Marina Silva está animada e confiante, diz Pedro Simon
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Marina Silva está animada e confiante, diz Pedro Simon

Quarta-feira, 20 de agosto de 2014 às 18h48 – Atualizado às 21h05 Karine Melo e Carolina Gonçalves – Repórteres da Agência Brasil Edição: Lílian Beraldo A ex-senadora Marina Silva passou a manhã de hoje (20) na Fundação João Mangabeira, em Brasília, onde se reuniu com assessores e lideranças políticas, entre elas, o deputado federal Beto Albuquerque (RS), o presidente do PSB, Roberto Amaral, e os governadores Renato Casagrande (ES) e João Lyra (PE). O senador Pedro Simon (PMDB-RS), amigo pessoal de Marina, disse que veio ao seu encontro para dar alguns “palpites” sobre a campanha.     Simon disse que Marina está animada, confiante e firme. “A Marina é a candidata da esmagadora maioria do Brasil e quer mudar”, disse. Segundo ele, Marina achou “ótima” a escolha do deputado federal Beto Albuquerque, líder do PSB na Câmara, para acompanhá-la como vice na chapa. Simon destacou que o fato de Albuquerque não ser conhecido nacionalmente não deve ser motivo de preocupação para o PSB que queria um nome que simbolizasse a legenda. “A linha dele é correta, ele é bom de tribuna e tem uma boa biografia. Ele é jovem, é brilhante, grande orador, tinha uma intimidade muito grande com Eduardo Campos e tem com a Marina. É importante para a afirmação do partido”, explicou. Para compor a chapa, Albuquerque, que era candidato ao Senado pelo Rio Grande do Sul, teve que abrir mão da disputa no estado. Pedro Simon, que poderia assumir a candidatura, descartou qualquer possibilidade de campanha alegando problemas de saúde, mas garantiu que Marina terá o apoio do PMDB no território gaúcho.     As articulações entre Marina e outros políticos ocorreram ao mesmo tempo em que parlamentares e dirigentes do PSB se reuniam para construir uma carta reafirmando os compromissos de Eduardo Campos e apoiando a nova composição da chapa. O documento será apresentado na reunião da Executiva Nacional do partido marcada para as 15h de hoje em Brasília, quando o PSB oficializa a chapa com os nomes de Marina Silva e Beto Albuquerque. Em nota, o PPS reafirmou o compromisso com a coligação. “Temos a certeza de que a chapa Marina Silva e Beto Albuquerque honrará o compromisso de Eduardo de não desistir do Brasil, mantendo acesa a chama da mudança. O PPS compromete-se com a candidatura de Marina-Beto Albuquerque com o mesmo empenho e com a mesma dedicação com que se lançou como partícipe do projeto Eduardo-Marina”, disse em nota o presidente nacional do PPS, Roberto Freire, que se reuniu com a Executiva Nacional do partido hoje...

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Saúde no Brasil tem que mudar
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Marina Silva é oficializada candidata à presidência
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Marina Silva é oficializada candidata à presidência

Quarta-feira, 20 de agosto de 2014 às 20h27   Marina Silva foi oficializada pelo PSB como candidata à Presidência da República na tarde de hoje (20).       A notícia já era esperada desde sábado (16). Com a mudança assumem também novos coordenadores de campanha. O assessor da ex-senadora, deputado Walter Feldmann assumirá ao lado de Carlos Siqueira do PSB a coordenação-geral da campanha. Segundo, divulgado pela Folha de São Paulo, Marina irá manter a postura assumida com Eduardo Campos quanto aos palanques e não deverá compartilhá-los em São Paulo, Paraná e Santa...

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Conselho de Ética aprova cassação de André Vargas
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Conselho de Ética aprova cassação de André Vargas

Quarta-feira, 20 de agosto de 2014 às 18h48 Parecer pela perda de mandato do ex-primeiro vice-presidente da Câmara dos Deputados, ainda terá de ser analisado pelo Plenário, agora em votação aberta, antiga reivindicação do deputado federal Ricardo Izar, falecido no dia 2 de maio de 2008, que no cargo de presidente reclamava durante o julgamento dos acusados do Mensalão: “O Conselho de Ética condenou os envolvidos e o Plenário absolve devido à votação ser fechada. Se o voto fosse aberto seria diferente”. Ricardo Izar Jr., depois de ser eleito deputado federal em 2010, foi escolhido e assumiu o antigo cargo do pai em abril de 2013. Ainda caberá recurso da decisão.     Reportagem – Emanuelle Brasil Edição – Marcelo Oliveira O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar aprovou nesta quarta-feira (20), por unanimidade, o parecer do deputado Júlio Delgado (PSB-MG) que recomenda a perda de mandato do deputado André Vargas (PT-PR) em razão de conduta incompatível com a atuação parlamentar. Dessa decisão cabe recurso à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). Conforme o relatório apresentado por Delgado, Vargas quebrou o decoro parlamentar ao ter atuado na intermediação junto ao Ministério da Saúde em favor do laboratório Labogen, do doleiro Alberto Youssef, preso em março por participação em esquema de lavagem de dinheiro. O parecer enfatizou ainda o alto custo da alocação da aeronave usada por Vargas – cerca de R$ 105 mil –, quantia que foi financiada pelo doleiro. De acordo com Delgado, a votação do relatório reforça a missão do conselho de prestar contas à sociedade da atuação parlamentar, principalmente quando há suspeitas de corrupção. “O deputado André Vargas insere-se no contexto de uma imensa rede criminosa especializada na lavagem de dinheiro e na evasão de divisas como o agente responsável por abrir as portas de órgãos da administração pública para que a Labogen pudesse voltar a atuar no mercado bioquímico, principalmente em parcerias com o próprio governo”, diz a conclusão do parecer do relator.     A deputada Rosane Ferreira (PV-PR), favorável à cassação, defendeu que a investigação fosse ampliada para apurar a possibilidade de tráfico de influência no Ministério da Saúde em favor do laboratório Labogen. Defesa O advogado de André Vargas, Michel Saliba, considerou exagerada a punição e enfatizou o desrespeito ao devido processo legal nas investigações conduzidas pelo conselho. Segundo ele, a sanção de perda de mandato foi “extremamente desproporcional”, tendo em vista que, “em investigações anteriores, motivadas por razões mais graves, concluiu-se pela pena de suspensão”. Para Saliba, houve violação ao princípio da ampla defesa e “atropelamento” dos prazos regimentais. “As testemunhas foram ouvidas antes de o acusado defender-se...

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A família é um bem imutável, o porto seguro
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A família é um bem imutável, o porto seguro

Quarta-feira, 20 de agosto de 2014 às 9h – Atualizado às 15h21 Gerson Soares Se os defensores do uso de drogas e liberação da maconha acham que a vida é um passatempo e ficar chapado, o tempo, todo numa eterna viagem, os faz mais desafiadores e interessantes, ninguém pode lhes dizer sim ou não. Cada cabeça uma sentença ou cada um, cada um.     As pessoas que trabalham, estudam, pensam no amanhã, dando atenção àquilo que seus pais recomendam e acreditam no progresso pessoal, possuem o direito de sair de casa e sentir apenas o cheiro da terra molhada pela chuva, das flores e até da poluição numa cidade como São Paulo. Mas não precisam sentir-se ameaçadas por usuários de drogas que tomam as calçadas, os lugares nas praças e hostilizam quem não está na mesma sintonia. Um homem tem o direito de criar sua família sem que seus filhos imaginem que esta passagem pela vida deva ser vivida em transe. A mãe tem o direito de amamentar seu filho em casa sem que as janelas tragam das ruas o cheiro das baforadas de maconha ou o clarão do crack – menciono este entorpecente terrível por estar sendo tão difundido entre os jovens como a maconha. Esta lhe abre as portas, para arruinar famílias por todo o país, nas grandes capitais e mais recentemente se espalhando pelo interior. Os valores mais básicos da humanidade estão sendo invertidos a cada dia. Mas, uma família ainda tem o mesmo direito de levar uma vida saudável, porquanto o usuário de maconha em querer se drogar. Deve prezar para que seus filhos em formação, não pensem ser mais correto usar drogas do que estudar, se divertir, namorar e ser feliz.   Problemas causados pelo uso de maconha e as diferenças entre a liberação e descriminalização. Selecionamos dois links para leitura por sua simplicidade e força esclarecedora. Porém, existem várias outras opções aos que desejarem se aprofundar no assunto.   Assuntos relacionados Entrevista com o Dr. Dráuzio Varella: Maconha Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas da Unifesp – Escola Paulista de Medicina: 21 questões sobre a...

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Convivência social com usuários de maconha
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Convivência social com usuários de maconha

Quarta-feira, 20 de agosto de 2014 às 8h45 – Atualizado às 15h07 Gerson Soares Aos que defendem a liberação desse entorpecente, num país tão atrasado quanto o Brasil, faço algumas sugestões. Mas, antes de prosseguir, cabe aqui um parêntese, para lembrar que o atraso mencionado se refere às bases estruturais e institucionais do país, que envolvem, por conseguinte, as esferas da justiça e a educação.     Sugiro que quando falarmos em liberação ela comece pela casa de quem assim pensa. Se for a favor da liberação, que implica no livre comércio e acesso ainda mais facilitado, no caso de ser ou ter usuários em família, que permita o uso da droga em seu lar, já que seria incoerente defender o uso apenas longe das próprias vistas, porém perturbando a tranquilidade de quem não comunga com esse pensamento. O direito de usar drogas deve ter a mesma relevância para os contrários, que não compartilham da ideia. Ninguém é obrigado a assistir o uso de drogas em frente sua casa, seu local de trabalho, seu colégio ou parquinho de diversões de uma praça pública. Assim como não deveria se interpor ao livre arbítrio do usuário estando ele no interior do seu domicílio. Muito parecido com o que acontece hoje com o tabagismo. Portanto, na casa de quem defende a liberação, depois do jantar, será possível chamar a família e sentarem-se todos para fumar maconha. É lógico respeitando as preferências. Imaginemos esta situação: o pai, a mãe, o vovô e a vovó, assistindo TV ou curtindo uma música bacana. A mamãe amamentando seu bebê, que muito mais novo chegou de surpresa, um presente para a família. Enquanto isso, os dois filhos mais velhos, um menino e uma menina, digamos com 13 e 15 anos, fumam maconha e tomam bebidas alcoólicas para curtir o som com os familiares. O leite materno certamente teria um gosto diferente. Agora pensemos em outra situação. Um garoto que completou 16 anos assim que concluiu o ensino médio. Opa! Este deve ser estudioso, esta é uma façanha, um orgulho para os pais, que trabalham o dia inteiro fora e ralam para dar-lhe essa oportunidade. Quando o rapaz sair para o primeiro dia no estágio de informática que arranjou por sorte e competência, na área que pretende cursar, encontra seus amigos fumando maconha na porta de casa, ali mesmo na esquina da sua rua. Ele sabe que alguns já estão em outro nível: cheiram cocaína e fumam crack. Não quer se integrar a isso, sente-se ameaçado pelos outros que o hostilizam por ser diferente. Os pais do garoto não fumam maconha, não gostam e nem teriam tempo para...

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Caminhos difíceis no uso de drogas
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Caminhos difíceis no uso de drogas

Quarta-feira, 20 de agosto de 2014 às 08h30 – Atualizado às 15h06 Gerson Soares O pior efeito da maconha é o caminho que a droga conduz, principalmente aos de mente mais fraca. Após os primeiros passos, o usuário é normalmente levado a experimentar crack, cocaína, comprimidos dos mais variados como o ecstasy, por exemplo. Daí pode chegar facilmente às drogas injetáveis, como a morfina, a heroína e à própria cocaína, que significam o auge da loucura e o fim daquilo que se entende como vida normal. As misturas que são processadas pelos traficantes para aumento de volume e dos lucros, mais as adições de substâncias desconhecidas, podem levar o usuário a óbito quando injetadas.     Exagero? Se um jovem quiser se adequar a um determinado grupo deverá seguir os mesmo passos deste, é o que determina a convivência social. As facilidades com as redes e internet criaram um universo de oportunidades tanto para erguer quanto para humilhar quem não se comporta de acordo com os grupos. Muitas vezes agem de acordo com a maioria até mesmo contra a própria vontade para se integrar. Afinal, quando falamos em uso de maconha, por acaso pensamos no processo que a envolve? Quem planta, quem vende e como ela chega até o consumidor final, formados principalmente por jovens e adolescentes? Ora, a resposta é simples. As drogas provêm do tráfico que alimenta uma série de outros crimes e queiramos ou não, quando um jovem de classe média alta ou um adolescente da periferia acende um cigarro de maconha está alimentando o comércio ilegal que fatura milhões de reais, só no...

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Liberar e descriminalizar a maconha
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Liberar e descriminalizar a maconha

Quarta-feira, 20 de agosto de 2014 às 08h14 – Atualizado às 15h05 Gerson Soares A liberação do uso da cannabis sativa, muito mais conhecida como maconha, é um debate cada vez mais acirrado. Acontece que existe diferença entre liberar e descriminalizar. O uso desse entorpecente está cada vez mais flagrante. A liberação, pelo menos na cabeça dos que tem interesse nessa atividade, ademais seu consumo, é um promissor ramo de negócios. Segundo esses, já deveria ter sido liberada.     Já era comum fumar maconha nas praias desertas e nas praças mais recônditas, agora é comum fumar maconha nas orlas movimentadas, ruas e avenidas, próximo aos bares e casas de diversão, nas esquinas, ruelas mais escondidas e até ao lado de postos policiais e viaturas, onde o cheiro da erva já pôde ser apreciado. Lembrando que portar apenas um baseado é crime no Brasil. Fumar maconha é o primeiro passo para o uso de outras drogas e se não for o início para os principiantes está entre os entorpecentes menos agressivos, comumente comparado ao uso de álcool e cigarros. Mas não é bem assim. O uso contínuo de maconha causa problemas mentais e perturbações que afastam o usuário de atividades onde o raciocínio é altamente exigido, como nos estudos, que requerem o armazenamento de informações de grau mais elevado. É prejudicial à saúde e vicia – existe uma corrente de analistas que acreditam nisso e outra que diz ser apenas um vício psicológico. Estas conjecturas superficiais deixam de lado efeitos como a diminuição dos espermatozoides ou a inibição da ovulação, dentre outros. Estes são alguns fatores que levam juristas e médicos contrariarem a liberação e até mesmo a descriminalização dessa droga, uma porta escancarada para outras muito mais...

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