de Freitas, juntamente com representantes do Corinthians, da Construtora Odebrecht e do Corpo de Bombeiros, ficou consignado que o projeto apresentado na última sexta-feira (04/04) será analisado para posterior aprovação nos próximos dias e, em seguida, será realizada vistoria acompanhada por assistente técnico do Ministério Público. A Promotoria não vislumbra, por ora, a adoção imediata de medidas judiciais em razão das iniciativas tomadas pelos responsáveis pela Arena. Entretanto, na próxima semana requisitará informações atualizadas sobre a aprovação final do projeto e quanto à execução das obras faltantes. Foi anunciado pelo Corinthians que o clube pretende realizar alguns eventos-teste antes da entrega da Arena à FIFA. Esses eventos terão acompanhamento do Ministério...

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