A favor dos animais: WildLeaks
set06

A favor dos animais: WildLeaks

Sábado, 6 de setembro de 2014, às 18h53   WildLeaks, a plataforma contra a caça ilegal e o tráfico de animais selvagens. Projeto online é a primeira plataforma de denúncias dedicada à vida selvagem e aos delitos florestais. Por José Eduardo Mendonça, do blog Planeta Urgente – Planeta Sustentável Os caçadores ilegais que estão devastando populações de rinocerontes e elefantes na África são muitas vezes protegidos da polícia por suas conexões com o poder, mas um grupo de conservacionistas está usando denúncias anônimas para tentar deter os crimes. Os fundadores do WildLeaks, uma espécie de WikiLeaks para o ambiente, dizem que esta é a primeira plataforma de denúncias dedicada à vida selvagem e aos delitos florestais.     Enquanto guardas florestais encaram criminosos armados, o projeto online quer mirar os maiores traficantes de chifres de rinocerontes e presas de elefantes, que lucram milhões de dólares com sua atividade. Um de seus fundadores é Andrea Crosta, diretor executivo da Elephant Action League, baseada na Califórnia, com 25 anos de experiência em projetos de conservação e pesquisa e 15 anos de treino em segurança de alto nível e gerenciamento de riscos. Segundo ele, a plataforma recebe todo tipo de denúncia. Uma delas, por exemplo, envolve um homem muito poderoso no Quênia ligado ao governo, e que está por trás do comércio de marfim. Há denúncias de caça a tigres no norte de Sumatra, de contrabando de macacos, em particular chimpanzés, na África Central, atividades madeireiras ilegais no México, Malawi e Rússia, pesca ilegal na costa do Alasca. Uma vez verificada a confiabilidade da informação, a organização tem três opções, diz Crosta. Pode iniciar uma investigação com seus próprios recursos em colaboração com seus parceiros, partilhar a denúncia com outros grupos ou com agências de execução da lei. “Esta parece ser uma nova abordagem para a questão das gangues criminosas”, afirma Richard Thomas, da Traffic, o principal grupo mundial de monitoramento do comércio de vida selvagem. “Pode se provar útil com o tempo.” Representantes do Grupo de Conservação do Instituto Max Plank de Antropologia Evolucionária também se mostram otimistas em relação à plataforma, da qual são parceiros. “Acho uma ideia verdadeiramente inteligente”, afirma Mimi Arandjelovic, membro da iniciativa. Mas um dos problemas do projeto é que, para ter sucesso, precisa se tornar conhecido, admite Crosta, segundo a Deutsche Welle. Fonte: National Geographic Brasil, via Portal do Meio...

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Plano Centro Limpo contempla Bela Vista
set06

Plano Centro Limpo contempla Bela Vista

Sábado, 6 de setembro de 2014, às 12h22 Projeto começa no próximo dia 8 no distrito e inclui conscientização, mutirões de limpeza e fiscalização Combater o descarte irregular de resíduos na região central do município é um dos principais objetivos do Plano Centro Limpo, que chega ao distrito Bela Vista, incluindo o Bixiga, no próximo dia 8. Iniciado em agosto de 2013, na Vila Buarque, o projeto já foi realizado na Santa Ifigênia, Luz e 25 de Março. Trata-se de ação conjunta entre a Secretaria de Serviços, por meio da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), Subprefeitura Sé e empresas de varrição e coleta, com apoio da Guarda Civil Municipal e da Associação Viva o Centro. No próximo dia 8, e até o dia 20, ocorre a conscientização de moradores e comerciantes, com faixas orientativas e distribuição de panfletos sobre a frequência da coleta domiciliar, a maneira correta de descartar resíduos, os ecopontos disponíveis na região e a legislação municipal.     “Quando a população toma conhecimento e utiliza essas informações ajuda muito na manutenção e preservação da limpeza das áreas e vias públicas”, afirma o gerente do Departamento de Fiscalização de Amlurb, Evaldo de Freitas Gomes. Antes desta etapa, foi promovido levantamento sobre as especificidades e problemas das áreas que serão contempladas. Mutirão e Fiscalização A terceira ação do Plano começa no dia 15 e prossegue até o dia 29, com a realização de mutirões de serviços de limpeza como varrição, pintura de guias, manutenção de bocas de lobo, retirada de faixas e cartazes, coleta de entulho, resíduos e grandes objetos e troca de papeleiras e PEVs (Pontos de Entrega Voluntária). Durante o mutirão, a distribuição do material informativo também será realizada. No próximo dia 29, inicia-se a quarta ação do Plano, com a fiscalização, notificação e aplicação de multas para quem desrespeitar o horário, tipo e quantidade de resíduo descartado. Além disso, será feita verificação da situação dos grandes geradores de resíduos (estabelecimentos comerciais, industriais, de prestação de serviços, públicos e institucionais que geram acima de 200 litros de resíduos). “Eles devem, obrigatoriamente, estar cadastrados em Amlurb e contratar coleta particular. Caso contrário, ficarão passíveis de sansão”, ressalta Evaldo. Mais informações sobre o cadastramento no site da Amlurb. As penalidades serão aplicadas de acordo com a lei 13.478/02, que prevê multas de R$ 626,46 (descarte irregular até 50 quilos) a R$15.034,87 (acima de 50 quilos). O trabalho de conscientização será mantido também durante essa última...

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OMM lança série de vídeos sobre mudança climática
set06

OMM lança série de vídeos sobre mudança climática

Sábado, 6 de setembro de 2014, às 11h49 Agência FAPESP – A Organização Mundial de Meteorologia (OMM) lançou os primeiros episódios de uma série de vídeos com previsões do tempo projetadas para o ano de 2050. A primeira edição traz a previsão para o dia 8 de junho daquele ano no Brasil, apresentada por Claudia Celli, da RPC-TV, afiliada da TV Globo no Paraná. O objetivo da iniciativa é sensibilizar as pessoas sobre os impactos locais das mudanças climáticas globais. Os vídeos trazem sempre apresentadores de televisão conhecidos em um determinado país – e os cenários são compatíveis com os projetados no quinto relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC). No caso do Brasil, a previsão é de muita chuva no sul do país e no oeste da Amazônia. A expectativa é que os níveis de chuva para o mês sejam superados em apenas alguns dias, aumentando o risco de inundações e deslizamentos. Para o Nordeste e o leste da Amazônia, a previsão é de seca. O lançamento dos vídeos pela OMM ocorre em apoio ao pedido do secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, para que governos, empresários e líderes da sociedade civil concordem em agir para lidar com a mudança climática durante a cúpula climática da ONU, marcada para 23 de setembro, a fim de evitar que se concretizem as previsões dos piores cenários. “A mudança climática está afetando o tempo em todo lugar. Isso torna o clima mais extremo e modifica os padrões estabelecidos. Isso significa mais desastres; mais incerteza”, diz Ban Ki-moon em uma mensagem no vídeo. A edição sobre o Brasil traz ainda uma entrevista de Celli com José Marengo, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e membro do Programa FAPESP de Pesquisa sobre Mudanças Climáticas Globais (PFPMCG). “Nas regiões tropicais, em basicamente todo o Brasil, os aumentos de temperatura no fim do século poderão ultrapassar os 4º C. Em termos de chuva, o padrão muda um pouco. As previsões mostram reduções de chuva no leste da Amazônia e na região Nordeste e aumento de chuva no oeste da Amazônia e no extremo sul do Brasil”, afirma Marengo no vídeo. Assista a série de vídeos publicados pela OMM “A resposta tem que ser imediata [às mudanças climáticas globais]. Nas próximas décadas tem que se chegar a um acordo internacional, tipo o Protocolo de Kyoto, para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, porque reduzir essas emissões é a única forma de poder reduzir o aquecimento e reduzir os impactos à população”, acrescenta o pesquisador. O vídeo com a previsão para o Japão também já está no ar. Nesta...

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ONU: 120 milhões de mulheres sofreram abuso sexual
set06

ONU: 120 milhões de mulheres sofreram abuso sexual

Sábado, 6 de setembro de 2014, às 11h18   Um estudo divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), em parceria com a Unicef, indica que uma em cada 10 mulheres já sofreu abuso sexual em 2012 no mundo. Isso significa um total de 120 milhões de pessoas do gênero feminino vítimas deste tipo de violência. O levantamento, que abrange 190 países, aponta também que uma em cada três adolescentes casadas, o que significa 84 milhões de pessoas, sofreram alguma violência emocional, física ou sexual por parte de seus maridos. A violência contra crianças e adolescentes tem crescido nas últimas décadas, segundo o relatório. Cerca de 95 mil mulheres com menos de 20 anos foram assassinadas em todo o mundo. As principais causas apontadas pelo estudo foram o fato de que as vítimas são muito jovens para prestar queixas, escassos serviços de proteção aos mais novos, entre...

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