O que é Autismo ou transtorno do espectro autista (TEA)?
ago29

O que é Autismo ou transtorno do espectro autista (TEA)?

O TEA é uma condição geral para um grupo de desordens complexas do desenvolvimento do cérebro, antes, durante ou logo após o nascimento. Esses distúrbios se caracterizam pela dificuldade na comunicação social e comportamentos repetitivos. Embora todas as pessoas com TEA partilhem essas dificuldades, o seu estado irá afetá-las com intensidades diferentes.

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Autismo: Planos devem cobrir tratamento completo
maio06

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Planos de Saúde: Justiça concede “tratamento completo” a pacientes com autismo Unimed tentou limitar a atenção mas o Tribunal entendeu que a operadora deve cobrir todo o tratamento prescrito pelo médico. A informação é da advogada Gabriela Guerra.

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Leia a entrevista do professor Collins, diretor do National Institutes of Health – EUA
maio26

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Em entrevista concedida à Agência FAPESP após o término da palestra, Collins falou sobre as perspectivas futuras de colaboração com cientistas brasileiros e sobre os grandes avanços da medicina que deverão despontar nos próximos anos. Agência FAPESP – O que esperar no futuro da parceria com o Brasil e, mais especificamente, com a FAPESP? Francis Collins – O Brasil está crescendo muito rapidamente e muito recurso vem sendo investido em pesquisa e no treinamento de um número crescente de jovens cientistas. Não sou capaz de prever em que posição estará a ciência brasileira daqui a cinco anos, mas quero estar certo de que estaremos intimamente alinhados para aproveitar as oportunidades que serão abertas. Fiquei muito feliz em anunciar, como exemplo, o lançamento desse esforço conjunto com a FAPESP de um projeto sinérgico realmente bom que envolve um pesquisador de Harvard e outro da USP. Cada um deles conta com as habilidades apropriadas para esse incrível projeto que possibilitará descobrir novas drogas. Não estou certo de que poderíamos imaginar algo assim dez ou 15 anos atrás. Uma das razões pelas quais estou feliz de estar aqui, nesta manhã, é a oportunidade de falar com a liderança da FAPESP sobre formas para desenvolver oportunidades mais regulares para esse tipo de proposta conjunta, em que um pesquisador é financiado pelo NIH e outro pela FAPESP. Agência FAPESP – Qual a sua opinião sobre os projetos que são apresentados nessas chamadas conjuntas de propostas? O senhor está satisfeito com os projetos submetidos? Collins – Sim, mas eles poderiam ser mais numerosos. É preciso divulgar e ampliar o conhecimento sobre essas oportunidades. Precisamos deixar mais claro que estamos muito interessados em projetos significativos. Tradicionalmente, muito do que temos feito em parceria com o Brasil tem relação com doenças infecciosas. Como a dengue, por exemplo. Ontem [21/05] estive no [Instituto] Butantan para ver o que está sendo feito em nossa colaboração com o instituto. Um dos objetivos é conseguir uma vacina contra a dengue realmente eficaz, algo desesperadamente necessário, pois a doença está se tornando cada vez mais frequente. Há uma série de oportunidades nas chamadas doenças tropicais negligenciadas, sobre as quais fico feliz em dizer que atualmente são menos negligenciadas. Temos uma longa tradição de trabalho com colegas brasileiros no que se refere à doença de Chagas e, certamente, ainda há mais que poderia ser feito. Há também a leishmaniose, que aparentemente está se tornando mais frequente do que a doença de Chagas. Também há oportunidade em HIV-Aids, com o crescente potencial de desenvolver uma vacina realmente eficaz. Há um início de esforço colaborativo nesse campo. Em todos os lugares que visitei esta semana...

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