Líder da Seicho-No-Ie virá ao Brasil
jul21

Líder da Seicho-No-Ie virá ao Brasil

Segunda-feira, 21 de julho de 2014 às 21h48   Líder mundial da Seicho-No-Ie vem ao Brasil para propor uma nova civilização ecológica Depois de transferir a Sede de Tóquio para dentro de uma floresta, no interior do Japão, criando o primeiro edifício de Energia Zero daquele país, Masanobu Taniguchi enfatiza que é um dever religioso proteger a Natureza na prática.   Desde que assumiu como Supremo Presidente da Seicho-No-Ie, o também Mestre em Relações Internacionais pela Universidade de Columbia (Nova Iorque), Professor Masanobu Taniguchi, ampliou a dimensão do Movimento aos campos científico e ecológico. Ele e sua esposa, Professora Junko Taniguchi, estarão no Brasil para palestrar em eventos entre os dias 22 de julho e 5 de agosto, sendo o maior deles no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, no dia 3 de agosto. Apesar do Movimento estar presente em mais de 30 países, é no Brasil que o líder aposta que se iniciará, de fato, uma “nova civilização” de energia limpa e um modo de vida em que haja desenvolvimento sem prejuízo à natureza. Na bagagem, ele traz feitos de vanguarda e repercussão. A Seicho-No-Ie foi a primeira instituição religiosa do mundo a receber certificação ISO 14.001, em 2001, e, mais recentemente, em 2013, o “Escritório na Floresta”, nova Sede Internacional da organização, foi reconhecido como a construção japonesa que mais reúne tecnologias sustentáveis, sendo totalmente autossuficiente energeticamente. Elogiado por consagrados acadêmicos da Universidade de Tóquio, como Yamamoto Ryoichi, e ao encontro da afirmação do importante pensador Jeremy Rifkin, que acredita que o Brasil vai liderar a 3ª Revolução Industrial e uma sociedade Pós-carbono sustentável, o prof. Masanobu Taniguchi vem ao nosso País para propor e dialogar sobre caminhos viáveis a partir da realidade brasileira”, comenta o Presidente da Seicho-No-Ie para a América Latina, Preletor Junji Miyaura. Atualmente, seus mais de 3 mil locais de reuniões e eventos anuais que mobilizam dezenas de milhares de pessoas, fazem da sede brasileira da Seicho-No-Ie a segunda maior do mundo, só menor do que o Movimento no Japão. Ética com as futuras gerações, redução do consumo de carne, empatia na base de uma efetiva cultura da paz, abandono da energia nuclear, revisão e alternativas à atual matriz energética fóssil, e a harmonia com a natureza como elemento indissociável do viver religioso são alguns dos pilares propostos pelo prof. Mananobu Taniguchi, em seus livros e conferências pelo mundo. Serviço: Grande Seminário da Seicho-No-Ie “Visando à Construção de uma Nova Civilização” Data e horário: Domingo, 3 de agosto de 2014, das 9h30 às 16h. Local: Ginásio Geraldo José de Almeida, o Ginásio do Ibirapuera. Rua Manoel da Nóbrega, 1.361, São Paulo –...

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Aprenda a fazer nós em gravatas
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Biocombustíveis
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Biocombustíveis

Segunda-feira, 21 de julho de 2014 às 21h28 IEA analisa a produção de biocombustíveis e commodities agrícolas IEA – Na última década a produção de biocombustíveis ganhou maior importância frente ao desafio de reduzir a dependência em relação ao petróleo com o fomento às fontes de energia renováveis. Nesse sentido, a produção triplicou no período ao alcançar 153,5 milhões de litros em 2014, com o equivalente a 80% de etanol e o restante de biodiesel, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.       No artigo intitulado Biocombustíveis e Commodities Agrícolas, Marisa Zeferino Barbosa, pesquisadora do IEA, analisa as perspectivas para produção de biocombustíveis e de suas matérias-primas no âmbito mundial e nos principais países produtores. Segundo a pesquisadora, para a produção mundial de etanol é esperado crescimento de 4,1% ao ano até 2022, enquanto a de cereais deve aumentar apenas 1,4% a.a. Nos Estados Unidos, que são os maiores produtores de milho e concentram metade da produção de etanol, a taxa de crescimento para o biocombustível é de 3,8% a.a. enquanto para a produção de cereais o país apresenta praticamente a mesma taxa verificada para o mundo. “Para a produção de etanol no Brasil, onde o biocombustível compõe a matriz energética desde os anos 1970, é previsto o aumento mais acentuado à taxa de 5,1% a.a. A expansão no cultivo da cana-de-açúcar deverá suprir as necessidades de matéria-prima, a exemplo do verificado na última década, quando a área colhida e a produção apresentaram acréscimos de 70% e de 79%, respectivamente. Na safra 2013/14 devem ser colhidos 9,9 milhões de hectares que deverão proporcionar 27,5 milhões de metros cúbicos de etanol”, salienta Marisa. A projeção para a produção de biodiesel no âmbito mundial indica crescimento de 4,5% a.a., ou seja, mais do que o dobro do previsto para a de óleos vegetais, de 2% a.a. Do lado da demanda é possível observar que o emprego de óleos vegetais para fins de produção de energia passou de 15% para 24% da demanda total entre 2004/05 e 2013/14, o que reforça a expectativa de aumento acelerado na produção do...

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Madeira ilegal: na Amazônia, lavou, ficou legal
jul21

Madeira ilegal: na Amazônia, lavou, ficou legal

Segunda-feira, 21 de julho de 2014 às 21h10 Greenpeace expõe fragilidade do sistema de controle e protesta contra o descontrole generalizado do setor madeireiro da Amazônia Ativistas do Greenpeace ocuparam a madeireira Pampa Exportações Ltda, próximo a Belém (PA), para protestar contra a exploração ilegal e predatória de madeira na Amazônia e o descontrole que impera no setor. Faixas com as mensagens: “Lavando madeira para fora”; “Sua madeira lavada a sério”; “Apoio: governo brasileiro” e “Crime” foram espalhadas pelo local para expor a fragilidade do sistema de controle de comércio de produtos florestais. Veja aqui o site da campanha Chega de madeira ilegal Uma investigação de dois anos do Greenpeace no estado do Pará revelou que o atual sistema de controle não é apenas falho, mas alimenta a degradação florestal e o desmatamento. Frequentemente, em vez de conter o crime, ele é usado para ‘lavar’ madeira produzida de forma predatória e ilegal que, mais tarde, será vendida a consumidores no Brasil e no mundo como se fosse ‘legal’. Entre agosto de 2011 e julho de 2012, estima-se que 78% das áreas com atividades madeireiras no Pará, maior produtor e exportador de madeira da Amazônia, não tinham autorização de exploração. No Mato Grosso, segundo maior produtor, esse índice é de 54%.     Na maior parte das vezes, são as madeireiras e serrarias que desempenham o papel de lavanderia. As atividades da Pampa são um exemplo de como a madeira ilegal é ‘lavada’ na Amazônia. Entre os fornecedores da empresa estão planos de manejo que utilizam seus créditos para legalizar madeira retirada de outras áreas sem autorização. Com documentos oficiais, essa madeira sem origem chega ao mercado brasileiro e internacional – incluindo Estados Unidos e países europeus (sendo a França a principal importadora da Europa em volume). A empresa também foi multada em mais de R$2,5 milhões por receber e comercializar madeira sem as devidas licenças, além de responder a ação proposta pelo Ministério Público por receber madeira de empresas acusadas de fraude. Dois diretores da Pampa são membros da Aimex (Associação das Indústrias Exportadoras de Madeira do Estado do Pará), que segundo seu site trata-se de uma “associação das empresas de base florestal comprometidas com o desenvolvimento sustentável da Amazônia e do Pará”. Para Marcio Astrini, coordenador da campanha da Amazônia do Greenpeace Brasil, “como representantes de uma associação que alega estar preocupada com a exploração sustentável, deveriam dar o exemplo e realizar todos os esforços para garantir a origem limpa da madeira”. A investigação do Greenpeace Brasil levantou cinco casos de planos de manejo com indícios de fraude. Dentre as principais estão: inflação do número de árvores de...

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