Pesquisa propõe nova interpretação para emissões solares
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Campos já mudou o Brasil
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Campos já mudou o Brasil

Segunda-feira, 18 de agosto de 2014 às 10h06 – Atualizado às 19h06 De uma forma ou de outra, Eduardo Campos mudou o Brasil. Gerson Soares Como disse neste final de semana, um emérito professor de Física, para obter-se uma reação é necessário haver massa crítica. Eduardo Campos, com seu sorriso que resplandecia no olhar claro estava predestinado a mudar o Brasil e nem mesmo ele sabia disso. Mas, acreditava e disse: “Nós não vamos desistir do Brasil”. Sua frase ainda ficará na memória por muito tempo e as palavras estarão eternizadas nas imagens de sua despedida.       Menos conhecido no sudeste do que na região nordestina, onde se sobressaiu com políticas importantes, Campos vinha num crescente entendimento com a classe empresarial brasileira que vislumbrava nele as perspectivas de mudanças para fazer o país voltar a crescer. Setores progressistas e populares também enxergavam com bons olhos o jovem estadista. Campos desenvolveu-se num meio familiar voltado para a política, dela se alimentou, cresceu e se destacou, a ponto de pleitear o mais alto posto eletivo do país. Era a esperança de uma nova linhagem política no país que clama por mudanças urgentes. Com Miguel Arraes, pai de Ana sua mãe, embrenhou-se certamente pelas mais longínquas e pequenas distâncias que separam o Brasil irreal daquele verdadeiro, onde as necessidades humanas mais elementares foram esquecidas. Em que a dádiva de ter apenas água para beber é capaz de suplantar a dor da doença e até a fome, essa outra calamidade que também deve ter cruzado seus caminhos em seu assaz desejo de ser saciada por um prato de comida, numa das regiões mais castigadas. A morte trágica e surpreendente de Eduardo Campos, tão rápida quanto a explosão que lhe ceifou a vida e a promissora carreira política, provocou imediata comoção e mudança na atitude do povo brasileiro, por tradição indiferente à política. Sua morte, no mesmo dia em que nove anos atrás falecia o avô, 13 de agosto, levou muita gente à reflexão; um breve olhar para o quanto é preciso amadurecer politicamente e todo o sacrifício necessário para que o país atinja maturidade para reivindicar seus anseios e a forma como o fará. Campos deixa um legado com sua repentina ascensão e morte, ao mesmo tempo em que abre as portas para que a vice de sua chapa, Marina Silva – mulher de fibra e opinião forte – tome as rédeas da carruagem em que viajavam; um terreno pedregoso de dificuldades a serem vencidas. Ela mesma impedida de disputar a Presidência da República sob sua própria legenda, por manobras que impossibilitaram o registro do seu partido Rede Solidariedade. Através de...

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Definição da chapa do PSB, só sai na quarta-feira
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Definição da chapa do PSB, só sai na quarta-feira

Segunda-feira, 18 de agosto de 2014 às 12h01 – Atualizado às 17h19 Qualquer decisão passará por Renata e Marina, diz presidente nacional do PSB Agência Brasil Ivan Richard – Enviado Especial Edição: Talita Cavalcante O presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, disse há pouco, em reunião do partido no Recife, que qualquer decisão da sigla sobre o nome que substituirá Eduardo Campos na disputa à Presidência passará por Renata Campos, viúva do ex-presidenciável, e por Mariana Silva, vice na chapa Unidos pelo Brasil.     “Vamos conversar com os cinco partidos e depois vamos conversar com a Marina e com a Renata para tomarmos nossa decisão”, disse Amaral. O presidente do PSB de Pernambuco, Celino Guedes, destacou que Eduardo Campos morreu fazendo política. “Então, com certeza, ele iria querer que continuássemos a campanha”, disse ao responder se é cedo para tal discussão. Sobre especulações de que Renata pudesse integrar a chapa como vice de Marina, Amaral disse que a viúva de Campos “pode ser o que ela quiser”, mas que o partido aguarda uma posição dela. “Não posso dizer nada antes de conversar com ela e respeitá-la. É uma mulher que vocês estão vendo, que se supera com as dificuldades”. Renata Campos é filiada ao PSB de Pernambuco. Um dia após o enterro do ex-governador de Pernambuco, o PSB no estado decidiu promover uma reunião hoje, que havia sido convocada por Eduardo. Segundo Amaral, a própria viúva pediu a manutenção do encontro para tratar de questões estaduais, como forma de mostrar unidade em torno do nome de Paulo Câmara na disputa pelo Palácio do Campo das Princesas. O presidente do PSB voltou a dizer que o substituto de Campos deve ter o compromisso com os ideais dele e com o combate às desigualdades sociais. No último sábado (16), o presidente do partido afirmou que a decisão só sairá nesta quarta-feira. “É a Executiva Nacional que vai decidir o nosso candidato à Presidência e à vice. Nos reuniremos na quarta-feira, às 15h, na sede do partido, em Brasília. Antes disso, qualquer coisa é especulação. Não tomaremos nenhuma decisão antes de enterrar o Eduardo”, disse Amaral ao deixar a casa da família de Campos, no Recife. Dentro do partido, o nome do deputado federal Beto Albuquerque (RS) surge com grande força para ocupar a vaga de vice, apesar do apelo em torno do nome da viúva. “A Renata pode ser candidata à vice, à Presidência, ela é um quadro excepcional. Vocês não fiquem vendo a Renata como a esposa de Eduardo. Ela é um quadro político da maior importância e uma fortaleza extraordinária. Se ela autorizar, o nome será considerado”, frisou...

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Marina já empata com Aécio
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Marina já empata com Aécio

Datafolha aponta empate técnico entre Marina Silva e Aécio Neves Karine Melo – Repórter da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger A primeira pesquisa Datafolha sobre a corrida presidencial, realizada depois da morte do presidenciável Eduardo Campos (PSB), foi publicada nesta segunda-feira (18) e aponta a presidenta Dilma Rousseff com 36% das intenções de voto. Em um cenário com Marina Silva ocupando a vaga deixada por Campos, que deve se confirmar oficialmente até quarta-feira (20), a ex-senadora aparece com 21% das intenções de voto, seguida pelo candidato do PSDB, Aécio Neves com 20%. Nesta simulação, Marina e Aécio aparecem em empate técnico na segunda colocação e devem disputar uma das vaga para o segundo turno.       Entre os demais candidatos, o Pastor Everaldo (PSC) soma 3% das intenções de voto. Zé Maria (PSTU) e Eduardo Jorge (PV) aparecem com 1%. Luciana Genro (PSOL), Rui Costa Pimenta (PCO), Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB) e Mauro Iasi (PCB) não pontuaram. Na simulação com Marina como candidata, os números de voto nulo ou em branco caíram 5%. Na última pesquisa, ainda com Campos, esse grupo somava 13% e, agora, recuou para 8%. Indecisos eram 14%, caindo para 9% nesta pesquisa. O Datafolha também ouviu eleitores em um cenário sem nomes para substituir Campos. Nessa simulação, Dilma tem 41% das intenções de voto, Aécio aparece com 25%, Pastor Everaldo com 4%; Zé Maria, Eduardo Jorge, Luciana Genro e Rui Costa Pimenta somam 1% cada. Brancos e nulos somam 13% e indecisos 12%. Na resposta espontânea, em que a intenção de voto é declarada sem a sugestão de nomes, a presidente Dilma lidera com 24%, Aécio aparece com 11% e Marina com 5%. Na última pesquisa, a candidata do PT tinha 22%, contra 9% do tucano. Na última pesquisa divulgada pelo Datafolha em meados de julho, quando Campos era o candidato do PSB, Dilma tinha 36% das intenções de voto diante de 20% de Aécio e 8% de Campos. O Pastor Everaldo (PSC) aparecia com 3%. José Maria (PSTU), Eduardo Jorge (PV), Luciana Genro, Rui Costa Pimenta (PCO) e Eymael (PSDC) tinham 1% cada. Levy Fidelix (PRTB) e Mauro Iasi (PCB) não pontuavam. Brancos e nulos somavam 13% e indecisos, 14%. O levantamento Datafolha foi realizado entre 14 e 15 de agosto, com 2.843 eleitores em 176 municípios do país. A pesquisa está registrada no TSE sob o protocolo BR-00386/2014, tem margem de erro máxima de 2 pontos porcentuais e nível de confiança de...

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“Guerreiro do povo brasileiro”
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Comovente adeus a Eduardo Campos
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