Mostra Nanoarte chega à Romenia
set19

Mostra Nanoarte chega à Romenia

Sexta-feira, 19 de setembro de 2014, às 18h31   Agência FAPESP – Nove obras da mostra Nanoarte, desenvolvida por técnicos e pesquisadores do Centro de Pesquisa para o Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) apoiados pela FAPESP, serão expostos no terceiro Festival Internacional de NanoArt, na Romênia, entre 22 e 28 de setembro.       O evento ocorre em paralelo à décima edição da International Conference on Physics of Advanced Materials (ICPAM-10), na Universidade Alexandru Ioan Cuza, no município romeno de Iasi. A Nanoarte mistura ciência e arte, ao produzir figuras a partir de imagens feitas em microscópio eletrônico de varredura. Elas são coloridas artificialmente no Photoshop. As imagens são captadas dos materiais estudados por alunos de graduação e pós-graduação do CDMF, como prata e ouro. A mostra Nanoarte já foi apresentada em várias cidades no Brasil e no exterior, como São Carlos (SP), Franca (SP), Nova York (EUA) e Tel Aviv (Israel). “O CDMF tornou internacionais as imagens captadas pelos microscópios de alta resolução em nanomateriais. Quando iniciamos as pesquisas nesta área, em 2008, não tínhamos ideia de que agregaríamos também esse importante projeto artístico”, disse Elson Longo, coordenador do grupo. Mais informações sobre o evento na Romênia podem ser encontradas no site 10th International Conference on Physics of Advanced...

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88% dos paulistanos aprovam ampliação de ciclovias, revela pesquisa
set19

88% dos paulistanos aprovam ampliação de ciclovias, revela pesquisa

Sexta-feira, 19 de setembro de 2014, às 16h59 Segundo a pesquisa realizada pelo Ibope a pedido da Rede Nossa São Paulo, faixas exclusivas para ônibus tem apoio de 90% dos entrevistados. Desde janeiro de 2013, mais de 350 quilômetros de vias segregadas para ônibus foram construídas. PMSP / SECOM – Uma pesquisa sobre mobilidade urbana divulgada nesta quinta-feira (18) mostra que 88% dos entrevistados são a favor da construção e ampliação das ciclovias. O levantamento também mostra que 90% são favoráveis à ampliação das faixas exclusivas para ônibus. A pesquisa foi realizada pelo Ibope, a pedido da Rede Nossa São Paulo, e aborda os mais diversos aspectos da mobilidade na cidade. O instituto ouviu 700 pessoas entre os dias 29 de agosto e 3 de setembro. A margem de erro é de 4 pontos percentuais.     Após a apresentação dos dados da pesquisa, o prefeito Fernando Haddad defendeu o envolvimento da sociedade para adotar medidas que ampliem a mobilidade urbana. “Essa é uma agenda que os partidos não deveriam disputar, mas somar ao governo para construiremos até mais rápido tudo que vem sendo feito na cidade. E o apoio às ciclovias é de 88% – mesmo apoio às faixas de ônibus -, apesar de ser um modal que ainda carece de muitas políticas do ponto de vista educacional e pedagógico”, disse. A construção de 400 quilômetros de ciclovias até o fim de 2015 é uma das metas da Prefeitura de São Paulo. Somente neste ano, a capital já ganhou 58,3 quilômetros. Outras medidas de incentivo ao uso da bicicleta como transporte prioritário foram as inaugurações do bicicletário público no Largo da Batata e da ciclopassarela sobre a Marginal Pinheiros. A avenida Paulista também vai ganhar ciclovia no canteiro central. Já a criação de faixas exclusivas para ônibus aumentou a velocidade dos coletivos e causou economia de tempo para usuários do sistema de transporte coletivo da cidade de São Paulo, segundo estudos realizados pela Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Atualmente, São Paulo conta com mais de 440 quilômetros de vias segregadas à direita, sendo que desde janeiro do ano passado, com a operação “Dá Licença para o Ônibus”, foram implantados 357,5 quilômetros. “Esse grande apoio dos paulistanos para a bicicleta e para a ciclovia é importante para a cidade porque é um serviço não motorizado. Isso ajuda quem precisa desse tipo de transporte, ajuda do ponto de vista ambiental e do ponto de vista da saúde. Portanto, ajuda a cidade. Isso é importante e só nos encoraja ainda mais a continuarmos nesse projeto de implantação dos 400 km de ciclovia na cidade de São Paulo”, afirmou o secretário...

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Vizinhança cobra melhorias em praça abandonada na Vila Prudente
set19

Vizinhança cobra melhorias em praça abandonada na Vila Prudente

Sexta-feira, 19 de setembro de 2014, às 16h45 Rafael Carneiro da Cunha – Da redação da CMSP Cheia de lixo pelo chão de terra, com poucos brinquedos para a criançada e escura durante à noite. A praça situada entre as ruas Rio Laranjais e dos Pintores, na Vila Prudente, é alvo de reclamações de quem vive no bairro da zona Leste. Os moradores reclamam que ela está abandonada, sem manutenção. Michele da Silva vai de vez em quando com o filho Samuel, de apenas um ano, à praça. Ela diz que só não frequenta mais o espaço porque não vê muitos atrativos. Já Alisson Fernando prefere não ir com a filha ao local, que considera deplorável. Para ele, é preciso colocar lixeiras – um tonel enferrujado desempenha atualmente a função – e também um aviso para que as pessoas não destruam os brinquedos. Segundo Fernando, há cerca de três meses a prefeitura não faz a limpeza do local. A reportagem esteve duas vezes na praça. No dia 28/8, encontrou um brinquedo bastante deteriorado, além de sacolas plásticas, copos e outros objetos jogados no chão. Na ocasião, um gari do consórcio Soma, responsável pela varrição das ruas na região, afirmou que frequentemente algum morador pede para que ele também limpe a praça – o que não é responsabilidade dele. Situação semelhante foi verificada em 14/9, quando até um televisor figurava na paisagem. A mudança ficou por conta dos brinquedos. Na semana anterior, a subprefeitura removeu a casa do Tarzan e colocou dois escorregadores e uma gangorra. Poucos dias depois de instalados, eles já estavam com a pintura desgastada. Luciene Ferreira é comerciante e lamenta a má conservação dos brinquedos. “Tenho vergonha de dizer que isso é uma pracinha para criança brincar. De zero a dez, a nota é zero. A limpeza é outra vergonha”. Moradora há mais de 25 anos no bairro e dona de um bar, Maria José da Silva não vê muito futuro para a praça. Todos os dias, por volta das 20h, ela encerra as atividades do estabelecimento e se recolhe em sua casa. Enquanto isso, na praça, jovens do bairro e de lugares vizinho começam a chegar para mais uma “noitada” regada à música alta. “Fica cheio de gente. Aquele escuro, aquela moçada que usa droga… Eu fico em casa de tocaia, preocupada, esperando minha filha chegar do trabalho”, comenta. Maria José gostaria que fosse feito outra coisa do local. Sua sugestão é que seja construído um posto policial. Outro lado De acordo com a subprefeitura da Vila Prudente, o brinquedo removido e levado para a manutenção na semana passada foi instalado em 2011 e estava...

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Preços agropecuários fecham agosto em alta de 0,99%
set19
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Dia das Crianças – Presente na medida certa
set19

Dia das Crianças – Presente na medida certa

  Sexta-feira, 19 de setembro de 2014, às 15h24 Por Ana Cássia Maturano* “Muitas vezes, o ato de presentear esconde uma carência sentimental. Suas necessidades são outras, mas interpretadas dessa forma”, dizem os especialistas. Com a proximidade do dia das crianças, os pequenos já ficam ansiosos pelos presentes, afinal essa é uma das poucas datas na qual eles os recebem, certo? Era assim que deveria ser, mas atualmente vemos mais e mais pais presenteando os seus filhos a todo momento e sem critério ou motivo algum.     Isso é prejudicial pois tal atitude está contribuindo para o agravamento de uma geração de crianças consumistas. Presentear os filhos fora de hora não é proibido, mas é importante tomar cuidado com a frequência com que isso acontece. “Muitas vezes, o ato de presentear esconde uma carência sentimental. Suas necessidades são outras, mas interpretadas dessa forma”, afirma a psicóloga e psicopedagoga Ana Cássia Maturano. “As crianças precisam de mais atenção, carinho e orientação dos pais do que de outras coisas. E limites claros e consistentes.” Dizer não às crianças é parte importante de sua educação. Os pequenos precisam aprender que não podem ter tudo o que querem sempre. É necessário que se aprenda desde pequeno que as coisas vêm como o resultado de um esforço, e que por isso precisam ser valorizadas. Além disso, os pais não devem comprometer o orçamento para satisfazer vontades dos filhos. A quantia investida em um presente não pode exceder às possibilidades financeiras da famílias, tanto para evitar dívidas quanto para impor limites. “As crianças precisam entender o valor das coisas”, diz Ana Cássia. Muitos pais ficam com medo de frustrar os filhos, e por isso têm essa dificuldade em impor limites, mas a frustração é parte da vida e ajuda a amadurecer. A enorme disponibilidade de produtos – muitos a preços acessíveis – e as facilidades de pagamento nos empurram cada vez mais para o consumismo. Como diz a máxima, querer pode, ter já é outra coisa. *Ana Cássia Maturano, psicóloga e psicopedagoga...

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Pau-rosa: sua própria essência quase o levou à extinção
set19

Pau-rosa: sua própria essência quase o levou à extinção

Sexta-feira, 19 de setembro de 2014, às 13h10   Nativa da Floresta Amazônica, o pau-rosa (Aniba rosaeodora) de longe chama atenção por sua beleza e elegância. Os espécimes podem atingir até 30 metros de altura e ter troncos de dois metros de diâmetro. Também conhecida como pau-rosa-mulatinho, pau-rosa-itaúba e pau-rosa-imbaúba, a árvore produz um óleo que é utilizado como essência na formulação de vários perfumes na Europa e Estados Unidos, entre eles o famoso Chanel N.º 5.     O Brasil é o único produtor de óleo de pau-rosa. A exploração começou na década de 1920 e o produto chegou a ser o terceiro colocado na pauta de exportações da Amazônia, ficando atrás apenas da borracha e da castanha. Nos anos 1960, a produção chegou a 500 toneladas por ano, mas declinou com a chegada de uma versão sintética do linalol, principal substância aromática do pau-rosa, e da descoberta de outras espécies com essências semelhantes. Estima-se que nos últimos 40 anos aproximadamente dois milhões de exemplares de pau-rosa foram abatidos em cerca de 10 milhões de hectares da Floresta Amazônica. Para produzir 10 litros de óleo, uma árvore de aproximadamente uma tonelada precisava ser derrubada. Com a árvore no chão, é preciso picotar seu tronco e fervê-lo em uma caldeira para que o óleo evapore com a água e condense – técnica chamada “arraste a vapor”. Antes, a árvore era encontrada em toda a Amazônia. Atualmente, é possível vê-la apenas nos municípios de Parintins, Maués, Presidente Figueiredo e Nova Aripuanã, no Amazonas. Já não há mais exemplares também na Guiana Francesa (onde a planta começou a ser explorada no início da década de 1920), nem nos estados do Amapá e Pará. Em 1992, o pau-rosa entrou para as listas de espécies ameaçadas do Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A árvore também está incluída nas listas oficiais de espécies em extinção da Colômbia e Suriname. Manejo sustentável No final dos anos 1990, um grupo de ecologistas franceses iniciou uma campanha contra os produtos da Chanel. Para conter os ânimos dos ambientalistas, a empresa contratou a ONG Pro-Natura para desenvolver programas sustentáveis de manejo do pau-rosa na Amazônia. No método convencional, a produção do óleo é baseada na destruição total da árvore, cujo tronco é cortado, reduzido a cacos e destilado. Com a nova técnica, apenas as folhas são retiradas. De uma tonelada de folhas é possível extrair 10 quilos de óleo. O rendimento e a qualidade da substância são semelhantes ao obtido com a derrubada da madeira. Na última produção de óleo de pau-rosa, entre 2010 e 2011, foram extraídos e exportados cerca de...

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Desmatamento na Amazônia Legal aumenta 29% em um ano
set19

Desmatamento na Amazônia Legal aumenta 29% em um ano

Sexta-feira, 19 de setembro de 2014, às 13h01 Foram destruídos 5.891 km², área equivalente a quase cinco vezes a cidade do Rio de Janeiro A Amazônia Legal perdeu, entre agosto de 2012 e julho de 2013, 5.891 quilômetros quadrados (km²) de cobertura vegetal, uma área quase cinco vezes maior do que a cidade do Rio de Janeiro. Os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram que a devastação foi 29% maior do que no período anterior, entre 2011 e 2012, quando 4.571 km² foram destruídos. Este é o primeiro aumento do índice nos últimos quatro anos. “Se o próximo levantamento confirmar o aumento da devastação da cobertura vegetal, podemos ter um sério problema para retomar o seu controle. Mas, mesmo que não haja esse crescimento, não podemos nos contentar com um corte de mais de 5 mil quilômetros quadrados de floresta. Ela vai acabar do mesmo jeito, mais rápida ou mais lentamente”, alertou Paulo Moutinho, pesquisador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam). Embora a Amazônia Legal seja composta por nove estados, 59,1% do desmatamento mapeado ocorreram em apenas dois: Pará e Mato Grosso. “Dois dos problemas no Pará são a especulação imobiliária e a grilagem em estradas. O aumento do preço do ouro no mercado internacional também aumentou o garimpo na região. No Norte do Mato Grosso, onde estão os grandes produtores de soja, temos que lidar com a expansão da pecuária”, disse Francisco Oliveira, diretor do Departamento de Apoio de Política para o Combate ao Desmatamento na Amazônia, órgão do Ministério do Meio Ambiente. A taxa de desmatamento é verificada com base em 216 imagens detectadas pelo satélite americano Landsat 8/OLI. O Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (Prodes), do Inpe, registra como desmatamento áreas maiores que 6,25 hectares onde ocorreu remoção completa da cobertura florestal, chamado corte raso. Fontes: O Eco, Ministério do Meio Ambiente, WWF-Brasil – via...

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Candidatos à presidência: o que dizem sobre Economia
set19
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Brasileiros não verão sorrisos após eleições
set19

Brasileiros não verão sorrisos após eleições

Sexta-feira, 19 de setembro de 2014, às 12h36 País deve dar prioridade a reformas estruturais para evitar recessão. Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil Edição: Lílian Beraldo Para segurar o aumento de preços, o próximo governante precisará adotar medidas recessivas, acreditam especialistas ouvidos pela Agência Brasil. De acordo com eles, a redução do controle sobre preços administrados (como tarifas públicas e combustíveis nas refinarias) terá impacto temporário na inflação em 2015. Dessa forma, o Banco Central deve manter os juros altos, e o governo vai ter de cortar gastos públicos, o que pode impedir a retomada do crescimento da economia no próximo ano.     “O próximo presidente terá de adotar medidas fortes em 2015, para que a economia volte aos trilhos. Algumas serão impopulares, mas todas são necessárias para recuperar a credibilidade dos investidores na economia brasileira, o que vai destravar o crescimento mais tarde”, diz a professora de economia Virene Matesco, da Fundação Getulio Vargas (FGV). Além disso, serão necessárias reformas estruturais, acreditam os economistas ouvidos pela reportagem. “Para as expectativas melhorarem de forma definitiva e o crescimento ser sustentável, o ideal seriam reformas estruturais, como a redução da carga tributária e a melhoria da infraestrutura”, destaca Virene. O coordenador do curso de economia do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec), Márcio Salvato, considera inevitável a tomada de medidas recessivas no próximo ano. “Não espero que a taxa de crescimento se recupere em 2015. As medidas são como um remédio amargo, com efeitos colaterais em um primeiro momento, mas que curam o doente depois”, alega. O aumento de tarifas em 2015 é praticamente dado como certo pelos economistas porque muitos preços de empresas que prestam serviços públicos ficaram represados nos últimos anos. Além disso, a Petrobras será cada vez mais pressionada a aumentar o preço da gasolina e do diesel por causa do endividamento com a exploração da área pré-sal. “Esse realinhamento de preços poderá ser mais gradual ou mais intenso. Dependerá do interesse do próximo governo em resolver o problema porque quando se segura um preço, todo o sistema de preços fica distorcido”, acredita Virene. “Haverá repique na inflação, mas será momentâneo. Não é uma situação que vai se perpetuar.” Para impedir que a alta das tarifas contamine os demais preços da economia, declaram os especialistas, o próximo governo terá de agir tanto na política monetária quanto na fiscal. Primeiramente, o Banco Central terá de manter os juros altos e tomar medidas de regulação que restrinjam o acesso ao crédito, como o aumento do compulsório, parcela que os bancos não podem emprestar. “Não creio que o Banco Central reduza os juros em 2015. Os...

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