Huble capta nova imagem da galáxia LMC
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Amazônia perdeu 402 quilômetros quadrados no mês passado
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Amazônia perdeu 402 quilômetros quadrados no mês passado

Terça-feira, 21 de outubro de 2014 às 17h23   Os dados são do Boletim do desmatamento da Amazônia Legal (setembro de 2014) SAD, elaborado por Antônio Fonseca, Carlos Souza Jr. e Adalberto Veríssimo do Imazon – Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia, que fica no Pará. O SAD detectou 402 quilômetros quadrados de desmatamento na Amazônia Legal em setembro de 2014. Isso representou um aumento de 290% em relação a setembro de 2013 quando o desmatamento somou 103 quilômetros quadrados. Foi possível monitorar 93% da área florestal na Amazônia Legal enquanto que em setembro de 2013 o monitoramento cobriu uma área menor (79%) do território. Em setembro de 2014, o desmatamento concentrou em Rondônia (33%), Pará (23%), seguido pelo Mato Grosso (18%) e Amazonas (12%), com menor ocorrência no Acre (10%), Roraima (4%) e Tocantins (1%). As florestas degradadas na Amazônia Legal somaram 624 quilômetros quadrados em setembro de 2014. Em relação a setembro de 2013 houve um aumento de 3.797%, quando a degradação florestal somou 16 quilômetros quadrados. Desde julho de 2012, a detecção de alertas de desmatamento e de degradação florestal vem sendo realizada na plataforma Google Earth Engine (EE), com a nova versão do SAD EE. Esse sistema foi desenvolvido em colaboração a Google e utiliza o mesmo processo já utilizado pelo SAD, com iamgens de reflectância do MODIS para gerar os alertas de desmatamento e degração florestal. O MODIS é um dispositivo da NASA que orbita a Terra enviando imagens de...

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Amazônia: uma região inigualável, sob o olhar da cobiça
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Amazônia: uma região inigualável, sob o olhar da cobiça

Terça-feira, 21 de outubro de 2014 às 17h07 Gerson Soares O trecho abaixo é sobre o pensamento coletivo de um povo, que há muito tempo vislumbrou uma terra tão rica e bela quanto o Brasil, cada qual com suas belezas naturais, um território localizado no Norte e o segundo no Sul da América. A diferença é que desde os pioneiros, entre os primeiros colonizadores, houve aqueles que entenderam ser muito importante preservar a natureza para que as futuras gerações, não só tivessem a oportunidade de admirá-la, mas também de guardar uma riqueza inestimável e integrante. Leia o trecho do eJournal publicado pelo departamento de Estado dos Estados Unidos da América: – O Serviço Nacional de Parques (NPS) dos EUA administra um sistema que se estende por parques, costas litorâneas, trilhas, monumentos e campos de batalha e que engloba 3,6% de toda a massa continental da nação. A terra e suas formas de vida são reservadas, preservadas e protegidas do asfalto, do crescimento descontrolado e do néon tão disseminados no mundo moderno. As áreas verdes dos parques nacionais – mais de 34 milhões de hectares – devem permanecer inalteradas para as futuras gerações, segundo a lei que criou o Serviço de Parques em 1916. Muitos americanos saem dos parques com a crença certa vez descrita pelo ex-presidente Franklin Delano Roosevelt: “Não há nada tão americano quanto nossos parques nacionais. A paisagem e a vida selvagem são nativas. A idéia fundamental por trás dos parques é nativa. Em resumo, este país é do povo.” A mensagem enleva e apesar de estarem atrasados e vivendo 100 anos depois, os ativistas que trabalham para preservar o Amazonas e também outras áreas do Brasil como o Cerrado, perdem e ganham, ganham e perdem, num vaivém que aos poucos talha porções, destrói árvores centenárias, mata a criação. Cientistas, ecologistas, biólogos, índios, animais, micróbios, plantas e insetos, além de toda a abundância das águas, todos têm alertado há muito tempo sobre a degradação da Amazônia, que sob o olhar da cobiça dos endinheirados ou da ignorância das autoridades, insistem em não lhes dar a atenção necessária. Incansavelmente a natureza se manifesta, através da falta de chuvas em regiões distantes como São Paulo, desertificações, perdas irreparáveis de ecossistemas e bichos. Mas nada parece ser suficientemente claro para que seja compreensível. Por outro lado, a ciência demonstra, através de provas cabais e irrefutáveis, o quanto a região amazônica já foi prejudicada e que mesmo se as degradações cessarem, ainda levará décadas para que a biodiversidade se recupere. Hoje publicamos mais uma reportagem sobre o assunto, a fim de que mesmo polvilhada pelas nuvens, estas informações alcancem o máximo de...

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Nível do Sistema Cantareira está em 3,5%
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Terça-feira, 21 de outubro de 2014 às 05h43 Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil Edição: Marcos Chagas O nível do Sistema Cantareira, chegou em 3,5% ontem (20), de acordo com dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Até domingo (19), o reservatório estava com 3,6% de seu nível. No final da semana passada, a Sabesp informou que restavam apenas 40 bilhões de litros de água da primeira cota da reserva técnica do Cantareira que começou a ser retirada no dia 16 de maio.     Durante depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Sabesp, na Câmara dos Vereadores, a presidente da companhia, Dilma Pena, admitiu que, se não chover nos próximos dias, a primeira parte da reserva técnica pode acabar em meados de novembro. A alternativa seria utilizar a segunda cota do volume morto, autorizada pela Agência Nacional de Águas (ANA) no último dia 17. De acordo com a Sabesp, a segunda cota acrescentará mais 106 bilhões de litros ao sistema. Mas a ANA determinou que o uso dessa cota obedeça regras que garantam o abastecimento da região metropolitana de São Paulo, até abril de 2015, sem prejuízo à bacia hidrográfica dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ). A proposta de retirada gradual da reserva foi encaminha ao órgão federal no dia 10 de outubro, pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo (Daee). A retirada de água da segunda cota do volume morto chegou a ser vetada por uma liminar judicial, mas a decisão foi suspensa pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), desembargador federal Fábio Prieto, a pedido da Sabesp e do Daee. A ação foi proposta pelos ministérios públicos estadual de São Paulo e o federal (MPF), com a intenção de garantir que a primeira parte do volume morto não se esgotasse antes de 30 de...

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Petroquímica de Suape é investigada pelo TCU
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Petroquímica de Suape é investigada pelo TCU

Terça-feira, 21 de outubro de 2014 às 05h01 Pernambuco 247 – Não é só a construção da Refinaria Abreu e Lima, no Complexo Industrial e Portuário de Suape, em Pernambuco, que está sendo alvo de investigação. O Tribunal de Contas da União (TCU) também teria identificado falhas na construção do Complexo Petroquímico que está sendo implantado no local, ao lado da refinaria.     Segundo matéria publicada pelo jornal Folha de São Paulo, o TCU estaria investigando os prazos para a implantação do complexo e os gastos com obra, cujo orçamento passou de R$ 2 bilhões para cerca de R$ 5,5 bilhões. A entrega do complexo estava prevista inicialmente para 2009, mas o projeto só foi finalizado neste exercício. O órgão fiscalizador teria feito vistorias entre 2012 e 2013. Na ocasião os fiscais teriam apontado aumentos de até 100% nos gastos com mão de obra. Além disso, a empreiteira Odebrecht teria sido contratada sem licitação, o que apesar de permitido pela legislação não costuma ser feito pela Petrobras, responsável pela implantação do...

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