Biotropica publica edição especial sobre ecossistemas brasileiros
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Biotropica publica edição especial sobre ecossistemas brasileiros

Sexta-feira, 12 de setembro de 2014, às 17h07   Agência FAPESP – A revista científica Biotropica publicou edição especial intitulada “Biologia e Conservação dos Ecossistemas Brasileiros”, com artigos open access de pesquisadores que atuam no Brasil e em outros países. Publicada pela Association of Tropical Biology and Conservation, a Biotropica é um dos principais periódicos científicos internacionais sobre ecologia, conservação e gestão dos ecossistemas tropicais e evolução, comportamento e biologia populacional de organismos tropicais. O editor-chefe da publicação, Emilio Bruna, professor de Ecologia Tropical e Estudos Latino-americanos na University of Florida, nos Estados Unidos, e diretor do Florida-Brazil Linkage Institute, apresentou a edição, lembrando que o Brasil sempre exerceu fascínio sobre os naturalistas. “Muitos estarão familiarizados com os escritos de Charles Darwin, Alfred Russel Wallace, Theodore Roosevelt, Alexander von Humboldt e João Teodoro Descourtilz descrevendo suas experiências formativas neste vasto e exuberante país”, disse na introdução do periódico. “O Brasil continua a ser uma inspiração para os biólogos contemporâneos, resultando em uma literatura sofisticada que nos permite avançar na nossa compreensão dos fatores ecológicos e evolutivos que estruturam ecossistemas tropicais, documentando as ameaças à sua continuidade e descrevendo estratégias inovadoras para a sua conservação.” Os artigos reunidos destacam os ecossistemas e a biodiversidade única do Brasil, as abordagens utilizadas na sua compreensão e conservação e a diversidade de estudos na área. “Você vai encontrar trabalhos sobre a Amazônia e a Mata Atlântica, claro, mas nós esperamos que aqueles menos familiarizados com o Brasil aproveitem a oportunidade de ler sobre biomas menos conhecidos, como a Caatinga, a floresta de araucária e o Cerrado”, disse Bruna. A edição está disponível para acesso no site da editora...

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Tempestade solar deve passar pela Terra
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Tempestade solar deve passar pela Terra

Sexta-feira, 12 de setembro de 2014, às 12h51 Colorado-EUA – Uma tempestade solar forte, de classe X, está a caminho da Terra viajando a cerca de 1.000 quilômetros por segundo. Mas tudo indica que a maior parte de sua energia vai se desviar do planeta e não deve causar grandes problemas. O fenômeno consiste na ejeção de uma grande quantidade de partículas eletricamente carregadas – prótons e elétrons –, que saem do Sol com grande energia e seguem em direção dos planetas.     Tempestades solares são comuns, em especial durante picos na atividade solar, e não causam danos diretos aos seres vivos na Terra, pela proteção conferida pela atmosfera. Mas elas afetam o campo magnético do planeta e podem causar flutuações na rede de energia. Transmissões por satélite, rádio e GPS também podem ter problemas quando a tempestade chegar aqui, o que é esperado para acontecer nesta sexta (12), mas não deve haver consequências graves, segundo Tom Berger, diretor do centro de meteorologia espacial de Boulder, Colorado (EUA). É esperado também um aumento na ocorrência de auroras...

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Projeto inclui avenida Santo Amaro na Operação Urbana Faria Lima
set12

Projeto inclui avenida Santo Amaro na Operação Urbana Faria Lima

Sexta-feira, 12 de setembro de 2014, às 09h37 Ericka Perestrelo da Web Rádio Câmara A CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa) da Câmara Municipal de São Paulo, debateu nesta quarta-feira (10) o Projeto de Lei (PL) 377/2014, do Executivo, que propõe a inclusão da avenida Santo Amaro no programa de investimentos da Operação Urbana Faria Lima. O colegiado realizou uma audiência pública para discutir a proposta com a população. De acordo com o diretor de desenvolvimento da São Paulo Urbanismo, Gustavo Partezani, a proposta prevê melhoramentos num trecho de 2.700 metros entre a avenida Juscelino Kubitschek e a avenida dos Bandeirantes, considerado o mais deteriorado. Saiba mais na reportagem da Web Rádio...

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Oferta e demanda de milho em SP
set12

Oferta e demanda de milho em SP

Sexta-feira, 12 de setembro de 2014, às 09h30 IEA divulga a segunda estimativa de oferta e demanda de milho no Estado de São Paulo. A segunda estimativa de oferta e demanda de milho no Estado de São Paulo em 2014, mantém a tendência de queda, pelo segundo ano consecutivo, da oferta e da demanda do cereal, afirmam Maximiliano Miura e Alfredo Tsunechiro, pesquisadores do Instituto de Economia Agrícola (IEA/Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.     O quinto levantamento de previsão da safra agrícola 2013/14, realizado em junho deste ano, ratifica a previsão de levantamentos anteriores, de queda da produtividade da cultura de verão (primeira safra), em decorrência da longa estiagem em todo o estado. A produtividade média da cultura de sequeiro caiu 23% em relação a 2012/13, enquanto a da cultura irrigada sofreu redução de 21,9%. O efeito combinado da adversidade climática com a retração da área plantada (11,5%) resultou numa grande queda de produção (31,4%) da primeira safra. A produção de milho safrinha (segunda safra) também deve cair (11,8%), devido à redução da área plantada (14,3%), embora se espere produtividade com crescimento ligeiramente superior (2,8%) à do ano passado. “A produção total de milho em 2014, no Estado de São Paulo, de 3,66 milhões de toneladas, se confirmada, deverá ser a menor dos últimos 14 anos, diminuindo 25,8% em relação à safra 2012/13. Com estoque inicial 1,9% menor que o do ano passado, a disponibilidade interna de milho no Estado, de 4,268 milhões de toneladas, cai 23,1% em 2014 (temporada 2013/14) em relação a 2013, afirmam os pesquisadores. Do lado da demanda, foram mantidas as estimativas de consumo e de exportação da primeira estimativa de 2014, de acordo com informação dos representantes dos segmentos da cadeia produtiva do milho no Estado de São Paulo. As relações de troca do milho (frango-milho, ovo-milho, suíno-milho, boi-milho e leite-milho) com produtos de origem animal no trimestre março-maio de 2014 apresentaram-se mais favoráveis em relação a igual período de 2013, exceto para os criadores de aves de postura. Cresce o consumo de milho pela indústria de moagem (1,5%). O balanço da oferta e demanda de milho no Estado em 2014 mostra, tal como se observou na primeira estimativa de 2014, elevação substancial da importação (de outras regiões do país) do cereal (28,5%), para compensar a quebra da safra paulista na temporada 2013/14. O volume importado passa a corresponder a 61% do consumo estadual, reproduzindo o mesmo nível da primeira...

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Equipamento leva a realidade virtual à educação física
set12

Equipamento leva a realidade virtual à educação física

Sexta-feira, 12 de setembro de 2014, às 09h02 Stable possui 6 câmeras, plataforma de força e tela para projeção 180º Por Paula Bassi, da Seção de Relações Institucionais e Comunicação da EEFE No começo de agosto, o Laboratório de Comportamento Motor (Lacom) da Escola de Educação Física e Esporte (EEFE) recebeu o aparelho Stable, que irá integrar o Laboratório Didático de Realidade Virtual na promoção de Atividade Física, Lazer, Saúde e Reabilitação. O objetivo é equipar uma sala didática com diversos consoles e equipamentos que possam criar diferentes ambientes de realidade virtual. Esta sala proporcionará aos alunos de graduação conhecimentos teóricos e práticos para a aplicação da realidade virtual na educação física e esporte, voltados para a saúde, reabilitação, lazer e esporte. Além disso, será possível realizar avaliações neuromotoras e fisiológicas sobre os efeitos da prática de atividade física em ambiente virtual. O Stable possui seis câmeras, plataforma de força e tela para projeção em 180º. O equipamento permite a criação de cenários virtuais para tarefas específicas do dia-a-dia ou relacionadas a alguma modalidade esportiva a partir da criação de jogos virtuais. Por meio do aparelho, a pessoa em avaliação sente que desempenha uma tarefa em um ambiente real, embora esteja no ambiente virtual. É possível avaliar e melhorar o desempenho de pessoas com distúrbios no equilíbrio e no controle postural, como idosos, pessoas com AVC, Parkinson, entre outros. A vantagem do uso da realidade virtual é a prática de movimentos em ambientes contextualizados, em que o profissional pode manipular a intensidade, o número de repetições e a realização de treinamento orientado a tarefas personalizadas para cada pessoa. Além disso, a prática nesse ambiente é extremamente segura, pois a pessoa estará sobre uma plataforma de força, presa com cinto de segurança fixo no teto, a fim de evitar quedas, quando desempenham as atividades em ambiente virtual. As alterações fisiológicas, psíquicas e somáticas promovidas pelo ambiente virtual são similares às situações da vida real e isso pode garantir condições para a melhora do desempenho motor e da aprendizagem, pois os participantes sentem-se em um ambiente desafiador e motivador em níveis acentuados de intensidade de prática física. Projetos irão estudar a aprendizagem motora em pacientes que sofreram AVC O equipamento será utilizado na graduação e na pós-graduação. Na graduação, os professores demonstrarão aos graduandos uma possibilidade de prática de atividade física que permitirá avaliar os aspectos comportamentais, fisiológicos e biomecânicos dessas intervenções. Também será possível a observação prática das respostas orgânicas e do impacto fisiológico durante a execução de atividades em ambiente virtual, o que é difícil em um contexto real. Os alunos de pós-graduação também poderão utilizar o equipamento para...

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Microalgas transformadas
set12

Microalgas transformadas

Sexta-feira, 12 de setembro de 2014, às 07h59 Por Dinorah Ereno Revista Pesquisa FAPESP – Um grande tanque de vidro transparente para cultivo de microalgas ao ar livre, chamado fotobiorreator, foi concebido e desenvolvido por uma equipe multidisciplinar composta por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade de São Paulo (USP). Entre as inovações, o fotobiorreator possui uma membrana porosa utilizada para filtrar o meio de cultura que serve como alimento para as células da alga Chlorella vulgaris – composto por substâncias como nitrato de sódio, fosfato, potássio, micronutrientes, sulfato e outros elementos inorgânicos. Essa membrana permite, pela escolha da microalga e da composição nutricional, selecionar o tipo de biomassa que será obtido no final do processo: proteínas para ração animal, ácidos graxos essenciais, como ômega 3, para aplicação nas indústrias alimentícia e farmacêutica, carboidratos usados na síntese de plásticos ou fertilizantes.     “Por meio de manipulação bioquímica em microalgas, podemos obter biomoléculas de acordo com a necessidade de matéria-prima das empresas”, diz a professora Ana Teresa Lombardi, do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da UFSCar e coordenadora do projeto na modalidade Programa de Apoio à Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (PITE) que faz parte de um acordo de cooperação da FAPESP com a Braskem. “Dentre as várias aplicações possíveis, um resultado interessante e promissor que obtivemos foi a peletização [recobrimento] de sementes de plantas nativas do cerrado com a biomassa algal, que poderão ser utilizadas em reflorestamento”, relata Lombardi. A pesquisa foi tema de uma dissertação de mestrado, já defendida. “Essas sementes envoltas em biomassa e mucilagem algal conseguem aproveitar melhor a água de chuva, pela maior retenção, o que resultaria em menor mortalidade de sementes plantadas no campo”, ressalta. A pesquisadora explica que, no processo de cultivo de algas, é preciso um fluxo contínuo para a entrada de nutrientes frescos. Só que em alguns momentos há um extravasamento desse fluxo e é preciso retirar o meio de cultura usado. “No biorreator padrão, quando esse meio velho é removido, há perda de células, ou seja, é como se tudo tivesse sido lavado.” Como a membrana tem poros extremamente pequenos, os nutrientes utilizados só saem depois de passar pelo processo de filtragem. Dessa forma, além da possibilidade de reúso do meio, é possível escolher a densidade de células que ficará no tanque e o meio de cultura que entrará no reator pelo fluxo contínuo. “As algas se adaptam rapidamente a mudanças nos nutrientes porque passam por uma transformação intracelular”, diz Ana Teresa. Ou seja, elas conseguem fazer uma modificação na sua composição bioquímica dependendo do ambiente em que vivem. “Transformamos esse...

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