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Leitura e escrita na internet: convivendo com a hipertextualidade
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Terça-feira, 2 de setembro de 2014 às 15h22 Instituto Ayrton Senna Por Jaqueline Souza dos Santos Silva *Graduada em Letras (2007) e especialista em Métodos e Tecnologias para o ensino de língua e literatura (2008) ambos pelas Faculdades Integradas da Vitória de Santo Antão; Mestranda Profletras/UEPB; Professora da Rede pública de ensino de Pernambuco. Introdução A tecnologia tem transformado a sociedade em todos os âmbitos. Seja no setor econômico, político, social ou educacional, ela se expande rapidamente, trazendo benefícios e eficiência. Mas, muitas pessoas ainda resistem ao seu impacto por falta de acessibilidade, devido à baixa condição financeira, ou mesmo por “tecnofobia”, resultando em uma não capacidade de renovar as condições de vida. Apesar das grandes revoluções causadas pelas Tecnologias da Comunicação e Informação (doravante TICs) na sociedade ainda é possível encontrar no ambiente escolar o tradicionalismo pedagógico: professor expõe, aluno assimila os conteúdos. Insiste-se no ensino como depósito de saberes em que o aluno não passa de mero receptor de conhecimentos, uma conta bancária (Freire, 1997), enquanto a sociedade requer um sujeito apto a agir com autonomia e que tenha habilidades letradas cada vez mais amplas. Mesmo diante de um quadro educacional propenso à pedagogia tradicional, há profissionais que já utilizam as TICs em sala de aula, principalmente o computador e a internet. Diante disso, um aspecto que deve ser observado quanto à implantação das tecnologias na educação: o conhecimento técnico e o pedagógico não devem acontecer separadamente (Valente, 2005). É ilógico pensar em ser primeiro um especialista em informática ou em mídia digital para depois tirar proveito desse conhecimento nas atividades pedagógicas. Há consistência didático-pedagógica quando esses conhecimentos crescem simultaneamente, um demandando novas ideias ao outro, pois dominar as técnicas é uma necessidade do fazer pedagógico. Sabendo utilizar a tecnologia com eficácia, o professor poderá conduzir seu aluno a refletir, aprender a pesquisar, comparar, depurar, formar ideias, discuti-las com seu grupo, enfim, questionar o próprio conhecimento (PCN+, Ensino Médio, 2002, p. 208), e, além disso, proporcionar o conhecimento tecnológico tão eminente no mundo do trabalho que futuramente o aprendiz terá de enfrentar. A matéria pedagógica completa pode ser lida no site do Instituto Ayrton Senna, aonde os interessados encontrarão amplo material. Clique no link abaixo: Leitura e escrita na internet: Convivendo com a...

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Acaba a revista íntima em presídios brasileiros
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Terça-feira, 2 de setembro de 2014 às 17h44 Conselho do Ministério da Justiça recomenda fim da revista íntima em presídios Luana Lourenço – Repórter da Agência Brasil Edição: Talita Cavalcante O Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária recomendou, em resolução publicada hoje (2) no Diário Oficial da União, o fim da revista íntima nos presídios brasileiros, considerada uma prática “vexatória, desumana ou degradante”. O conselho pede o fim do desnudamento (parcial ou total), da introdução de objetos nas pessoas revistadas, dos agachamentos ou saltos e do uso de cães ou animais farejadores durante o procedimento. No texto, o conselho – ligado ao Ministério da Justiça – orienta que a revista pessoal seja feita com o uso de equipamentos eletrônicos detectores de metais, aparelhos de raio X e scanner corporal, por exemplo. A revista manual também poderá ser feita apenas em casos excepcionais, quando a tecnologia não for suficiente para identificar armas, explosivos, drogas e outros objetos ilícitos. A resolução não tem força de lei, mas deverá orientar as autoridades penitenciárias estaduais a acabar com os procedimentos de revista vedados pelo conselho. O conselho argumenta que levou em conta “a necessidade de coibir qualquer forma de tratamento desumano ou degradante, expressamente vedado na Constituição Federal” e “a necessidade de manter a integridade física e moral dos internos, visitantes, servidores e autoridades” no sistema penitenciário brasileiro. “A necessidade de prevenir crimes no sistema penitenciário não pode afastar o respeito ao Estado Democrático de Direito”, destaca a resolução, que também prevê que a revista pessoal em crianças e adolescentes seja autorizada pelo representante legal e ocorra na presença do...

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A herança escravista no trabalho doméstico
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Livros e Senado, mais perto do povo
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Livros e Senado, mais perto do povo

Terça-feira, 2 de setembro de 2014 às 09h31 *Por Galeno Amorim A Bienal Internacional do Livro de São Paulo, realizada em agosto, chamou a atenção, mais uma vez, sobre a importância do livro e da leitura na formação de uma sociedade mais saudável. Entre as novidades da edição estavam os lançamentos de um volume expressivo de livros jurídicos: mais de 700 obras lançadas ou relançadas nos dez dias da feira. Uma delas foi Anteprojeto do Código de Processo Civil, lançada no estande do Senado Federal.     A presença do Senado foi, mais uma vez, destaque na Bienal, que é o terceiro maior evento do setor no planeta. O diretor-geral da Casa, Haroldo Tajra, fez uma doação de livros em braile. Entre as obras, o Novo Código Civil, a Legislação Eleitoral e Política, a Lei de Falências, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, a Lei Antidrogas, a Constituição Federal de 1988 atualizada com as emendas, o Pequeno Dicionário da Língua Portuguesa e o irretocável O Velho Senado, conto de Machado de Assis. A pedagoga especializada em deficiência visual, Joana Maria Rey, lembrou que para um cego concluir um curso superior tem de se esforçar, no mínimo, 50 vezes mais do que uma pessoa que enxerga. “Faço um apelo no sentido de que os cursos universitários se tornem mais acessíveis aos portadores de deficiência visual”. Ações como essa são, portanto, mais que bem-vindas, necessárias. *Galeno Amorim é jornalista, escritor e diretor do Observatório do Livro e...

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