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Missa de 7º dia em memória de Eduardo Campos
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Missa de 7º dia em memória de Eduardo Campos

Terça-feira, 19 de agosto de 2014 às 19h03 Celebração em memória de Campos reúne políticos em Brasília Luana Lourenço e Karine Melo – Repórteres da Agência Brasil Edição: Talita Cavalcante Políticos de vários partidos e autoridades participaram hoje (19), na Catedral de Brasília, da missa de sétimo dia em memória do ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos, vítima de acidente aéreo em Santos (SP), na última quarta-feira (13). A candidata Marina Silva, que deve ser oficializada amanhã (20) como sucessora de Campos na chapa, chegou acompanhada do marido, da filha e do líder do PSB no Senado, Rodrigo Rollemberg (DF).     A presidenta Dilma Rousseff, que está em viagem oficial a Rondônia, foi representada pelo vice-presidente, Michel Temer, e pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho. Também participaram da cerimônia os parlamentares das bancadas do PSB na Câmara e no Senado, assessores da coligação Unidos pelo Brasil, liderada pelo PSB, além de ministros do Tribunal de Contas da União (TCU), do qual a mãe de Campos, Ana Arraes, faz parte. A missa foi concelebrada pelo arcebispo de Brasília, dom Sergio da Rocha, e os bispos auxiliares dom Leonardo Steiner e dom Marcony Vinicius Ferreira e lotou a Catedral Metropolitana de Brasília. Durante a homilia, dom Sérgio da Rocha lembrou de Eduardo Campos como um homem que valorizou a família e que, mesmo na vida pública, manteve as convicções ligadas à fé. “Ele valorizou a família de modo muito concreto, por meio de seu testemunho pessoal, e, por ser vocacionado para a vida política, ele alargou seu afeto, fazendo do povo brasileiro sua grande família”, destacou.     Após a homenagem, a expectativa era que no fim da tarde de hoje, lideranças do PSB se reúnam para acertar os últimos detalhes da reunião da Executiva do partido, marcada para amanhã. No encontro desta quarta-feira deve ser oficializado o nome de Marina como candidata da sigla e apresentado o indicado a vice-presidente. Um dos coordenadores da campanha presidencial do PSB, Mauricio Rands, disse que a morte de Campos e a substituição do candidato não vão alterar as bases do programa de governo apresentado pela coligação Unidos pelo Brasil. Rands é um dos principais interlocutores do PSB com a Rede Sustentabilidade, fundado por Marina, e que aguarda registro do Tribunal Superior Eleitoral. Para se candidatar, a ex-senadora teve que se filiar ao PSB. Segundo Rands, Marina deve apresentar, nos próximos dias, uma carta confirmando os compromissos firmados entre ela e Campos na formação da aliança. A família de Eduardo Campos participa hoje, às 20h, de uma missa na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, na zona norte do...

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Mosca é perigo para humanos
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Cidade iluminada e colorida
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Cidade iluminada e colorida

Terça-feira, 19 de agosto de 2014 às 17h34 Principais vias e monumentos da cidade ganham iluminação por meio de LEDs.Um dos objetivos é tornar a cidade mais atrativa, diz Simão Pedro, secretário de Serviços. Dona de um dos maiores parques luminotécnicos do mundo, com cerca de 580 mil pontos, São Paulo é a primeira cidade brasileira a ter uma especificação de luminárias LED homologada para uso na iluminação pública. Nos monumentos em que as fachadas são destacadas pela iluminação, as lâmpadas de LED também estão presentes. O sistema instalado durante o mês de maio em lugares como o Monumento às Bandeiras, Biblioteca Mário de Andrade, Viaduto do Chá, Pátio do Colégio, pontes do Tatuapé, das Bandeiras e Estaiada Otávio Frias permite a alternância de cores. Assim, as cores verde e amarela que homenagearam a Copa podem dar lugar para outras que simbolizem diversas causas sociais. O caso mais recente é o da Biblioteca Mário de Andrade que, até o final de agosto, terá sua fachada iluminada nas cores da bandeira palestina. De acordo com o secretário de Serviços, Simão Pedro, a adoção de novas tecnologias reforça o compromisso da cidade em oferecer mais qualidade de vida aos cidadãos e torná-la mais atrativa para os turistas. Fonte: Ilume / Secretária de...

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Aumento de 800% no consumo de ritalina alertam especialistas
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A ortografia volta à discussão
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A ortografia volta à discussão

Terça-feira, 19 de agosto de 2014 às 15h37   Acordo ortográfico será discutido em audiências públicas e poderá levar a novas alterações. O professor Ernani Pimentel, idealizador do projeto Simplificando a Ortografia, é um dos coordenadores do grupo de trabalho criado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) para discutir o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Ele pretende ampliar a discussão sobre a Língua Portuguesa e levar além do estágio atual as transformações no idioma. Segundo sua avaliação, o acordo ortográfico precisa ser repensado. O professor Ernani Pimentel, idealizador do projeto Simplificando a Ortografia, é um dos coordenadores do grupo de trabalho criado na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) para discutir o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Ele pretende ampliar a discussão sobre a Língua Portuguesa e levar além do estágio atual as transformações no idioma. Segundo sua avaliação, o acordo ortográfico precisa ser repensado. “O acordo foi concebido em 1970, assinado em 1990 e promulgado em 2008. Já nasceu defasado”, analisa ele. O objetivo final do ciclo de debates, explica o professor, é levar propostas a respeito do acordo para exposição no Seminário Internacional Linguístico-Ortográfico da Língua Portuguesa, que será realizado em Brasília no mês de setembro. No evento, as melhores ideias serão selecionadas pelos participantes, que são especialistas e profissionais da Língua Portuguesa. Depois disso, audiências públicas amplificariam o assunto. Na visão de Pimentel, o que está em jogo é o próprio ensino da língua. “O acordo mantém regras que estão dissociadas da didática moderna. É tão cheio de incoerências que nenhum professor em sã consciência pode dizer que o entende completamente”, critica. Sua intenção, expressa no nome de seu projeto, é simplificar normas ortográficas. Ele acredita que muitas são mantidas por motivos que não fariam mais sentido. “A grafia de certas palavras só tem explicação pela etimologia. Mas ninguém se preocupa mais em saber a origem das palavras. Então temos regras inaplicáveis, que não são práticas. Podemos eliminar algumas delas e facilitar o aprendizado”. Por outro lado, o linguista Carlos Alberto Faraco, da Associação Brasileira de Linguística (Abralin), acredita que o país já está bem organizado em torno da proposta original do acordo e não vê razão para que se reabra a discussão da ortografia. “No momento, é absolutamente prioritário o fechamento do círculo do acordo, que veio não para reformar a ortografia, mas apenas para dissolver a dualidade de ortografias oficiais que estavam criando constrangimentos à internacionalização da nossa língua”, opina ele. Faraco acredita que o Brasil já está pronto para adotar definitivamente as normas do acordo ortográfico de forma exclusiva, o que só está previsto para acontecer em 2016. Atualmente, vive-se...

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Jovens bebem cada vez mais cedo
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Jovens bebem cada vez mais cedo

Terça-feira, 19 de agosto de 2014 às 15h20 Venda de bebida alcoólica a menores poderá resultar na interdição do estabelecimento. O Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei 8.069/1990) proíbe a venda de bebidas alcoólicas a menores de 18 anos. A pena para quem insistir na prática é de dois a quatro anos de prisão, além de pagamento de multa. O projeto do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA) amplia essa punição, com a possibilidade de interdição do estabelecimento por até 30 dias.     Ainda de acordo com o PLS 10/2014, que aguarda votação na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, os empresários ou responsáveis por estabelecimentos que vendem bebidas com álcool devem pedir documentos para comprovar que o comprador é maior de idade. A mesma exigência vale para garçons e demais atendentes. A proposta do senador também altera a Lei 9.294/1996, que trata de restrições ao uso e a propaganda de cigarros, bebidas, remédios, terapias e defensivos agrícolas. O projeto determina que nos lugares que vendem bebidas alcoólicas devem ser fixados cartazes com advertências quanto ao consumo de álcool e lembrando que quem dirige após ter bebido pode ser até preso. Um estudo da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgado em janeiro de 2014 mostrou que no continente americano o álcool é responsável por 80 mil mortes por ano. O país com maior taxa de mortalidade é El Salvador (27,4 em 100 mil mortes por ano), seguido por Guatemala, Nicarágua, México e Brasil, com 12,2 para 100 mil mortes anuais. O senador Flexa Ribeiro apresentou dados de uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope) no estado de São Paulo segundo a qual 18% dos adolescentes entre 12 e 17 anos de idade bebem de forma regular. O consumo começa, em média, aos 13 anos; e quatro entre dez menores não enfrentam quaisquer dificuldades para comprar a bebida. “Um paulista é internado a cada vinte minutos no estado por problemas relacionados ao uso do álcool, que vão de intoxicação por abuso pontual até cirrose, problemas cardíacos e câncer”, acrescentou Flexa. Fonte: Agência...

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Tratamentos de água
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Tratamentos de água

Terça-feira, 19 de agosto de 2014 às 14h45 Por Roberto Naime* Os tratamentos de água são necessários para águas residuárias de sistemas industriais ou para os esgotos coletados nas áreas com populações. Objetivam devolver características físico-químicas às águas, antes das mesmas serem dispostas ou retornarem aos sistemas hídricos naturais, superficiais ou subterrâneos.   Os tratamentos envolvem vários tipos de processos, desde a remoção física dos poluentes, passando por processos químicos e podendo ser finalizados por refinamentos biológicos. Existem tratamentos denominados primários, secundários e terciários, cada um deles sendo constituído de vários processos unitários individuais. Processos unitários é a denominação que se dá para cada procedimento físico ou químico que integra o elenco de ações que objetiva dotar o efluente residuário considerado, de condições para retornar ao fluxo natural das águas sem causar danos e impactos ambientais. Os denominados tratamentos primários são constituídos por processos físico químicos, por coagulação e floculação das águas residuárias e objetivam a remoção de poluentes inorgânicos, materiais insolúveis, metais pesados, matéria orgânica não-biodegradável, sólidos em suspensão e outros. O tratamento físico-químico por coagulação-floculação difere muito pouco dos sistemas empregados no tratamento de água bruta para abastecimento público, onde sua concepção básica consiste em transformar em flocos as impurezas em estado coloidal e as suspensões, para posteriormente remover estes materiais em decantadores. A floculação é obtida com coagulantes químicos como os sais de Alumínio e Ferro, que reagem com a alcalinidade contida ou adicionada nas águas residuárias para correção do pH muito ácido, formando hidróxidos que desestabilizam coloides e partículas em suspensão. Para obtenção de eficiência nos tratamentos, é necessário escolher os processos de forma adequada. Os processos físico-químicos são recomendados na remoção de poluentes inorgânicos, metais pesados, óleos e graxas, sólidos sedimentáveis e sólidos em suspensão através de processos de coagulação-floculação e remoção de matérias orgânicas não-biodegradáveis e sólidos dissolvidos, por precipitação química. A remoção de compostos ocorre através de oxidação química. Na remoção de sólidos voláteis, dissolvidos e em suspensão, o tratamento biológico é mais indicado. Para remover sólidos fixos dissolvidos, são necessários tratamentos mais avançados como troca iônica, adsorção em leitos de carvão ativado e outros. Na escolha do tratamento, a relação entre Digestão Química de Oxigênio (DQO) e Digestão Biológica de Oxigênio (DBO) é o parâmetro definidor fundamental: 1) o caso em que a DQO seja o dobro da DBO, é provável que parte da matéria orgânica seja biodegradável, podendo ser adotados tratamentos biológicos convencionais; 2) na hipótese do DQO ser muito além do dobro da DBO (3 ou 4 vezes maior), é provável que grande parte da matéria orgânica não seja biodegradável e tratamentos químicos podem ser mais adequados; caso haja...

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