Em quatro anos, Minhocão poderá virar parque
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Em quatro anos, Minhocão poderá virar parque

Terça-feira, 22 de julho de 2014 às 18h42 Passagem para o sossego Vereadores e moradores se unem para tentar transformar o Elevado Costa e Silva em Parque Minhocão Sob o título “Passagem para o sossego” a revista Apartes, órgão da Câmara Municipal de São Paulo publicou uma reportagem, sobre o assunto. Leia um trecho da matéria. por Rodrigo Garcia / Revista Apartes / CMSP Considerada uma obra feia, mas útil (ou útil, mas feia), o Elevado Costa e Silva há 43 anos marca a cidade de São Paulo com engarrafamentos, poluição e barulho. Muitos urbanistas comparam a via de 2,8 km a uma cicatriz. Mas durante a semana, das 21h30 às 6h30, e aos domingos e feriados, tudo muda. Os carros dão lugar a bicicletas, patins, skates e carrinhos de bebê. Os estressados motoristas são substituídos por homens, mulheres e crianças em busca de diversão.       Nesses períodos, o Minhocão (como o elevado é mais conhecido) fica fechado para o trânsito. Na prática, a via se transforma em um parque linear, ainda que não oficialmente. Pensando nisso, a Câmara Municipal de São Paulo (CMSP) analisa o Projeto de Lei (PL) 10/2014, que, gradualmente, aumenta os períodos de proibição do tráfego no elevado e torna a via suspensa, de fato, no Parque Minhocão. O projeto, apresentado pelos vereadores José Police Neto (PSD), Nabil Bonduki (PT), Toninho Vespoli (PSOL), Ricardo Young (PPS), Goulart (PSD), Natalini (PV) e Floriano Pesaro (PSDB), proíbe o trânsito de veículos no elevado em várias etapas. Se a proposta se tornar lei, em até três meses após a sanção do prefeito o tráfego será proibido também aos sábados; nove meses depois, ficará fechado nas férias escolares; em dois anos, o horário em que fica fechado durante a semana será ampliado; em três anos, pela manhã só funcionará no sentido bairro-centro e à noite no sentido centro-bairro. Finalmente, após quatro anos, o trânsito de veículos ficará proibido e o Parque Minhocão irá se tornar...

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Energia eólica aumenta 44,4% no Brasil
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Energia eólica aumenta 44,4% no Brasil

Terça-feira, 22 de julho de 2014 às 18h02 Por Pedro Peduzzi do Carbono Brasil A produção de energia eólica aumentou 44,4% no último ano, segundo a edição do Boletim de Operações de Usinas da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). A comparação é entre os meses de maio de 2013 e 2014.     No mesmo período, a geração de energia termelétrica aumentou 20,7%. Apesar de apresentar uma redução de 5,1%, a energia produzida por hidrelétricas mantém-se predominante, sendo responsável por 66,5% da produção brasileira. De acordo com a CCEE, em maio, fontes eólicas produziram 747 megawatts (MW) médios e térmicas, 17.307 MW médios. O boletim informa que o salto na entrega das térmicas foi impulsionado pelas usinas nucleares: foram produzidos 1.763 MW médios – número 154,1% acima do registrado em maio de 2013. As usinas térmicas a carvão geraram 1.823 MW médios (aumento de 37,3%) e as de biomassa 3.038 MW médios, produção 21,6% superior à registrada em maio de 2013. A capacidade instalada somou 127.026 MW provenientes de 1.118 usinas que estão operando comercialmente no período. Ainda segundo o boletim divulgado hoje (15), a geração total de energia pelas usinas do Sistema Integrado Nacional foi 60.978 MW médios. Apesar de a geração ter sido 2,8% inferior à registrada em abril, é 1,8% maior do que o resultado obtido em maio de 2013. Fonte: Instituto Carbono Brasil, via...

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Hoje vamos aprender o nó de gravata clássico
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Seres das profundezas
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Seres das profundezas

Terça-feira, 22 de julho de 2014 às 17h40 Por Carlos Fioravanti Revista Pesquisa FAPESP – Trabalha-se com entusiasmo no laboratório do biólogo Paulo Sumida no Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo. Na tarde de 1º de abril, diante de um computador em uma mesa entre estantes com livros e organismos marinhos mantidos em potes plásticos com álcool, Olívia Soares Pereira, a mais nova integrante do grupo, ainda na graduação, empolgava-se como uma torcedora de futebol vendo um filme em alta definição sobre o fundo do mar em um dos computadores, com animais peculiares como um polvo com membranas entre os tentáculos, uma estrela-do-mar vermelha e corais alongados que crescem sobre morros cobertos de asfalto que vazou da terra. O filme, que lembrava os da National Geographic na TV, era um registro da viagem realizada em abril de 2013 em um submarino japonês a regiões nunca antes exploradas a mais de 4 mil metros de profundidade do litoral do Espírito Santo ao Rio Grande do Sul. A todo momento ela e os colegas que começaram a ver os filmes – foram feitas quase 100 horas de filmagem – se perguntavam como os organismos se organizavam e, enfim, por que eram daquele jeito. Um dos organismos já examinados, que exemplifica as peculiaridades da vida no fundo do mar, é um verme marinho – um poliqueta – comedor de ossos do gênero Osedax. “As fêmeas têm um harém de machos anões, às vezes mais de 100 machos, grudados em seu corpo”, descreve Sumida, acrescentando uma curiosidade: esses poliquetas são também chamados de vermes-zumbi, por colonizar carcaças e viver entre animais mortos. O corpo das fêmeas consiste em um tentáculo vermelho com quatro a cinco centímetros de comprimento. Em uma das extremidades, a que fica para fora do osso que estão digerindo, estão os palpos, rugosidades que funcionam como brânquias, filtrando oxigênio da água. A outra extremidade se ramifica e se fixa sobre o interior dos ossos como a raiz de uma planta. Os ovários, junto a essa base, são bem grandes, e os machos, de poucos milímetros de comprimento, vivem no tubo gelatinoso da fêmea, muito próximo ao oviduto, canal que serve para a passagem dos ovos. As fêmeas se impõem desde cedo sobre o destino dos machos. Ao sair do ovo, a larva poderá crescer e formar outra fêmea se aderir a um osso. Se encontrar à frente o corpo da fêmea, porém, não crescerá e será apenas um macho anão, como resultado provável da ação de substâncias químicas liberadas pelo contato com o corpo da fêmea. “É uma adaptação evolutiva bastante interessante”, comenta Sumida. Se machos e fêmeas fossem...

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Educação e sustentabilidade no Senac Penha
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Educação e sustentabilidade no Senac Penha

Terça-feira, 22 de julho de 2014 às 17h35   Sala de Educadores 2014 recebe Simone Oliveira para palestra no Senac Penha Gestora de projetos de sustentabilidade corporativa e organizacional, a psicopedagoga falará sobre integração física social e afetiva O futuro da educação, processos inovadores nas salas de aula e quais os caminhos a serem trilhados para alcançar a educação que queremos, são os temas da Sala de Educadores 2014. No dia 28 de julho, o Senac Penha recebe Simone Mello de Oliveira, ministrando a palestra: Do saber ao Ser Sustentável: para todos gostarem da escola. A psicopedagoga irá propor uma reflexão entre o físico, social e efetivo do ambiente escolar, colocando as instituições de ensino como um espaço de integração entre estas três frentes. O Senac realiza o evento com o objetivo de promover a reflexão sobre temas da área de educação a fim de contribuir com o processo de formação de educadores para que possam atuar como agentes na geração do conhecimento e no desenvolvimento de uma sociedade mais equitativa. Este ano, serão debatidos assuntos relacionados a mediação de conflitos, educação inclusiva, desafios da atualidade, uso de recursos tecnológicos na educação, cultura de paz, entre outros. Docentes dos setores público e privado, diretores e coordenadores de ensino, estudantes e demais interessados na área são o público-alvo do evento que visa incentivar que eles atuem como agentes na geração do conhecimento e no desenvolvimento de uma sociedade mais justa e igualitária. “A cada edição novos temas são sugeridos pelos participantes para o ano seguinte. Isso mantém o evento atualizado e alinhado às expectativas do público”, explica Carolina Tiemi Sato, coordenadora da área de educação do Senac São Paulo. Com metodologia dinâmica e participativa, na Sala de Educadores o público é convidado a apresentar questões e contribuições, o que favorece o debate, o compartilhamento de ideias e o livre pensar. O evento é gratuito e as inscrições podem ser feitas em www.sp.senac.br, pelo telefone (11) 2135-0300 ou pessoalmente no Senac Penha. Serviço Sala de Educadores 2014 Evento gratuito Local: Senac Penha Endereço: Rua Francisco Coimbra, 403 – Penha Data: 28 de julho, das 19h30 às 22h30 Inscrições: em www.sp.senac.br, pelo telefone (11) 2135-0300 ou pessoalmente nas unidades...

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Agronegócios: Lavoura e Pecuária
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Agronegócios: Lavoura e Pecuária

Terça-feira, 22 de julho de 2014 às 17h29 Instituto de Economia Agrícola de São Paulo analisa os sistemas de integração lavoura–pecuária na recria de bovinos de corte. IEA – Estudo divulgado no último número da revista Informações Econômicas analisa os custos de implantação de modelos de Integração Lavoura Pecuária (ILP), em fazendas de pecuária de corte, na região de São José do Rio Preto, São Paulo, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo. “A pesquisa mostra que os resultados econômicos podem ser favoráveis a este tipo de sistema produtivo no médio/longo prazo”, afirmam os autores: Marli Mascarenhas, pesquisadora, diretora do IEA; Roberto Molinari, Célio Luiz Justo, José Luiz Viana, Edmar Mendes, pesquisadores da APTA na UPD São José do Rio Preto e Denyse Chabaribery, pesquisadora autônoma.     A produção de bovinos no Estado de São Paulo é realizada quase exclusivamente em regime de pastagens, as quais ocupavam no último levantamento censitário agropecuário realizado pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, 39% do total das áreas agrícolas do Estado, ou seja, 8,1 milhões de hectares, e estavam presentes em 72% das suas Unidades de Produção Agropecuária. A atividade pecuária bovina gera o segundo maior Valor de Produção Agropecuária (VPA) do Estado, inferior apenas à cana-de-açúcar. “Analisando estas informações, pode-se afirmar que a produtividade das pastagens, aliada ao seu manejo adequado, é estratégica para o desenvolvimento do agronegócio paulista, por estar relacionada diretamente à eficiência da produção pecuária e conseqüentemente à geração de renda”, ressaltam os pesquisadores. O experimento avaliado foi implantado em uma área de 26 ha com pastagem de Brachiaria decumbens formada há mais de 15 anos, não degradada, dividida em 24 piquetes de acordo com um delineamento em blocos casualizados. Seis (6) tratamentos foram instalados em 2006: (T1) Pasto remanescente, com manutenção do manejo anterior; (T2) Pasto remanescente com exploração mais intensiva; (T3) lavoura de milho, seguida de dois anos de pastagem; (T4) lavoura de milho, seguida de um ano de pastagem; (T5) lavoura de milho em dois anos consecutivos, seguidas de um ano de pastagem; (T6) lavoura de milho em dois anos consecutivos seguidas de dois anos de pastagem. Com exceção das parcelas do tratamento T1, que possui uma área de 1,5 ha, o tamanho das demais é de 1,0 ha. Os tratamentos T3 a T6 são sistemas de manejo com integração lavoura-pecuária enquanto que os tratamentos T1 e T2 são exclusivamente a pasto. A diferença entre os dois tratamentos com pastagem permanente é que no T1 são aplicados 45 kg de N/ha/ano enquanto que no T2 são usados 90 kg...

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IPT abre inscrições para Programa Novos Talentos
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IPT abre inscrições para Programa Novos Talentos

Terça-feira, 22 de julho de 2014 às 21h48 Agência FAPESP – O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) está com inscrições abertas, até 15 de agosto, para o Programa Novos Talentos, que apoia atividades de pesquisa e desenvolvimento realizadas por estudantes de mestrado e doutorado e pesquisadores de pós-doutorado.   O programa é aberto a candidatos de qualquer instituição de ensino e pesquisa, inclusive estrangeiras, além de alunos do mestrado profissional do próprio IPT, desde que atendam às qualificações previstas e atuem com temas científicos e tecnológicos de interesse do Instituto. Os candidatos selecionados contarão com orientação ou coorientação de pesquisadores do IPT, acesso à infraestrutura de laboratórios e equipamentos necessários para a execução do projeto e, para estudantes de mestrado e doutorado, possibilidade de reserva técnica ou bolsa com recursos da Fundação de Apoio ao IPT (FIPT), de acordo com as regras previstas para cada caso. Pesquisadores de pós-doutorado não receberão bolsa da FIPT, mas terão apoio do Instituto para pedidos de auxílio a agências de fomento. Os participantes deverão dedicar no mínimo 30 horas semanais às atividades de pesquisa no IPT ou em sua instituição de ensino e pesquisa. Quem tiver vínculo empregatício poderá dedicar 16 horas mensais às atividades. A duração máxima da permanência no programa é de 30 meses para os projetos de mestrado, 48 meses para os de doutorado e 36 meses para pesquisas de pós-doutorado, contando sempre a partir da data de matrícula do participante na instituição de ensino à qual é vinculado. Interessados devem fazer inscrição prévia on-line e, em seguida, inscrever-se pessoalmente ou por meio de procuração na sede do IPT, na Av. Prof. Almeida Prado, 532, em São Paulo (SP). Mais informações:...

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Berinjela, delícia saudável
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