Grupo da Nasa busca evidências químicas de vida extraterrestre
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O veneno do modelo agrícola
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O veneno do modelo agrícola

  Terça-feira, 28 de setembro de 2014, às 18h08   Após impactar o Brasil mostrando as perversas consequências do uso de agrotóxicos em O Veneno está na Mesa, o diretor Sílvio Tendler apresenta no segundo filme uma nova perspectiva. O Veneno Está Na Mesa 2 atualiza e avança na abordagem do modelo agrícola nacional atual e de suas consequências para a saúde pública. O filme apresenta experiências agroecológicas empreendidas em todo o Brasil, mostrando a existência de alternativas viáveis de produção de alimentos saudáveis, que respeitam a natureza, os trabalhadores rurais e os consumidores. Com este documentário, vem a certeza deque o país precisar tomar um posicionamento diante do dilema que se apresenta: Em qual mundo queremos viver? O mundo envenenado do agronegócio ou da liberdade e da diversidade agroecológica? Apoiadores Realização: Caliban Cinema e Conteúdo Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida Fiocruz Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio Bem Te Vi Cineclube Crisantempo. Fonte: ecodesenvolvimento.org, via Portal do Meio...

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Produtos orgânicos em São Paulo
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Produtos orgânicos em São Paulo

Terça-feira, 28 de setembro de 2014, às 09h12 A organização dos agricultores para defender as feiras orgânicas de São Paulo. As feiras sempre foram vistas pelo movimento de agricultura orgânica nacional e internacional como fundamentais para o avanço deste padrão tecnológico. Por colocar diretamente em contato produtor e consumidor, estabelecem-se as condições de confiança e credibilidade que tornam as atividades de troca personalizadas, não impessoais como no mercado convencional, informa o Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo.     “Do ponto de vista do produtor, ao conhecer seus consumidores e suas famílias, o comprometimento com a qualidade do produto deixa de ser uma exigência burocrática e legal, para se tornar uma questão ética e de comprometimento pessoal, afirma a pesquisadora Yara Chagas de Carvalho. Para o consumidor, a feira é um meio de conhecer a procedência dos produtos que consome, além de estimular o consumo de maior gama de produtos de época. Do ponto de vista do movimento, a feira é um local de encontro, troca, difusão de conhecimento, atração de novos adeptos e integração de movimentos sociais diversos, ressalta a pesquisadora. Há cerca de um ano e meio, a prefeitura de São Paulo convidou várias entidades do movimento orgânico do Estado para ajudarem a organizar uma feira semanal nas proximidades do parque Ibirapuera. O objetivo do programa foi estimular a conversão para produção orgânica de agricultores, em todos os municípios da sub-bacia do Guarapiranga. Foi neste cenário que surgiu a feira orgânica no local mais nobre da cidade: o Modelódromo, nas vizinhanças do parque Ibirapuera. A feira reúne produtores de várias regiões do Estado: Botucatu, região metropolitana de São Paulo e Campinas, Vale do Paraíba, Ibiúna, Rio Claro, além do sul de Minas Gerais e também um atacadista certificado que traz produtos da agricultura familiar de todo país. Assuntos relacionados Feiras orgânicas em São Paulo Endereços das Feiras orgânicas em SP e no Brasil A feira logo se tornou aos olhos de todos um local de referência no Estado. A garantia da qualidade orgânica dos produtos é de responsabilidade do Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), mas há de se reconhecer a limitada capacidade de fiscalização. A feira do Ibirapuera assume, assim, o papel de experiência piloto para se construir novas relações com o poder público municipal responsável pelo espaço e pela autorização das feiras e com a esfera federal responsável pela regulação do mercado orgânico. Recentemente, os participantes da feira (produtores e consumidores) foram surpreendidos pela prefeitura de São Paulo (Secretaria de Esportes), informando a impossibilidade de continuidade da feira naquele local. Os agricultores foram gradativamente se mobilizando...

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Feiras orgânicas em São Paulo
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Ferrovia que integrou o sertão marca urbanização do interior
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Ferrovia que integrou o sertão marca urbanização do interior

Terça-feira, 28 de setembro de 2014, às 15h37 Por Claudia Izique Agência FAPESP – A Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, inaugurada em 1914, foi fator crucial para a ocupação econômica de regiões de fronteira agrícola dos Estados de São Paulo e Mato Grosso e para o escoamento da produção do café paulista e da erva-mate mato-grossense até o porto de Santos, na Primeira República.     Em Bauru – km 0 da ferrovia que se estendia por 1.622 quilômetros ao longo do rio Tietê, cruzava o rio Paraná e margeava o Pantanal até Corumbá, em Mato Grosso –, a estrada deixou um legado particularmente importante para a compreensão do processo de urbanização do interior de São Paulo: um complexo de estações, oficinas, escritórios e vilas de funcionários, além de móveis, vagões, locomotivas, documentos, fotos, mapas e projetos. “Algumas dessas construções estão entre as mais importantes do país, por suas dimensões, linguagem arquitetônica e tecnologia”, afirma Nilson Ghirardello, da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação (FAAC) da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Bauru, coordenador do projeto “Estrada de Ferro Noroeste do Brasil/Bauru Km 0”, apoiado pela FAPESP no âmbito de um convênio com o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Estado de São Paulo (Condephaat). Esse patrimônio arquitetônico e urbanístico começou a se formar no início da construção da estrada, em 1905. A ferrovia partia de uma região com pouco mais de 7 mil habitantes – a mais de 300 quilômetros da capital paulista – e avançava pelo sertão, até então povoado por índios caigangues, abrindo novas frentes para o avanço da produção cafeeira no oeste do Estado. Em torno da estrada de ferro formaram-se cidades como Avaí, Presidente Alves, Cafelândia, Lins, Promissão, Araçatuba, entre outras. Em 1917, a ferrovia, até então privada – e pouco rentável –, foi estatizada e a administração central transferida do Rio de Janeiro para Bauru. “Para a cidade foi um marco. Toda a infraestrutura da ferrovia foi reconstruída, as curvas retificadas e as estações reformadas. Isso exigiu a edificação de grandes oficinas para a construção de vagões, envolvendo metalurgia, fundição, carpintaria e estofamento. A estrada deixa de ter uma função exclusivamente de transporte de pessoas e carga para constituir também indústrias”, conta Ghirardello. Em 1996, no âmbito do processo de privatização da Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima (RFFSA), a Noroeste foi arrematada pela Novoeste S.A. e fundida com a Ferronorte e a Ferroban por meio do consórcio Brasil Ferrovias S.A. Atualmente, depois de mais uma cisão e fusão de empresas, a malha da velha Noroeste integra a rede da América Latina Logística. Desde a privatização, os trens de...

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Coleta seletiva de lixo é ampliada em SP
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Caras de pau não, de granito!
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Caras de pau não, de granito!

Terça-feira, 28 de setembro de 2014, às 12h09   Empresa é condenada em ação da AGU a pagar mais de R$ 2 milhões por extração ilegal de granito no Amazonas. ASCOM|AGU – Com a finalidade de proteger o patrimônio mineral brasileiro, a Advocacia-Geral da União (AGU) obteve a condenação de uma empresa a pagar R$ 2,1 milhões a título de indenização por extração ilegal de granito. O processo tramitou na Justiça Federal do Amazonas.     A iniciativa tinha como base fiscalização do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), em setembro de 2011, para averiguação de denúncia em uma mina situada próximo à BR 174, quilômetro 165, no ramal denominado Rumo Novo. A exploração do local era feita pela Pedreira Samaúma Ltda., sediada no município de Presidente Figueiredo/AM. Foi constatada a retirada de 27.285,26 m³ de granito fora dos limites da área autorizada, além da comercialização ilegal do minério, o que resultou em auto de paralisação do funcionamento da mina. Conforme destacado pela AGU nos autos do processo, o dano causado, de acordo com os valores apurados em relatório do Departamento, alcançou R$ 2.128.250,58. O direito ao ressarcimento, segundo a ação da AGU, tinha respaldo no artigo 20, inciso IX, da Constituição Federal, que dispõe que são bens da União “os recursos minerais, inclusive os do subsolo”, em conjunto com o artigo 176, caput e parágrafo 1º, também da Carta Magna. De acordo com os advogados da União, a empresa agiu intencionalmente ao usurpar o minério. “Aquilo que outrora pertencia à sociedade brasileira, na figura do Estado por ela constituído para satisfazer os seus interesses, ilicitamente passou a integrar o patrimônio privado da ré, que, portanto, enriqueceu indevidamente em decorrência da conduta praticada ao arrepio da lei”, ressaltou a AGU em um trecho da ação. Acolhendo o argumento da AGU de que a retirada irregular causou danos ao meio ambiente e ao Tesouro Nacional, a 7ª Vara Federal da Seção Judiciária do Amazonas julgou procedente o pedido de ressarcimento em favor da União. O magistrado que analisou o caso entendeu que “os recursos minerais estão intrinsecamente ligados ao meio ambiente, pelo simples fato de estarem alocados na própria natureza, sendo a sua exploração descontrolada capaz de acarretar graves danos ambientais. Diante dos princípios e regras do Direito Civil – relativos à vedação ao enriquecimento sem causa e a responsabilidade civil por ato ilícito (arts. 186, 884 e 927 do CC) -, bem como dos preceitos da Lei de Improbidade Administrativa (art. 12, I, da Lei n. 8.429/92), os réus possuem o dever de indenizar a União pela quantidade de minérios extraída ilicitamente”, concluiu a decisão. A ação foi ajuizada...

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