Exposição Utopia em SP
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Exposição Utopia em SP

Terça-feira, 28 de outubro de 2014, às 18h29 Museu da Energia de São Paulo promove exposição que revela o universo particular dos paulistanos. Intitulado “Utopia: a cidade que eu quero viver”, evento mostra diferentes olhares sobre uma nova versão de vida e cidadania. De 25 de outubro a 29 de novembro, o Museu da Energia de São Paulo, instituição mantida pela Fundação Energia e Saneamento, promove a exposição fotográfica “Exposição Utopia: a cidade que eu quero viver”. Aberto gratuitamente ao público, o evento acontecerá das 10 às 17 horas. Idealizada pela Via Cultural – Instituto de Pesquisa e Ação pela Cultura, a mostra reúne 40 fotografias que revelam universos particulares de São Paulo registrados pelos próprios moradores da Capital. As imagens captadas foram inspiradas pela ideia de utopia e da ressignificação da cidade e seus espaços. A seleção das fotos que compõem a exposição resulta de um concurso cultural promovido nas redes sociais, convidando os paulistanos a pensarem na cidade sob um olhar poético. A proposta foi de reunir visões múltiplas e cartográficas de São Paulo, apresentando o cotidiano da população por meio de fotos que projetam momentos inspiradores. Serviço Exposição Utopia: a cidade que eu quero viver De 25/10 a 29/11 Horário: das 10 às 17h Local: Alameda Cleveland, 601 – Bairro Campos Elíseos – São Paulo Entrada gratuita Sobre a Fundação Energia e Saneamento Criada em 1998, a Fundação Energia e Saneamento pesquisa, preserva e divulga o patrimônio histórico e cultural do setor de energia e de saneamento ambiental. Atuando em várias regiões do Estado de São Paulo por meio da Rede Museu da Energia e do Núcleo de Documentação e Pesquisa, localizado na capital, realiza ações culturais e educativas que reforcem conceitos de cidadania e incentivem o uso responsável de recursos naturais. Empresas mantenedoras AES Eletropaulo, Sabesp e Cesp Clique no botão para ver todas as imagens em nossa página do facebook Exposição Utopia em...

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WiFi Livre chega à Praça Sílvio Romero
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Governo quer derrubar MP que estende prazo para o fim dos lixões
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Governo quer derrubar MP que estende prazo para o fim dos lixões

Terça-feira, 28 de outubro de 2014, às 16h41 No dia 15/10, a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, declarou a discordância do governo federal quanto à prorrogação do prazo para o fim dos lixões, encerrado em agosto deste ano. O anúncio veio de encontro ao texto da Medida Provisória (MP) 651/14, aprovado um dia antes pela Câmara dos Deputados com a intenção de ampliar o prazo até 2018. Agora, a proposta segue para o Senado. Tanto a extinção dos lixões, quanto a instalação de aterros sanitários para destinação adequada dos resíduos sólidos são metas previstas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos, sancionada em 2010. Outras definições contidas na resolução são a implantação da reciclagem, do reuso e da compostagem, além do tratamento de resíduos e da coleta seletiva. Adiamentos Neste contexto, a elaboração de planos de resíduos sólidos são caracterizados como requisitos para que estados e municípios recebam verbas do governo federal para investir no segmento. Ainda assim, a MP, aprovada na Câmara, amplicou o prazo de entrega destes planos até 2016, sendo a data inicial 2012. “Prorrogar por mais quatro anos para que tipo de solução?”, questionou Izabella. De acordo com ela, a ampliação do prazo perde o sentido na medida em que não são compreendidas as peculiaridades de cada município, tais como os turísticos ou com menos de 50 mil habitantes e aqueles em zona de fronteira, que teriam menos receita. Um dos aspectos destacados pela ministra foram os quase 2,3 mil municípios que cumpriram a lei. “Porque esses cumpriram e os outros não? Essas discussões têm que vir para a mesa para que possamos construir o melhor arcabouço legal para erradicação dos lixões”, avaliou. Ela acrescenta que este tipo de análise é essencial para determinação de critérios sólidos capazes de identificar os reais desafios do Brasil no tratamento de resíduos sólidos. Uma das opções para as cidades que descumpriram o prazo é assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público, que fiscaliza a execução da lei. Os gestores municipais que não se adequaram à política, poderão responder por ação civil pública, por improbidade administrativa e crime ambiental. Fonte: Master Ambiental, com informações da Agência Brasil e do Portal...

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Todos arcarão com a vitória do atual governo
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Todos arcarão com a vitória do atual governo

Terça-feira, 28 de outubro de 2014, às 08h45 – atualizado às 13h20 Assim é a democracia, onde a maioria vence, mesmo que por pouco. Gerson Soares Quem votou a favor de Dilma Roussef, concorda com a pior educação e a maior desvalorização dos professores do ensino público em todos os tempos, onde os alunos brasileiros ficam entre os piores colocados da América Latina, sem citar Europa, América do Norte e Ásia. Concorda com a situação dos hospitais públicos, com os investimentos pífios em saúde perante as estatísticas mundiais. A falta de segurança nos remete a uma das propostas do candidato Aécio Neves, da qual não abriu mão nem mesmo para ter o apoio de Marina Silva, a de mudar a maioridade legal. Essa mudança – que terá no Senado o apoio do eleito José Serra – vai de encontro aos crimes absurdos, como o que foi cometido no bairro do Belém em São Paulo, onde um menor matou um jovem na porta de casa para roubar um celular. E o de outro menor, que disse abertamente à imprensa ter matado a namorada, por motivo fútil, a poucos dias de completar 18 anos, por saber que não seria punido com o rigor que sua frieza merece. Hoje, a população e a polícia temem os bandidos, não por serem covardes, sim porque as leis conferem mais direitos de proteção e defesa aos criminosos, do que aos que procuram ter uma vida dentro daquilo que se espera ser normal, como trabalhar, estudar, construir uma família, ver os filhos e os netos crescerem e um dia morrer em paz. Quem votou a favor da continuidade, concorda que a maior potência da América Latina, que oscila na 7ª posição entre as economias mundiais, permita haver pessoas que sobrevivam da comida e daquilo que recolhem dos lixões nas grandes cidades. Aqueles que não quiseram trocar a presidência concordam que a corrupção é um costume e deve continuar, apesar de todo o empenho da Justiça em desmontar esquemas que beneficiam empresas, partidos e políticos ligados ao atual governo, como vem sendo mostrado e divulgado pela imprensa mundial. Os bilhões desviados, certamente serviriam para melhorar o desenvolvimento do país, justamente nas regiões que apoiaram a continuidade. Que nos perdoem a sinceridade, mas se em doze anos, tudo o que foi descrito aqui não mudou, esperar que nos próximos quatro anos um milagre aconteça é muita ingenuidade. O Rio São Francisco, que assiste a construção de um curso artificial para suas águas, sendo construído há anos sob o pretexto de levar água ao Nordeste e que já consumiu muito mais dinheiro e extrapolou os prazos previstos, que o...

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Cada metade tem o que merece
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Cada metade tem o que merece

Terça-feira, 28 de outubro de 2014, às 07h59 – atualizado às 13h05 Com o país literalmente dividido, Dilma Roussef do Partido dos Trabalhadores recebe da metade da população mais quatro anos para governar o país, uma decisão que fez beirar o desejo de separatismo. Gerson Soares O Brasil já demonstrou isso antes, uma vez por São Paulo e outra pelo Rio Grande do Sul, dois Estados brasileiros que votaram contra Dilma. Separar a nação, que se dividiu entre a parte mais desenvolvida e a mais dependente, é o pensamento que vem a mente da metade que pede mudanças já. A eleição disputadíssima mostrou claramente ao mundo que uma parte do país avança e outra ainda não consegue alcançar independência do governo. Generalizando, a metade que elegeu Dilma Roussef para um segundo mandato, é aquela onde tudo ou quase tudo está atrelado aos favores da máquina governamental, que soube controlar bem os seus investimentos cobrando o retorno dos benefícios doados a essas populações através do bolsa família, auxílio isso e aquilo. Enquanto essa situação for mantida, todo o país pagará caro. Por um lado, aqueles que recebem os benefícios ficam acomodados à situação precária em que vivem e talvez, não enxerguem que com a melhoria do aparelhamento básico que deve obrigatoriamente ser providenciado pelo governo, sua situação já deveria ter melhorado, com melhor educação, desenvolvimento e principalmente justiça. Por outro lado vem o pensamento de quem trabalha para conseguir e almejar uma vida melhor. O Sul e o Sudeste, além do Centro-Oeste que votaram contra Dilma, possuem as áreas mais desenvolvidas do país nos mais diversos setores da economia. Essa infraestrutura foi construída através da industrialização e do comércio, enquanto o Norte e o Nordeste, inclusive Minas Gerais, tiveram experiências mais restritas aos coronéis – grandes proprietários de terras, espécies de senhores feudais modernos que detêm o poder econômico e o povo sob seu jugo. A parte do país que votou a favor de Aécio quer ver a água chegar ao Nordeste, mas esse fenômeno natural, o da seca e desertificação de algumas áreas, foi agravado e explorado ao longo das décadas através da fome e da pobreza. O Brasil remete dinheiro e poder ao Norte e ao Nordeste há tanto tempo que já se perde a conta. A região precisa se desenvolver e quem deve promover isso é o governo que detém as ferramentas para tanto. Os auxílios ajudam, mas parece que a ideia é torná-los perpétuos; ao invés de resolver os problemas, tapa-se o sol com a peneira. E é para isso que chamamos a atenção. Uma visão mais ampla nos leva a esta conclusão. Logicamente que se...

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