Brasil conquista quatro medalhas em olimpíada de Biologia
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Brasil conquista quatro medalhas em olimpíada de Biologia

Segunda-feira, 22 de setembro de 2014, às 18h29   Agência FAPESP – A delegação brasileira conquistou uma medalha de ouro, duas de prata e uma de bronze na Olimpíada Ibero-Americana de Biologia (Oiab 2014), realizada entre 7 e 13 de setembro no México. Foi o melhor resultado do Brasil na história da competição.   A estudante Leticia Pereira de Souza, do Ceará, ficou com a medalha de ouro. Gabriel Guedes, de São Paulo, e Ana Luiza Smith, da Bahia, conquistaram a de prata; e Mario Anderson, também do Ceará, ficou com a de bronze. Antes de viajar, a equipe participou de um treinamento intensivo com professores das Universidades do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), da Federal Fluminense (UFF) e da Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Eles tiveram aulas teóricas e práticas de Bioquímica, Biotecnologia, Microscopia, Ecologia, Genética, Histologia vegetal e Dissecção de vertebrados e invertebrados. Durante a programação da Oiab, os jovens participaram de duas provas teóricas e uma prática, seguindo o modelo da olimpíada internacional. Além da preparação promovida pelas universidades, a delegação contou com o apoio do Conselho Federal de Biologia, do Conselho Regional de Biologia (CRBIO-02), do Instituto Butantan, do Instituto de Tecnologia ORT, da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da empresa Catalita Soluções. A próxima Oiab será realizada em 2015 em El Salvador. Para participar, o aluno deve antes competir na Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB). Podem se inscrever jovens de no máximo 19 anos, que estejam cursando o ensino médio ou que já concluíram, mas ainda não se matricularam em uma instituição de ensino superior. Mais informações:...

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Chikungunya chega ao Brasil, conforme alerta
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Chikungunya chega ao Brasil, conforme alerta

Segunda-feira, 22 de setembro de 2014, às 18h13 Bahia confirma cinco casos de chikungunya e intensifica combate a mosquitos. O vírus causador da epidemia pode se espalhar pelas Américas e o Brasil, conforme alertou o Instituto Oswaldo Cruz, ainda no mês de abril. Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil Edição: Davi Oliveira Após confirmar cinco casos de chikungunya no município de Feira de Santana, a Secretaria de Saúde da Bahia está intensificando as ações de controle na tentativa de combater os vetores da doença – os mesmos mosquitos que transmitem o vírus da dengue. As ações preventivas incluem a busca ativa de casos suspeitos e a intensificação do trabalho de campo por meio de nebulização do inseticida UBV, processo conhecido como fumacê. Também está sendo feita a eliminação de criadouros do mosquito. Ainda segundo o governo baiano, as secretarias municipais de Saúde já foram orientadas a ficar em alerta para a ocorrência de casos da doença. Leia também: Além da dengue, agora o chikungunya Em nota divulgada na última terça-feira (16), o Ministério da Saúde confirmou os dois primeiros casos de transmissão do chikungunya no território brasileiro. Um homem de 53 anos e a filha, de 31 anos, que moram em Oiapoque, no Amapá, perceberam os sintomas da doença nos dias 27 e 28 de agosto e passam bem. A pasta confirmou ainda 37 casos da doença identificados no país, mas todos contraídos no exterior e desenvolveram os sintomas no Brasil. Assim como a dengue, a febre chikungunya é transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictos, mas só tem um sorotipo, ou seja, cada pessoa só pega a doença uma vez. Os sintomas são os mesmos da dengue: dor de cabeça, febre, dores musculares e nas articulações e podem durar de três a dez...

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