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CPI da Petrobras elege deputados do PMDB e do PT para presidente e relator
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CPI da Petrobras elege deputados do PMDB e do PT para presidente e relator

Quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015, às 17h42 Apesar de ter como relator um membro do PT – partido que segundo as apurações estaria no comando das ações que levaram ao escândalo da Petrobras –, oposição consegue instalar uma segunda CPI sobre o Petrolão. Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil Edição: Jorge Wamburg A reunião de instalação da comissão parlamentar de inquérito (CPI) destinada a investigar a prática de atos ilícitos na Petrobras confirmou os nomes dos deputados Hugo Motta (PMDB-PB) e Luiz Sérgio (PT-RJ) na presidência e relatoria do colegiado. Motta foi eleito com o voto de 22 dos 27 integrantes da comissão. Ele concorreu com o deputado Ivan Valente (PSOL-SP), que apresentou candidatura avulsa e recebeu quatro votos. Um voto foi em branco. No início da reunião, Valente também apresentou uma questão de ordem questionando a indicação de parlamentares que receberam doações para a campanha de empresas investigadas na Operação Lava Jato integrar a comissão. O partido pediu a saída desses parlamentares da comissão, ao questionar a isenção de quem recebeu os recursos para apurar irregularidades envolvendo a estatal. A CPI terá prazo de 120 dias para concluir os trabalhos, que podem ser estendidos por mais 60 dias, por decisão do plenário. A finalidade do colegiado é investigar a prática de atos ilícitos e irregulares no âmbito da Petrobras, relacionados a superfaturamento e à gestão temerária na construção de refinarias no Brasil, entre outras denúncias envolvendo a estatal. A comissão foi proposta principalmente por deputados de partidos de oposição para continuar as investigações sobre as denúncias de corrupção na empresa de 2005 a 2015. Após depoimento do ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, um dos presos pela Operação Lava Jato, segundo o qual o esquema de corrupção e pagamento de propina começou em 1997, o PT decidiu pedir que também seja investigado o período em que Fernando Henrique Cardoso foi presidente da República...

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Alckmin apresenta projetos de lei na área de Segurança Pública
fev26

Alckmin apresenta projetos de lei na área de Segurança Pública

Quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015, às 17h21 Entre as propostas está a urgência na votação do projeto de lei que prevê aumento no tempo de internação de adolescentes autores de crimes hediondos. Com o objetivo de apresentar projetos de lei na área de Segurança Pública para o Estado de São Paulo, o governador Geraldo Ackmin e o secretário de Estado da Segurança Pública, Alexandre de Moraes, se reuniram na tarde de ontem (25) com o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, em Brasília. Entre as propostas apresentadas está a solicitação de urgência na votação do projeto de lei que prevê aumento no tempo de internação de adolescentes autores de crimes hediondos. De autoria do governador Geraldo Alckmin, o projeto altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), aumentando para até oito anos o prazo de internação em instituições socioeducativas. Atualmente, o limite máximo é de 3 anos. “A questão hoje do menor reincidente grave é uma preocupação no país inteiro. A questão do código do processo penal é uma burocracia, uma coisa extremamente lenta, cara, custosa, demorada, que pode ser agilizada. Eu diria que as mudanças na legislação ajudarão muito, por isso nós trouxemos quatro propostas”, disse o governador Geraldo Alckmin. Também foi apresentado ao presidente da Câmara um projeto de lei que prevê o agravamento em 50% das penas para quem comete crimes contra agentes de estado. A medida visa reduzir casos de assassinatos de policiais. Um terceiro projeto que foi discutido com Eduardo Cunha prevê o aumento de penas para autores de explosões de caixas eletrônicos. A última proposta foi o pedido de proibição da fabricação de emulsões encartuchadas, as populares bananas de dinamite. A ideia é que sejam substituídas por explosivos modernos já existentes no mercado que são de difícil manipulação para fins criminosos. A mudança depende de decreto presidencial. Do Portal do Governo do...

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Ciclovias enfrentam críticas
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Ciclovias enfrentam críticas

Quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015, às 17h12 As ciclovias já enfrentam duras críticas sobre o alto custo e a verdadeira utilidade. Gerson Soares As manifestações contrárias que chegam dos moradores e comerciantes, referem-se ao estacionamento para os veículos – espaço em plena extinção na cidade – entre outras reclamações. Os custos também estão sendo questionados, já que o quilômetro das ciclovias paulistas chegam a custar o dobro de outros países e até mais. Quando se pensa na utilidade das ciclovias que estão sendo instaladas, como a extensão que acaba de ser inaugurada na Vila Carrão, vem a dúvida sobre o preparo físico dos usuários. O local é bastante acidentado e em relação a Avenida Conselheiro, está localizado em lugar alto com ladeiras que irão colocar qualquer usuário em boa forma, caso contrário terá de empurrar a sua bike em vários trechos. Quando o sentido é outro, a praticidade para quem vai ao trabalho, por exemplo, também não se pode esperar chegar impecável. As mulheres também reclamam, lembrando da vaidade. O fato é que as ciclovias vieram para ficar e na cidade não há mais espaço para estacionar os veículos. Com isso, os estacionamentos particulares cobram quanto querem, luxo reservado para quem pode pagar. A bike acaba sendo uma opção, mas ainda falta muito para estar entre a melhor. No Tatuapé, onde na prática a ciclovia inexiste, o ciclista precisa ficar atento, já que os motoristas disputam o mesmo espaço, e pior ainda, apostando corrida com as bikes (leia a matéria: Disputa de carros e bicicletas no bairro: isto é possível?), que pela melhor mobilidade e agilidade acabam chegando antes dos carros ao final de cada quarteirão, onde o trânsito é cada vez mais...

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Ciclovia no Carrão, liga Rua Taubaté à Atucuri
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Ciclovia no Carrão, liga Rua Taubaté à Atucuri

Quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015, às 13h19 Atualmente a cidade possui 235,3 quilômetros de vias destinadas aos ciclistas. Meta é alcançar 400 quilômetros de ciclovias até o fim do ano. SECOM – A Vila Carrão, na zona Leste da cidade, ganhou nesta quarta-feira (25) uma ciclovia com 2,2 quilômetros de extensão e o prefeito Fernando Haddad visitou o novo trecho na companhia do secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto. A via exclusiva para bicicleta passa pelas ruas Engenheiro Pegado, Rogério Giorgi e João Vieira Prioste, entre as ruas Atucuri e Taubaté, e é, em grande parte, paralela à Avenida Conselheiro Carrão, informa a secretaria executiva de Comunicação da Prefeitura da cidade de São Paulo (SECOM). “A ciclovia se integra a outros investimentos que estão sendo feitos na área da mobilidade, como expansão dos trilhos e a expansão dos corredores e faixas de ônibus. É um projeto difícil porque a malha cicloviária não existe na cidade de São Paulo, então ela não está conectada. Ela só estará plenamente conectada a partir do final do ano. Isso vai começar a sugerir que as pessoas possam pensar a mobilidade de uma maneira diferente”, afirmou Haddad. Atualmente a cidade possui 235,3 quilômetros de vias destinadas aos ciclistas. Desse total, 172,3 quilômetros foram inaugurados desde junho de 2014. Os demais 63 quilômetros foram herdados da gestão anterior. A meta da Prefeitura é viabilizar uma malha cicloviária de 400 quilômetros até o final deste ano. “Estamos ampliando nossa rede cicloviária nos mais diversos pontos da cidade. Trata-se da construção de uma malha que fará ligações com pontos estratégicos de mobilidade, como terminais de ônibus e estações do metrô, além de equipamentos como escolas, praças e bibliotecas”, disse o secretário. Segundo Tatto, o projeto de ciclovia para a região prevê que ela chegue até a Radial Leste. O novo percurso é bidirecional em toda a sua extensão, sempre ao lado da calçada. Em sua demarcação estão sendo utilizados, aproximadamente, 6.000 metros quadrados de sinalização horizontal, 48 placas de trânsito que indicam a circulação exclusiva de bicicletas e 133 placas de regulamentação e advertência. Avenida Paulista e Minhocão Em janeiro deste ano, começaram as obras das ciclovias na Avenida Paulista e sob o Elevado Presidente Costa e Silva (Minhocão). Juntas, as vias somarão quase nove quilômetros exclusivos para as bicicletas. As obras têm previsão de duração de aproximadamente 180 dias. Com quatro quilômetros de extensão, a ciclovia da Avenida Paulista fará conexão com 11 ciclovias ligando às regiões do Centro, Pacaembu, Ibirapuera e Vila Mariana, entre outras. Para o trecho da Avenida Bernardino de Campos, estão previstas ainda obras para aterramento da fiação elétrica. O projeto...

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Bloqueios em rodovias continuam, mesmo com acordo entre governo e caminhoneiros
fev26

Bloqueios em rodovias continuam, mesmo com acordo entre governo e caminhoneiros

Quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015, às 13h19 Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil Edição: Denise Griesinger Mesmo com acordo firmado entre governo e caminhoneiros nessa quarta-feira (25), a categoria mantém diversos pontos de rodovias federais parcialmente ou totalmente bloqueados na manhã de hoje (26). Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF) do Rio Grande do Sul, há 27 trechos interditados pelos manifestantes nas seguintes BRs: 101, 116, 158, 285, 386, 392, 468, 470 e 272. Em Santa Catarina, ainda há 11 pontos de bloqueios com interdição parcial das pistas. Os caminhoneiros ocupam trechos das BRs 116, 282, 470, 158 e 163. No Paraná, as interdições continuam em 18 trechos nas BRs 376, 272, 369, 467, 163, 476, 487, 158, 277 e 373. A PRF informou que carros de passeio, ambulâncias, ônibus e caminhões com cargas perecíveis estão sendo liberados. Na BR-163, em Mato Grosso do Sul, manifestantes bloqueiam os quilômetros 256, 267 e 270, em Dourados, e os quilômetros 614 e 618, em São Gabriel do Oeste. Na BR-463, no quilômetro 102, em Ponta Porã, também há interdição total. Em Mato Grosso, dez interdições iniciadas ontem (24) continuam nas BRs 364, 163 e 70. Segundo a PRF, os manifestantes estão liberando a passagem de caminhões com carga viva e produtos perecíveis, carros de passeio e ônibus. Pela proposta apresentada ontem, o governo promete sancionar a Lei dos Caminhoneiros sem vetos, prorrogar por 12 meses o pagamento de caminhões por meio do Programa Procaminhoneiro, além de criar, por meio de negociação entre caminhoneiros e empresários, uma tabela referencial de frete. Nesse item, os representantes dos caminhoneiros pediram que o governo atue na mediação com os empresários. As manifestações dos caminhoneiros, que tiveram reflexo em mais de dez estados, já provocam desabastecimento de combustível e alimentos em algumas cidades. *Matéria ampliada às 9h57 e às 10h46 para incluir balanços parciais das polícias rodoviárias federais no Paraná, em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul Fila de caminhões na BR-060, que liga Brasília a GoiâniaValter Campanato/Agência...

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