Thiago Silva: “de corpo e alma”
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IPT: Bola da vez
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“Copa é um sucesso”, disse Blatter
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“Copa é um sucesso”, disse Blatter

Quinta-feira, 3 de julho de 2014 às 18h16 – Atualizado às 19h46 Gerson Soares Durante participação na abertura do Seminário de Gestão Esportiva da Fundação Getúlio Vargas, nesta quarta-feira (2) no Rio de Janeiro, o presidente da FIFA elogiou a estrutura, o clima festivo e a parceria com as várias instâncias de governo, ao lado do ministro do Esporte Aldo Rebelo. Joseph Blatter, afirmou ser indiscutível o sucesso da Copa do Mundo de 2014 no Brasil. O dirigente elogiou a estrutura oferecida pelo país para receber o torneio, o clima festivo nas cidades-sede e as parcerias com os governos federal, estaduais e municipais. “Quando você trabalha com parceiros como os governos, onde a base é a confiança, é mais fácil. Ainda temos oito jogos pela frente, então, vamos torcer para que sejam no mesmo padrão e atmosfera de até agora. Tudo está ótimo, estádios estão magníficos. Posso dizer, indiscutivelmente, que é um sucesso. Onde estão todos os problemas que falaram antes? Só tenho a agradecer todo o povo brasileiro que aceitou a Copa”, disse Blatter.     O presidente da Fifa não desconhece totalmente os problemas do país. Quando diz que o clima da Copa do Mundo é festivo, ordeiro, os estádios estão ótimos, sabe bem do que fala. Afinal, o povo brasileiro é conhecido na Europa pela sua passividade em aceitar governantes tão desgastados e políticas que interessam às minorias e grupos organizados. O que continua sendo afirmado pelas vozes que têm coragem para falar é que a gastança para que a Fifa e seus representantes se sintam tão bem e faturem bilhões está sendo garantida a troco dos altíssimos impostos cobrados no país dos quais a entidade vergonhosamente aceitou a isenção. No entanto, o povo continua passando dificuldades com a saúde, educação, segurança e tantos outros problemas como a corrupção e a burocracia que a sustenta e com a falta de bom senso nas decisões governamentais – como sediar a Copa. Aqui os impostos são de primeiro mundo e os serviços prestados com sua arrecadação, subsaarianos. Para se ter uma ideia de como a aparência de um Brasil rico e a certeza de que tudo está bem é garantida, o impostômetro da Associação Comercial de São Paulo, marcava às 19h05 de hoje, a quantia de 817.401 bilhões arrecadados pelo governo brasileiro desde janeiro. Segundo o Portal da Copa, a importância do torneio foi exemplificada pelo ministro do Esporte, Aldo Rebelo, ao lembrar que a partida entre Estados Unidos e Bélgica, disputada ontem pelas oitavas de final da Copa, mudou a agenda da Casa Branca. “O Brasil tem a fortuna de acolher e celebrar o mais importante evento...

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Governo de SP estará à frente da tecnologia
jul03

Governo de SP estará à frente da tecnologia

Quinta-feira, 3 de julho de 2014 às 7h47 Governador anuncia gestão do Parque Tecnológico do Estado de São Paulo. Parque Tecnológico na capital será o primeiro a ser administrado integralmente pelo Estado. SDECTI – O governador Geraldo Alckmin assinou ontem (2), a autorização para que o Parque Tecnológico do Estado de São Paulo seja administrado diretamente pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação (SDECTI), por meio de sua Subsecretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação. Na cerimônia, realizada no núcleo do parque, situado na região do Jaguaré, na capital, também foi assinado um protocolo de intenções com o Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (Cietec), que prevê a instalação de uma aceleradora de empresas. “Aqui nasce o Parque Tecnológico Jaguaré, com 88 mil m². Estamos entregando hoje a primeira etapa. Com certeza muitas empresas terão interesse em vir para o Parque Tecnológico Jaguaré, porque aqui é o ambiente de inovação e pesquisa”, ressaltou Alckmin.     De acordo com o secretário da SDECTI, Nelson Baeta Neves Filho, o documento firmado vai orientar a criação de um Conselho Estratégico para gestão do parque, que deverá ser formado pela SDECTI, Universidade de São Paulo (USP) e Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). “Em seu primeiro mandato, o Conselho será presidido pela USP, o que contribuirá para a interação da comunidade acadêmica, institutos de pesquisas e iniciativa privada”, explicou. Sobre o Parque Tecnológico do Estado de São Paulo Localizado na zona oeste da capital, o Parque Tecnológico do Estado de São Paulo está instalado no entorno da Avenida Engenheiro Billings, junto ao maior polo de Ciência, Tecnologia e Inovação da América Latina (USP, IPT, Ipen e Butantan). O complexo é voltado aos setores de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), Saúde, Nanotecnologia, Novos Fármacos e Centro de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) em acessibilidade, usabilidade e comunicabilidade para pessoas com deficiências e outros. O empreendimento terá área total superior a 200 mil m², contando com terrenos do Governo do Estado (46 mil m²), da USP (40 mil m²) e do IPT (200 mil m²).     De acordo com as informações da SDECTI, na área correspondente ao Governo, já está implantado e equipado o prédio do núcleo, com 6 mil m², que recebeu mais de R$ 18 milhões em recursos para obras e equipamentos. A edificação está preparada para abrigar empresas, centros de inovação, laboratórios de pesquisa, escritórios de financiadoras de projetos, serviços de administração, apoio, disponibilizando ainda espaços para eventos, com auditórios e locais para exposições. Outros R$ 5,4 milhões são investidos no entorno do parque, que compreende jardinagem, paisagismo e estacionamento. As adequações estão em fase de...

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Busca de novas metodologias direciona conservação biológica
jul03

Busca de novas metodologias direciona conservação biológica

Quinta-feira, 3 de julho de 2014 às 6h03 Por Elton Alisson Agência FAPESP – A necessidade de ampliação da base conceitual e de inovações metodológicas e tecnológicas, além do aprimoramento da gestão, tem limitado a identificação e a solução de problemas relacionados à conservação biológica no planeta. A avaliação é feita no livro Applied Ecology and Human Dimensions in Biological Conservation, recém-lançado pela editora Springer. A publicação é resultado de dois workshops internacionais realizados pelo Programa FAPESP de Pesquisas em Caracterização, Conservação, Restauração e Uso Sustentável da Biodiversidade (BIOTA-FAPESP), respectivamente, em 2009 e 2010, e dos avanços propiciados por esses eventos. No workshop de 2009, o tema tratado foi ecologia aplicada e dimensões humanas na conservação biológica. Em 2010, foram abordados programas de estudos de longa duração em biodiversidade relacionados principalmente a monitoramento de padrões de diversidade biológica. “Uma das novidades desses dois workshops foi abordar a conservação biológica do ponto de vista dos fatores que a limitam, como a necessidade de ampliação de sua base conceitual”, disse Luciano Martins Verdade, professor do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da Universidade de São Paulo (USP) e um dos editores do livro, à Agência FAPESP. “Muitas vezes não se sabe como identificar e solucionar os problemas porque faltam conceitos sobre o tema”, afirmou Verdade, que coordenou os dois workshops e é membro da coordenação do Programa BIOTA-FAPESP.     Segundo Verdade, um conceito que precisa ser aprimorado é o da própria diversidade biológica. Ao tratar as espécies como unidades da diversidade biológica – pressupondo que, quanto mais espécies, maior a diversidade biológica de um determinado grupo –, corre-se o risco de subestimar o valor de linhagens mais antigas em termos evolutivos, mas que foram mais conservativas e tiveram menor especiação do que grupos mais recentes. “Mesmo tendo originado menos espécies, o patrimônio gênico dessas linhagens mais antigas pode ter um valor maior do ponto de vista evolutivo do que o de grupos mais recentes”, avaliou. Outro conceito que tem sido revisto, segundo o pesquisador, é o do papel histórico da ação humana na montagem dos padrões de diversidade biológica observados atualmente. Há uma tendência de achar que biomas, como a Floresta Amazônica e até mesmo a Mata Atlântica, tenham áreas intocadas (prístinas) que reflitam padrões de diversidade biológica não influenciados pelo homem. Ao estudar a história desses biomas, contudo, é possível observar que neles há registros da presença humana de forma significativa nos últimos milênios. Mesmo antes da chegada dos europeus, no século XVI, já havia um uso da terra expressivo que pode ter se refletido nos atuais padrões de diversidade biológica de biomas como a Floresta Amazônica, apontou...

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