70 mil estrangeiros entraram pelo Sul do país
jul10

70 mil estrangeiros entraram pelo Sul do país

Quinta-feira, 10 de julho de 2014 às 19h42 Porto Alegre/RS – A Polícia Federal registrou, em seus pontos de controles migratórios no Rio Grande do Sul, o ingresso de 68,8 mil estrangeiros. Para esse levantamento foram considerados os sete pontos de fronteira terrestre no estado com a Argentina e o Uruguai, além do Aeroporto Internacional Salgado Filho. As informações são da Comunicação Social da Polícia Federal no Rio Grande do Sul. O controle migratório em Uruguaiana foi o que contabilizou a maior entrada de turistas, com 25,6 mil registros (37,16%), seguido pelo Aeroporto Internacional Salgado Filho, com 13,9 mil (20,22%), Chuí, com 8,6 mil (12,48%), e Santana do Livramento, com 8 mil (11,68%). Destaca-se o ingresso de 40,4 mil argentinos (58,65%), 15,6 mil uruguaios (22,72%) e 2,6 mil Chilenos (3,73%). O período que antecedeu a partida entre Argentina e Nigéria (de 20 a 24 de junho) registrou a entrada de 23,1 mil cidadãos argentinos, sendo que o pico de movimento ocorreu no dia 24, com 11,6 mil (destes, 6,4 mil ingressaram no país por Uruguaiana). O movimento de saída de estrangeiros do Brasil pelo território gaúcho em junho foi de 55,4 mil...

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Grupo da USP identifica RNA que regula morte celular
jul10

Grupo da USP identifica RNA que regula morte celular

Quinta-feira, 10 de julho de 2014 às 18h31 Por Karina Toledo Agência FAPESP – Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) identificaram um RNA denominado de INXS que, embora não contenha instruções para a produção de uma proteína, modula a ação de um gene importante no processo de apoptose, ou morte celular programada. De acordo com Sergio Verjovski-Almeida, professor do Instituto de Química da USP e coordenador da pesquisa apoiada pela FAPESP, a expressão de INXS geralmente está diminuída em células cancerígenas e métodos capazes de estimular a produção desse RNA não codificador poderiam ser usados no tratamento de tumores. Em experimentos com camundongos, os cientistas da USP conseguiram reduzir em cerca de 10 vezes o volume de um tumor maligno subcutâneo ao aplicar no local injeções de plasmídeos – moléculas circulares de DNA – contendo INXS. Os resultados foram divulgados na edição mais recente da revista Nucleic Acids Research. O grupo liderado por Verjovski-Almeida na USP tem se dedicado nos últimos cinco anos a investigar o papel regulador dos chamados genes intrônicos não codificadores de proteína – aqueles localizados na mesma região do genoma de um gene codificador, porém na fita oposta de DNA. O INXS, por exemplo, é um RNA expresso na fita oposta à de um gene codificador de proteína conhecido como BCL-X. “Estudamos diversos genes codificadores de proteína envolvidos em morte celular em busca de evidências de que algum deles fosse regulado por um RNA intrônico não codificador. Foi então que encontramos o BCL-X, um gene situado no cromossomo 20”, contou. O BCL-X, explicou o pesquisador, está presente nas células em duas formas alternativas: uma que inibe a apoptose (BCL-XL) e uma que induz o processo de morte celular (BCL-XS). As duas isoformas agem sobre a mitocôndria, mas de formas opostas. A isoforma BCL-XS é considerada supressora de tumor por ativar complexos proteicos conhecidos como caspases, essenciais na ativação de outros genes que causam a morte celular. “Em uma célula sadia, existe um balanço entre as duas isoformas de BCL-X. Normalmente, já existe uma quantidade menor da forma pró-apoptótica (BCL-XS). Mas, ao comparar células tumorais e não tumorais, observamos que nos tumores a forma pró-apoptótica está ainda mais reduzida, bem como o nível de INXS. Suspeitamos que uma coisa estava afetando a outra”, disse o pesquisador.     Para confirmar a hipótese, o grupo silenciou a expressão do INXS em uma linhagem de células normais e o resultado, como esperado, foi o aumento da isoforma BCL-XL (antiapoptótica). “A razão entre as duas – que era de 0,25 – passou para 0,15, ou seja, a forma pró-apoptótica que representava um quarto do total passou a representar...

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Safra do trigo traz boa notícia
jul10

Safra do trigo traz boa notícia

Quinta-feira, 10 de julho de 2014 às 17h55 Trigo: São Paulo pode ter a maior produção dos últimos 10 anos IEA – A produção brasileira de trigo, em 2014, de acordo com a previsão de safra do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), deverá atingir o volume recorde de 7,8 milhões de toneladas, representando um acréscimo de 36,5%, decorrente de uma previsão de expansão de área de 20,3% e de rendimento de 2,9 t/ha. Em São Paulo, o levantamento de abril do Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) e da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), órgãos da Secretaria de Agricultura e Abastecimento acusa expansão de 16% na área cultivada com o cereal e elevação correspondente da produção de 48%, situando-se, respectivamente, em 64,7 mil hectares e 206,3 mil toneladas.       “Daqui para frente, a preocupação dos agricultores é o risco de frustração de safra devido ao comportamento do clima e também de eventuais mudanças no mercado, como via de regra tem acontecido nos últimos anos”, alerta José Roberto da Silva, pesquisador do IEA. As previsões de organismos internacionais de estudos climáticos, como a Organização Meteorológica Mundial da Organização das Nações Unidas, preveem o desenvolvimento do fenômeno climático “El Nino” a partir de meados do ano, o que pode acarretar variações como, por exemplo, excesso de chuvas e/ou estiagens. “Na época de se decidir e planejar o plantio, os preços se apresentam alvissareiros; depois, pela ocasião da comercialização, entram em declínio, fato normal, considerando oferta e procura. Porém, no caso do trigo, o Brasil não é autossuficiente, cuja produção representa apenas 50% do consumo”, complementa Silva. A retomada dos trabalhos da Câmara Setorial de Trigo de São Paulo, no final de 2013, tem focado a agenda no sentido de direcionar que a escolha de sementes por parte dos agricultores coincida com aqueles cultivares que apresentem a qualidade exigida pelo mercado consumidor de farinha. Na ultima reunião da Câmara, foram discutidos esses temas. O segmento da moagem apresentou um rol de variedades de trigo que, segundo eles, têm qualidade e potencial de uso, mas é preciso que essa seleção seja feita em conjunto com os diversos segmentos, notadamente os da produção agrícola, os da empresas de melhoramento genético (entre outros) e os públicos de pesquisa e produção de sementes. Para tanto, “é necessário o estabelecimento de um programa robusto de produção de sementes, um reforço nos programas de melhoramento genético e um acompanhamento também conjunto do mercado, dos volumes de estoques, tanto oficiais como os da indústria, são informações importantes para subsidiar o planejamento da produção de trigo e obter melhor eficiência da cadeia, reforça Silva.    ...

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Tragédia Nacional?
jul10

Tragédia Nacional?

Quinta-feira, 10 de julho de 2014 às 17h01   EcoDebate – Olha só como o mundo ficou diferente agora, desde aquela meia hora em que o Brasil tomou os primeiros 5 gols da Alemanha, em que os comentaristas de TV passaram a falar em “vexame”, “humilhação” e até em “tragédia”. Não é só a seleção brasileira que tem de ser revista, mas a nossa cultura como um todo, nosso conceito de sociedade e de país. Quando o esporte é mais do que deveria, é porque nos faltam outros valores. A verdadeira “goleada” que estamos tomando dos países mais organizados é nos nossos níveis de educação e de cultura, por exemplo. Tragédia mesmo foram as mortes no viaduto que desabou em Belo Horizonte e dos operários que morreram durante as obras de última hora para a Copa. Vexame mesmo foi a torcida brasileira vaiar o hino dos outros países. Humilhante é saber que não se podia falar de assuntos sérios porque quem falasse do mundo real, ao invés do oba-oba da Copa, seria visto como um “agourento”, quase um traidor nacional. Seria oportunismo político da oposição jogar na conta do governo todos os males do país, tanto quando o governo querer “faturar” votos com a Copa. A verdade é que temos uma (falta de) cultura política de cinco séculos, onde tudo fica para a última hora, tudo é improvisado. Não li nenhuma notícia sobre as mortes em obras durante as Copas em outros países, ao contrário do farto material sobre jogos em Copas anteriores. Numa cultura festiva, falar de assuntos sérios, apurar responsabilidades, seria ser “estraga-prazeres”. Também não ouvi falar da presença de prefeitos, governadores ou presidenta no enterro das vítimas, só se discutia a presença de autoridades nos estádios. Voltamos agora ao mundo real onde “o suor faz mágica” como dizia o anúncio mais lúcido que passou na TV durante a Copa. Os germânicos se prepararam para a Copa, chegaram a construir todo um complexo para os seus treinamentos aqui no Brasil, enquanto nós vivíamos de oba-oba e badalação de jogadores sem treinos, movidos a palestras motivacionais. Os choros eram de superação, eles venciam na vontade, acima de suas condições futebolísticas. Futebol devia ser só um esporte e congraçamento, falta senso de ridículo quando se diz que ser goleado é uma “tragédia”, falta noção de coisas mais importantes na vida. Tanto que os próprios alemães não comemoraram a goleada, ficaram sensibilizados com a decepção dos anfitriões, não estávamos em guerra com eles, mas sim praticando um esporte. Sim, o futebol é mágico porque nos transporta para um mundo próprio fascinante, mas terminado o jogo cada um volta para a...

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ACSP, CIEE e Barro Branco homenageiam 32
jul10

ACSP, CIEE e Barro Branco homenageiam 32

Quinta-feira, 10 de julho de 2014 às 16h33 Homenagem resgata os ideais do movimento constitucionalista por José Maria dos Santos Diário do Comércio (DC) – Um inédito e instigante capítulo acaba de ser acrescentado ao acervo de referências da Revolução Constitucionalista de 1932. O fato, que foi anunciado em linhas gerais na edição de anteontem do DC, ganhou relevo no seminário realizado na terça-feira (8) pelo Centro de Integração Empresa Escola (CIEE). Trata-se de um diário de guerra anotado pelo soldado paulista José Amaral Palmeira num singelo caderno escolar de 80 folhas doado pela sua família, que a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) transformaram no livro 1932 – Um relato inédito. Nele, o autor descreve os dias vividos na frente de combates na região de Mogi Mirim/Itapira, a cerca de 200 quilômetros da Capital. Porém, antes de detalhá-lo, é justo destacar as particularidades do seminário referido. O evento, dirigido por Ruy Altenfelder e Luiz Gonzaga Bertelli, respectivamente presidente do conselho de administração e presidente-executivo do CIEE, ocorre regularmente nesta época do ano e tem a finalidade de apresentar ensaios de estudiosos do assunto, alusivos àquela resistência armada democrática. O poeta Paulo Bomfim também estava presente no evento. Coube a Rogério Amato, presidente da ACSP, apresentar e lançar o diário de Palmeira. O livro traz um posfácio do historiador Paulo de Assunção, cujos comentários sobre aqueles dias incertos do País e principalmente de São Paulo deitam luzes sobre episódios pouco conhecidos da Revolução, como é o caso do Batalhão Esportivo, no qual José Amaral Palmeira se alistou. Fazia sentido, pois na sua condição de jornalista esportivo, cronista do extinto periódico liberal Correio de São Paulo no qual assinava suas matérias sob o pseudônimo de Joral, seu destino era combater em um grupamento formado exclusivamente por homens ligados aos esportes. A propósito, o célebre atacante Arthur Friedenreich (1892-1969), conhecido como El Tigre devido à sua ágil técnica em campo, que brilhou nos principais clubes do Brasil e na Seleção, estava ao seu lado nas trincheiras. Conforme lembrou Rogério Amato, a opção de Amaral deve ter sido sofrida. Ele tinha apenas 18 anos e a sua decisão extremada, no sentido de colocar a vida em jogo em favor de uma ideia, encontrou pesada resistência da família e da namorada. Naturalmente, os temores eram naturais. De certo modo acabaram se confirmando, pois o rapaz veio a morrer um ano depois vítima de problemas renais agravados pela aspereza do front e pelos meses de prisão na Ilha Grande, no litoral fluminense, depois que a revolução foi sufocada. A edição deste livro...

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Diretas Já
jul10

Diretas Já

Quinta-feira, 9 de julho de 2014 às 17h06   Anos após o exílio e retorno do então Cel. Euclides Figueiredo, que liderou tropas paulistas durante a Revolução de 1932 contra o governo de Getúlio Vargas, sendo o último dos comandantes a se render aos governistas, seu filho, general João Baptista Figueiredo, assumiu a presidência do país em 1979, coincidentemente também o último, só que dos presidentes do regime militar – período que teve início em 1964. Seu governo foi marcado por atentados, censura à imprensa, pelo movimento da Abertura e da Anistia a exilados políticos, além da transição promovida devido ao engajamento popular na campanha Diretas Já, entre 1983 e 1984, que exigia eleições no país.     São Paulo e Rio de Janeiro promoveram os maiores comícios das Diretas Já, mas felizmente o movimento desta vez se alastrou por todo o país. Há pouco mais de 30 anos, no dia 16 de abril de 1984, mais de 1.500.000 milhão de pessoas tomaram a Praça da Sé e as ruas do entorno e em seguida se dirigiram ao Vale do Anhangabaú, exigindo a volta das eleições diretas para presidente. As lideranças originaram a nova elite política brasileira e o processo de redemocratização culminou com a volta do poder civil em 1985, na aprovação de uma nova Constituição Federal, em 1988 e a realização das eleições diretas para Presidente da República em...

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7 x 1
jul10

7 x 1

Quinta-feira, 10 de julho de 2014 às 12h14   Gerson Soares Sete a um, foi o resultado do jogo de terça-feira (8), onde a Seleção Brasileira sofreu uma derrota histórica. Esse time, da camisa amarelinha, a equipe canarinho é a única força existente no país capaz de unir todas as mentes. Nada mais no Brasil mescla um só pensamento como a Seleção.     Talvez, você não vá gostar do que lerá daqui em diante, por isso não peço que continue lendo. Mas se seguir e não acreditar em coisas inexplicáveis, acredite se quiser que o vexame de terça-feira, dia 8 de julho, também ficará marcado na história e na consciência nacional como algo sem explicação plausível. Não existe ciência no futebol, mas a catástrofe ficou estampada nos rostos e no choro incontido das crianças. Há vários tipos de especulações. Pode-se aventar a Máfia das Apostas, que teria ameaçado os jogadores. Pode-se buscar culpados entre a Comissão Técnica e em toda a equipe. A Fifa seria culpada, talvez a presidente Dilma. Quem sabe o maldito som das buzinas de mão – que estão muito acima do permitido e suportável –, aos menos ofensivos sons das cornetas ou vuvuzelas – como são chamadas na África – ou dos fogos de artifício que atormentam a vida de quem precisa descansar, trabalhar, estudar. Muita gente torceu a favor, porém um outro contingente queria que a bagunça terminasse logo. Pessoas doentes não estão comemorando nada com as bombas a espocar ao lado de suas janelas, bebês não entendem a barulheira que atormenta seus ouvidos sensíveis, ainda em formação e choram. Dependendo da distância, as bombas podem causar danos permanentes às crianças. Fato pior acontece à audição dos animais domésticos. A mídia, que deixará de faturar alguns milhões devido ao fim antecipado da Copa do Mundo faz comentários desde as 19h do dia 8 sobre o fato e ainda não conseguiu encontrar um culpado ou responder como aconteceu o 7 x 1. A fim de preencher os horários, tenta explicar a situação aos telespectadores, envolvendo-os entre a euforia e o conformismo. “O futebol é assim mesmo”, diria um dos apresentadores das grandes redes. Não acredito nisso. Diria que algo muito maior aconteceu ontem. Vindo dos céus ou da terra mesmo, uma gigantesca mão invisível colocou os gols da Alemanha nas redes do Brasil. Reflito: isto não é possível. Muito mais provável os jogadores terem deixado o time alemão vencer para mostrar ao mundo que tipo de país foi construído desde a última derrota em 1950, quando diante de um Maracanã transbordante, o Brasil chorou. Esta derrota foi muito pior, não houve nada para lembrar,...

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Remédios manipulados poderão ser gratuitos
jul10

Remédios manipulados poderão ser gratuitos

Quinta-feira, 10 de julho de 2014 às 10h38 PL cria farmácia de manipulação gratuita para população de baixa renda. CMSP – O Projeto de Lei (PL) 240/2014, do vereador Toninho Vespoli (PSOL), autoriza a prefeitura a criar uma rede de farmácias de manipulação para atender a população com renda mensal de até três salários mínimos.     Na justificativa do projeto, Vespoli afirma que as farmácias de manipulação poderão produzir medicamentos que atualmente não são distribuídos pela rede pública de saúde. Ele também nota que a medida beneficiara especialmente aqueles que necessitam do uso de medicamentos de manipulação para apoio ao tratamento de doenças. O vereador ainda argumenta que “é notória a possibilidade de redução dos custos em relação aos remédios adquiridos em laboratórios, que nem sempre atendem plenamente as necessidades prescricionais médicas ou que buscam assediar a classe médica para que dispense medicamentos específicos de interesse do laboratório”. O projeto ainda precisa passar pelas comissões de mérito antes de ter condições de ser votado em...

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