ETEC do Tatuapé faz parceria com grafiteiros
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Fechar cruzamentos pode custar R$ 85 e 4 pontos na carteira
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Fechar cruzamentos pode custar R$ 85 e 4 pontos na carteira

  Quarta-feira, 5 de novembro de 2014, às 15h55 Rua Itapura e Emílio Mallet, no Tatuapé é um exemplo da falta de educação e ansiedade de muitos motoristas. O motorista que chega ao bairro, se depara com inúmeros cruzamentos, principalmente entre as ruas Tuiuti e Antonio de Barros no sentido Norte e da Radial Leste até a Rua Emília Marengo em toda a sua extensão – que vai do final da Rua Serra do Japi até se encontrar com a Rua Antonio de Barros. A maioria desses cruzamentos, estão dispostos em linhas retas, devido aos inúmeros loteamentos das antigas chácaras e plantações existentes no bairro. Mas existem outros, que mesmo nem tanto lineares, fazem parte das intersecções mais famosas, como da Rua Francisco Marengo com a Emílio Mallet e Euclides Pacheco e tantos outros, onde o fluxo de veículos vai continuar aumentando. O que esses cruzamentos não têm em comum são os semáforos, determinando o tempo e o fluxo do trânsito, ainda respeitados pelos motoristas, pois a maioria sabe administrar a ansiedade e o seu próprio tempo, já entenderam que a cada dia o bairro recebe mais veículos em suas ruas e não adianta ter tanta pressa nem provocar acidentes. Mas existe uma parcela de espertos e maus motoristas que insistem em fechar os cruzamentos, ultrapassar semáforos no vermelho, forçar a passagem ou atrasar demais, ou seja, dirigir de forma incoerente com o fluxo do qual seu veículo apenas faz parte. Ao contrário do pensam, fechar um cruzamento provoca transtornos e irrita até mesmo os mais pacatos. Os leitos carroçáveis das ruas, como diria a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), são para locomoção dos veículos e todos têm o direito de usá-las, não há privilégios. O ato, se flagrado pelos agentes do CET, gera multa de R$ 85,13 e 4 pontos na carteira do motorista infrator, que se enquadra no artigo 182, parágrafo VII, código 563-00 – parar na área de cruzamentos, prejudicando veículos/pedestres. O ideal seria que cada motorista tivesse consciência de olhar à frente e conduzir com bom senso, respeitando a faixa de pedestres, ciclovias e deixando a via livre para quem cruza, quando o fluxo assim favorecer. No caso da Rua Emílio Mallet e Itapura, vemos motoristas acima da velocidade normal, fechando os outros veículos, buzinando, arriscando suas vidas e a de outros para chegar aos dois colégios existentes nesses locais e desembarcar os filhos. Um péssimo exemplo que será lembrado pelas crianças, que pensarão ser normal dirigir dessa forma. Se a educação e as multas falharem para chamar a atenção dos imprudentes, lembrem-se os motoristas mais afoitos que em pouco tempo, seu familiar, um...

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