Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa)
abr23
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Compromisso com a Amazônia – Arpa para Vida
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WWF Brasil: Onça-preta no Rio Tapajós
mar17

WWF Brasil: Onça-preta no Rio Tapajós

Terça-feira, 17 de março de 2015, às 12h18   Assista o vídeo Em recente viagem de campo, o WWF registrou a aparição de um dos mais raros predadores da Amazônia, a onça-preta. Enquanto cruzavam o rio Tapajós, nas proximidades do Parque Nacional do Juruena, localizado ao norte do Mato Grosso e sudeste do Amazonas, técnicos da organização avistaram a espécie, que também atravessava o rio ao lado do barco.   Clique na imagem e baixe a publicação do Arpa                   Assuntos relacionados com o ARPA Compromisso com a Amazônia – Arpa para Vida Compromisso com a Amazônia – Arpa para Vida View More Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) View More < > Compromisso com a Amazônia – Arpa para Vida View More < > Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) View More Conheça o Parque Juruena SOS Juruena SOS Juruena View More SOS Juruena SOS Juruena View More O maior felino das Américas O maior felino das Américas View More < > SOS Juruena View More < > SOS Juruena View More < > O maior felino das Américas View More...

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WWF-Brasil leva para Austrália experiência brasileira com os parques nacionais
nov10

WWF-Brasil leva para Austrália experiência brasileira com os parques nacionais

Segunda-feira, 10 de novembro de 2014, às 20h03   WWF | Brasil – A cada dez anos, a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) reúne especialistas de todo o mundo para discutir a situação das áreas protegidas existentes ao redor do planeta. Este ano, o Congresso Mundial de Parques será realizado em Sydney, na Austrália, de 12 a 19 de novembro sob o lema: Parques, pessoas e planeta: inspirando soluções. Já estão confirmados participantes de 168 países em um evento preparado para quase cinco mil pessoas. A contribuição do WWF-Brasil será levar ao congresso reflexões sobre a experiência brasileira na gestão de áreas protegidas e a conexão entre conservação e economia. No Brasil, são mais de 2 mil áreas protegidas que abrigam uma extraordinária soma de biodiversidade, recursos hídricos e serviços ecossistêmicos, mas que ainda não entram nas contas públicas – e privadas – como um dos principais ativos econômicos de que a Nação dispõe. Sem contar que essas áreas são vistas por alguns setores políticos e econômicos como empecilhos ao desenvolvimento. “Os parques nacionais devem ser protegidos, não só pelos seus valores intrínsecos, mas pelo que podem contribuir à economia e à qualidade de vida de todos os brasileiros. Isso tem de estar internalizado nas políticas públicas e fazer parte da preocupação das empresas”, ressalta Jean François Timmers, superintendente de Políticas Públicas do WWF-Brasil. Por isso, uma das discussões que o WWF-Brasil levará ao Congresso Mundial de Parques é uma análise sobre os sistemas de áreas protegidas em economias emergentes e o papel do setor privado na criação e gestão dessas áreas protegidas. “O congresso será uma oportunidade para discutirmos com outros países os desafios comuns e soluções possíveis para que as áreas protegidas sejam consideradas e integradas na economia nacional a partir do reconhecimento de sua biodiversidade e demais serviços ambientais como importantes ativos econômicos”, ressalta Timmers. Segundo ele, o Brasil tem um dos maiores sistemas de áreas protegidas do mundo, mas seu potencial de contribuir para a economia nacional é pouco explorado. Durante o congresso, o WWF-Brasil irá promover eventos paralelos junto com outras organizações para discutir a integração entre economia e conservação e propor uma agenda mínima para fortalecimento dessas áreas nos próximos quatro anos. Também faz parte da programação do WWF-Brasil no evento discutir formas de favorecer ao cidadão o contato com os parques nacionais, mesmo que isso se dê virtualmente. Por isso, um dos eventos paralelos promovidos pela organização durante o congresso irá tratar de tecnologia e uso público como forma de aproximar a sociedade das áreas protegidas. No evento, será lançado o Movimento Caminhos da Mata Atlântica, que consiste em promover o...

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Quântica
jun25

Quântica

Quarta-feira, 24 de junho de 2014 às 14h54   Experimento descreve efeitos de memória em sistemas quânticos Por José Tadeu Arantes Agência FAPESP – Andrei Andreyevich Markov (1856-1922) foi um matemático russo que se notabilizou pelo comportamento político libertário e por seus trabalhos em probabilidade e processos estocásticos. Quase um século depois de sua morte, os substantivos “markovianidade” e “não markovianidade” tornaram-se palavras-chave no estudo da informação e da computação quânticas. Um sistema é dito “markoviano” quando seu comportamento atual não depende do comportamento anterior. Opostamente, um sistema será “não markoviano” quando o comportamento presente depender do comportamento passado. O conceito de “não markovianidade” traz, implícita, a ideia de memória. A relação entre o comportamento não markoviano e o fluxo de informação entre o sistema e seu meio teve sua compreensão acrescida pelo artigo Non-Markovianity through Accessible Information, publicado por Felipe Fernandes Fanchini e colegas na revista Physical Review Letters em 29 de maio. Professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), no campus de Bauru, e pesquisador associado do Abdus Salam International Center for Theoretical Physics (ICTP), em Trieste, Itália, Fanchini trabalha com informação e computação quânticas e desenvolve atualmente a pesquisa “Estudo das correlações quânticas em sistemas quânticos abertos”, com apoio da FAPESP. “Nosso artigo apresentou uma interpretação para a medida de não markovianidade, baseada na dinâmica do emaranhamento quântico em termos de fluxo de informação”, disse o pesquisador à Agência FAPESP. Para entender essa afirmação é necessário dar alguns passos atrás, a fim de estabelecer com maior precisão certos conceitos. Primeiro, o de “não markovianidade”. “A não markovianidade é, basicamente, um efeito de memória do meio. Um sistema dissipativo, que está perdendo coerência, que perde informação para o meio ambiente, é dito não markoviano se o que acontece no presente depende do que aconteceu no passado, isto é, se o modo como dissipa agora depende do modo como dissipou antes”, disse Fanchini. O sistema, nesse caso, é constituído por qubits, ou unidades de informação quântica, que são os análogos quânticos dos bits. Qualquer sistema que admita dois estados quânticos pode ser considerado um qubit. Exemplo disso é a polarização do fóton, que pode ser vertical ou horizontal. Ou o número quântico do spin, que pode ser +1/2 ou -1/2. O bit também é um sistema de dois estados. Mas a grande diferença em relação ao qubit é que o bit pode assumir apenas um estado de cada vez, correspondente ao número zero (0) ou ao número um (1). Tal é a base da lógica binária. Já o bit quântico pode assumir, também, uma superposição dos dois estados – e esta seria a grande vantagem da computação quântica, que,...

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Tietê no auge da cafeicultura
maio10

Tietê no auge da cafeicultura

Tietê: o rio de São Paulo Textos: Professor Fausto Henrique G. Nogueira (IFSP) | Edição: Gerson Soares | Edição de imagens: aloimage No decorrer do século XIX, com o café sendo o maior produto de exportação do país, o Tietê também contribuiu para a expansão da cafeicultura, favorecendo a ocupação em direção ao extremo oeste paulista e a multiplicação de fazendas. No início do século XX e final do XIX desenvolveu-se a prática esportiva. Embora a poluição já fosse um problema, ainda não havia comprometido totalmente o rio que na capital permitia em muitos trechos a recreação, principalmente com os clubes localizados junto à Ponte Grande; foi durante muito tempo um “local pitoresco e aprazível”, onde grande parte da população desfrutou de momentos inesquecíveis. Com isso ganhou fama como área de lazer, reunindo nos finais de semana centenas de pessoas ávidas por diversão. Suas margens, acima de tudo, eram um espaço de festa: piqueniques, partidas de futebol, serenatas, pescarias, provas de remo e natação. Muitos clubes de regatas, como o Clube Esperia inaugurado em 1º de novembro de 1899; ou o Clube de Regatas Tietê, inaugurado em 6 de junho de 1907, ambos situados junto à Ponte Grande, foram surgindo atraídos pela beleza do local. Possuíam “portões” para embarque e desembarque em canoas, piscinas naturais e “cochos” – cercadinhos de madeira feitos dentro do próprio rio, perto da margem, nos quais instrutores dos clubes ensinavam crianças e adultos a nadar. Outros clubes foram fundados às margens do Tietê, como o Sport Club Corinthians Paulista em 10 de setembro de 1910, que tem um par de remos em seu escudo, lembrando a origem ligada ao rio; ou o Clube Esportivo da Penha, em 25 de dezembro de 1935. Nesse período organizaram-se diversas competições famosas como a Travessia de São Paulo a Nado, que teve importantes campeões como Victorio Filellini e João Havelange, ex-presidente da Fifa (Federação Internacional de Futebol Associado). Mocinhas e rapazes elegantes passeavam à beira do Tietê, um dos locais favoritos dos paulistanos para namorar, encontrar pessoas ou desfrutar da natureza. Com o aumento da poluição e a construção das marginais entre os anos 40 e 60 a harmonia existente entre os clubes e o rio foi progressivamente destruída e várias competições foram sendo abandonadas. O remo ainda resistiria por algum tempo, embora rareando, sendo realizada a última regata em 1972, “quando a poluição finalmente venceu os desportistas”. As provas de remo foram transferidas para a Raia Olímpica de Remo da Universidade de São Paulo. Este processo fez com que a cidade perdesse “o seu mais importante recurso natural”. Ao mesmo tempo, o curso do Tietê foi modificado com...

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