Não interferir, interferindo. Dá para entender?
jul13

Não interferir, interferindo. Dá para entender?

Domingo, 13 de julho de 2014 às 11h03   Gerson Soares Depois das lambanças e gastanças, Dilma e Rebelo, agora querem interferir também no futebol, mas negam o que afirmam. Escandalizados pelos fatos, os brasileiros se retiram para seus pensamentos, no que diz respeito à Seleção Brasileira, Copa do Mundo, Fifa, lucros, prejuízos e vergonha. A pior delas, é o sórdido envolvimento da Fifa na venda ilegal de ingressos, com a prisão de pessoas ligadas a empresas vinculadas à entidade, que também está sendo negado, mas os fatos mostram o contrário. A Polícia Federal prende, os habeas corpus soltam, a imprensa denuncia e um dos cabeças da venda ilegal foge pela ala de funcionários do Copacabana Palace.       Não bastasse o que todos assistiram no campo e na TV, reprisado nos mais diversos meios de comunicação existentes, o ministro do Esporte Aldo Rebelo, acredita que o problema está na ingerência (ou falta dela) governamental no futebol. Ao seu lado, fazendo coro, a presidente Dilma Roussef. O primeiro diz que “o governo e o próprio Estado brasileiros devem recuperar a capacidade de fiscalizar o que há de interesse público e nacional na administração do esporte”. Traduza-se futebol. “O Brasil não quer criar a Futebras. Quer, sim, acabar com a Futebrax e deixar de ser um mero exportador de talentos”, apoiou Dilma, também em nome do interesse público, referindo à saída dos jogadores do país para equipes do exterior. De acordo com a presidente, “o futebol, que é atividade privada, precisa ter as melhores práticas da gestão privada, nas áreas comercial, financeira e futebolística”, disse ontem (12). Ora, se assim é, esse assunto não deveria nem estar sendo debatido pelo governo. Parece que os dividendos da Copa ainda não foram suficientes e o PT quer continuar a enfadonha saga futebolística que iniciou desde quando o país conseguiu a façanha de ser eleito sede do mundial.     É hora de dar um basta nessa questão. Os placares dos dois últimos jogos (Alemanha 7 x 1 Brasil e Holanda 3 x 0 Brasil) já entraram para a história e estarão também nas estórias, anedotas e piadas. Chega! O governo brasileiro já se intrometeu o bastante e conseguiu desmoralizar a única esperança que restava espalhada nos ídolos do passado e do presente e nas conquistas. Se existe algum culpado pela desastrosa campanha da Seleção Brasileira de Futebol é o Comitê Organizador da Copa e o próprio governo que se fosse realmente voltado ao interesse nacional, jamais traria a Copa do Mundo para cá, não da forma como o país se encontra, não com a injustiça social reinante, a corrupção ativa e...

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Agronegócios: SP importa mais e exporta menos
jul13

Agronegócios: SP importa mais e exporta menos

Domingo, 13 de julho de 2014 às 11h03   Mesmo assim, segundo o IEA, a balança comercial paulista fecha o semestre com superávit de US$ 5,87 bilhões em comparação com 2013. No primeiro semestre de 2014, as exportações do Estado de São Paulo somaram US$ 24,90 bilhões (22,5% do total nacional), e as importações, US$ 41,85 bilhões (37% do total nacional), registrando déficit de US$ 16,95 bilhões, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. O agronegócio paulista apresentou exportações decrescentes (-12,1%), atingindo US$ 8,90 bilhões. Como as importações aumentaram (+0,7%), somando US$ 3,03 bilhões, o saldo, de US$ 5,87 bilhões, foi 17,6% menor que o do primeiro semestre do ano de 2013. José Roberto Vicente, pesquisador do IEA, destaca que as importações paulistas nos demais setores, excluindo o agronegócio, produziram um déficit de US$ 22,82 bilhões no período. Assim, “conclui-se que o comércio exterior paulista seria mais deficitário não fosse o desempenho do agronegócio estadual”.   Segundo o pesquisador, os cinco principais grupos nas exportações do agronegócio paulista, no primeiro semestre de 2014, foram complexo sucroalcooleiro (US$ 3,09 bilhões), carnes (US$ 1,23 bilhão, em que a carne bovina respondeu por 79,7%), complexo soja (US$ 1,09 bilhão), produtos florestais (US$ 869,74 milhões) e sucos (US$ 833,45 milhões, dos quais 98,0% referentes a sucos de laranja). Esses cinco agregados representaram 79,9% das vendas externas setoriais paulistas. A balança comercial brasileira registrou déficit de US$ 2,49 bilhões no primeiro semestre de 2014, com exportações de US$ 110,53 bilhões e importações de US$ 113,02 bilhões. O decréscimo do déficit comercial (-19,2%) ocorreu em função de queda nas exportações (-3,4%) inferior à das importações (-3,8%). Os cinco principais grupos do agronegócio brasileiro nas exportações do primeiro semestre de 2014 foram: complexo soja (US$ 20,20 bilhões); carnes (US$ 8,15 bilhões); produtos florestais (US$ 4,87 bilhões); complexo sucroalcooleiro (US$ 4,50 bilhões); e, café (US$ 2,91 bilhões). Esses cinco agregados responderam por 82,7% das vendas externas do agronegócio nacional. Em relação ao agronegócio brasileiro, as exportações setoriais de São Paulo no primeiro semestre de 2014 representaram 18,1%, ou seja, menos 2,3% que em igual período de...

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Moça L’Orange
jul13
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