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WWF-Brasil pede criação de plano para proteção das  nascentes e mananciais
mar23

WWF-Brasil pede criação de plano para proteção das nascentes e mananciais

Segunda-feira, 23 de março de 2015, às 19h09   WWF-Brasil – Todos sabemos que o Brasil é um país riquíssimo em água. Somos os detentores de 12% da água doce de todo o planeta. Ainda assim, 2014 ficou marcado, e 2015 infelizmente segue pelo mesmo caminho, por uma crise hídrica que afetou milhares de pessoas da região sudeste, deixando bairros reféns do racionamento em São Paulo, ameaçando indústrias e empresas de migração e deixando Rio de Janeiro e Minas Gerais em estado de atenção. No dia em que comemoramos o Dia Mundial da Água, o WWF-Brasil defende que a crise hídrica instalada no nosso país é uma crise de gestão. Há muito que ser feito a curto, médio e longo prazo, mas acreditamos que o foco principal das ações deve ser equacionar a demanda e a oferta de água. Essa equação está desbalanceada nas cidades, onde se concentra mais de 80% da população brasileira atualmente. Para isso, é muito importante que as ações invistam na diminuição da demanda e aumento da oferta.     Nesse sentido, o WWF-Brasil defende que o modelo de gestão de oferta proposto pelas autoridades precisa ser revisto. Somente a construção de novos reservatórios, como vem sendo proposto pelos governos, para aumentar o armazenamento não é suficiente. É preciso aumentar a oferta por meio da proteção de toda a bacia hidrográfica, especificamente da vegetação que protege os corpos d’água e as nascentes. Se não começarmos a investir na proteção para aumentarmos a oferta, corremos o risco de enfrentarmos os mesmos problemas que estamos enfrentando agora: reservatórios secos e/ou abaixo de suas capacidades de abastecimento e de geração de energia hidrelétrica. Portanto, defendemos uma ação robusta e de larga escala de proteção de sistemas de cabeceiras de rios, nascentes e mananciais. Isso só é possível se houver o engajamento e o comprometimento dos setores público, privado e de toda a sociedade. O setor privado, por exemplo, deve atuar além dos muros da fábrica: avaliando os riscos coletivos de toda a bacia hidrográfica e garantindo seu uso múltiplo, além de se comprometer seriamente na redução desses riscos, com o apoio da comunidade local. É primordial que o setor privado participe das instâncias de gestão (comitês de bacia, por exemplo). Por sua vez, o setor público, após décadas de negligência, precisa definir uma agenda estratégica e prioritária, garantindo que no mínimo 0,5% do PIB nacional seja investido na gestão e na preservação das bacias hidrográficas críticas. Não podemos deixar de mencionar que o novo Código Florestal (Lei 12.651/2012) é um grave retrocesso que inevitavelmente provocará crises mais drásticas no futuro. O inciso IV do seu artigo 4º excluiu...

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WWF Brasil: Onça-preta no Rio Tapajós
mar17

WWF Brasil: Onça-preta no Rio Tapajós

Terça-feira, 17 de março de 2015, às 12h18   Assista o vídeo Em recente viagem de campo, o WWF registrou a aparição de um dos mais raros predadores da Amazônia, a onça-preta. Enquanto cruzavam o rio Tapajós, nas proximidades do Parque Nacional do Juruena, localizado ao norte do Mato Grosso e sudeste do Amazonas, técnicos da organização avistaram a espécie, que também atravessava o rio ao lado do barco.   Clique na imagem e baixe a publicação do Arpa                   Assuntos relacionados com o ARPA Compromisso com a Amazônia – Arpa para Vida Compromisso com a Amazônia – Arpa para Vida View More Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) View More < > Compromisso com a Amazônia – Arpa para Vida View More < > Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) View More Conheça o Parque Juruena SOS Juruena SOS Juruena View More SOS Juruena SOS Juruena View More O maior felino das Américas O maior felino das Américas View More < > SOS Juruena View More < > SOS Juruena View More < > O maior felino das Américas View More...

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WWF-Brasil leva para Austrália experiência brasileira com os parques nacionais
nov10

WWF-Brasil leva para Austrália experiência brasileira com os parques nacionais

Segunda-feira, 10 de novembro de 2014, às 20h03   WWF | Brasil – A cada dez anos, a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) reúne especialistas de todo o mundo para discutir a situação das áreas protegidas existentes ao redor do planeta. Este ano, o Congresso Mundial de Parques será realizado em Sydney, na Austrália, de 12 a 19 de novembro sob o lema: Parques, pessoas e planeta: inspirando soluções. Já estão confirmados participantes de 168 países em um evento preparado para quase cinco mil pessoas. A contribuição do WWF-Brasil será levar ao congresso reflexões sobre a experiência brasileira na gestão de áreas protegidas e a conexão entre conservação e economia. No Brasil, são mais de 2 mil áreas protegidas que abrigam uma extraordinária soma de biodiversidade, recursos hídricos e serviços ecossistêmicos, mas que ainda não entram nas contas públicas – e privadas – como um dos principais ativos econômicos de que a Nação dispõe. Sem contar que essas áreas são vistas por alguns setores políticos e econômicos como empecilhos ao desenvolvimento. “Os parques nacionais devem ser protegidos, não só pelos seus valores intrínsecos, mas pelo que podem contribuir à economia e à qualidade de vida de todos os brasileiros. Isso tem de estar internalizado nas políticas públicas e fazer parte da preocupação das empresas”, ressalta Jean François Timmers, superintendente de Políticas Públicas do WWF-Brasil. Por isso, uma das discussões que o WWF-Brasil levará ao Congresso Mundial de Parques é uma análise sobre os sistemas de áreas protegidas em economias emergentes e o papel do setor privado na criação e gestão dessas áreas protegidas. “O congresso será uma oportunidade para discutirmos com outros países os desafios comuns e soluções possíveis para que as áreas protegidas sejam consideradas e integradas na economia nacional a partir do reconhecimento de sua biodiversidade e demais serviços ambientais como importantes ativos econômicos”, ressalta Timmers. Segundo ele, o Brasil tem um dos maiores sistemas de áreas protegidas do mundo, mas seu potencial de contribuir para a economia nacional é pouco explorado. Durante o congresso, o WWF-Brasil irá promover eventos paralelos junto com outras organizações para discutir a integração entre economia e conservação e propor uma agenda mínima para fortalecimento dessas áreas nos próximos quatro anos. Também faz parte da programação do WWF-Brasil no evento discutir formas de favorecer ao cidadão o contato com os parques nacionais, mesmo que isso se dê virtualmente. Por isso, um dos eventos paralelos promovidos pela organização durante o congresso irá tratar de tecnologia e uso público como forma de aproximar a sociedade das áreas protegidas. No evento, será lançado o Movimento Caminhos da Mata Atlântica, que consiste em promover o...

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WWF: Juruena livre de hidrelétricas até 2023
set28
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WWF-Brasil: SOS Juruena
jul12
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Acre cria marco legal para a aprovação de acordos de pesca no estado
out14

Acre cria marco legal para a aprovação de acordos de pesca no estado

A notícia foi veiculada a semana passada pela organização WWF Brasil. Segundo a ONG, “A pescaria deve ser sustentável para manter a conservação do estoque pesqueiro, a que a certificação se destina, da qualidade ambiental dos ecossistemas, bem como atender a todas as legislações locais, nacionais e internacionais”.

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Projeto Ecodrones Brasil: um novo ponto de vista para a conservação
ago30

Projeto Ecodrones Brasil: um novo ponto de vista para a conservação

  Domingo, 30 de agosto de 2015, às 06h59 O WWF-Brasil lança o projeto Ecodrones com foco na proteção ambiental. Assista o vídeo e leia mais sobre esse assunto. Projeto Ecodrones reúne ecologistas em prol da biodiversidade Meio Ambiente Natureza | Ecologia Projeto Ecodrones Brasil: um novo ponto de vista para a conservação...

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Chico Bento é o embaixador da proteção das nascentes do Pantanal
jul12

Chico Bento é o embaixador da proteção das nascentes do Pantanal

Domingo, 12 de julho de 2015, às 10h57   Chico Bento, o simpático personagem criado por Mauricio de Sousa, foi nomeado embaixador da proteção das nascentes do Pantanal. Assista o vídeo.     Na animação produzida com exclusividade, veja o Chico usando seu jeito caipira para conscientizar a população sobre a importância dos rios para o meio ambiente e a qualidade de vida das pessoas. A iniciativa é fruto da inédita parceria entre o WWF-Brasil e a Mauricio de Sousa Produções. Chico Bento, protetor das nascentes do Pantanal WWF-Brasil  ...

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Amazônia acumula 762 mil km² de desmatamento em 40 anos
out31

Amazônia acumula 762 mil km² de desmatamento em 40 anos

Sexta-feira, 31 de outubro de 2014, às 08h32 Isso é o que afirma o estudo do pesquisador do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Inpe. Agência Brasil | Reportagem: Elaine Patricia Cruz | Edição: Nádia Franco Até o ano passado, o desmatamento acumulado na Floresta Amazônica, em 40 anos de análise, somou 762.979 quilômetros quadrados (km²), o que corresponde a três estados de São Paulo ou a 184 milhões de campos de futebol. É o que revela o relatório O Futuro Climático da Amazônia, coordenado pelo pesquisador Antonio Donato Nobre, do Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O relatório, divulgado na tarde desta quinta-feira (30) na Sala Crisantempo, na zona Oeste de São Paulo, reúne várias estudos feitos sobre a região e é destinado à população leiga. O objetivo é universalizar o acesso a mais de 200 estudos e artigos científicos e diminuir o que o pesquisador chama de “ignorância” sobre os problemas ambientais. Nobre calcula que a ocupação da Amazônia já destruiu 42 bilhões de árvores, ou seja, mais de 2 mil árvores por minuto, de forma ininterrupta, nos últimos 40 anos. Somando-se o desmatamento e a degradação (que considera áreas verdes, mas inutilizadas) da floresta, a destruição da Amazônia alcança mais de 2,062 milhões de km². De acordo com o relatório, o desmatamento pode pôr em risco a capacidade da floresta de rebaixar a pressão atmosférica, exportar sua umidade para outras regiões pelos chamados “rios voadores” e regular o clima, induzindo à seca. Os efeitos sobre a Região Sudeste, mais especificamente no estado de São Paulo, que enfrenta uma grande seca, ainda estão sendo estudados, mas Nobre acredita que parte disso seja reflexo do desmatamento da Mata Atlântica e do aquecimento climático. “Estamos na UTI climática”, afirmou o pesquisador, comparando o problema do clima ao de um paciente internado em um hospital. Segundo Nobre, é difícil prever se o “paciente” – no caso, a Amazônia – vai reagir, embora ainda exista uma solução para o problema. “Quando se está no processo de UTI no hospital, o médico vai dizer a que horas você vai morrer? Não vai. Depende do seu organismo e de muitos fatores, e o que o médico pode fazer é o que está ao alcance dele: informar. O que estou fazendo é informando sobre o problema ambiental na Amazônia. E acho que tem uma solução: desmatamento zero para anteontem e replantar em esforço de guerra. Mas, antes disso, um esforço de guerra real é acabar com a ignorância”, enfatizou. De acordo com Nobre, o esforço para zerar o desmatamento é insuficiente, já que é preciso também...

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Ajude a preservar o berço das águas do Brasil
set25

Ajude a preservar o berço das águas do Brasil

  Quinta-feira, 25 de setembro de 2014, às 17h20   WWF-Brasil no Dia do Cerrado O WWF-Brasil promoveu uma campanha de conscientização nos meios online (mídias sociais e web), ao longo do último mês, denominada Salve o Cerrado. A instituição também lançou dois vídeos (assista acima a “Cerrado: berço das águas do Brasil” e clique aqui para assistir “Você conhece o Cerrado?”) e apoiamos a exposição “Cerrado, uma janela para o planeta”, no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília, aberta até 19/10. “Também promovemos um plantio simbólico de mudas de árvores nativas do Cerrado com participação da comunidade, afiliados e parceiros no Parque Ecológico da Asa Sul, em Brasília. Queremos o Cerrado por inteiro e convidamos você a nos ajudar a salvá-lo hoje e nos outros 364 dias no ano. Junte-se ao WWF-Brasil!”   Assuntos relacionados: Brasil não assina a Declaração de Nova Iorque Na Cúpula do Clima, país decepciona ambientalistas Dia Nacional do Cerrado teve pouco a comemorar Ajude a preservar o berço das águas do Brasil...

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Desmatamento na Amazônia Legal aumenta 29% em um ano
set19

Desmatamento na Amazônia Legal aumenta 29% em um ano

Sexta-feira, 19 de setembro de 2014, às 13h01 Foram destruídos 5.891 km², área equivalente a quase cinco vezes a cidade do Rio de Janeiro A Amazônia Legal perdeu, entre agosto de 2012 e julho de 2013, 5.891 quilômetros quadrados (km²) de cobertura vegetal, uma área quase cinco vezes maior do que a cidade do Rio de Janeiro. Os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostram que a devastação foi 29% maior do que no período anterior, entre 2011 e 2012, quando 4.571 km² foram destruídos. Este é o primeiro aumento do índice nos últimos quatro anos. “Se o próximo levantamento confirmar o aumento da devastação da cobertura vegetal, podemos ter um sério problema para retomar o seu controle. Mas, mesmo que não haja esse crescimento, não podemos nos contentar com um corte de mais de 5 mil quilômetros quadrados de floresta. Ela vai acabar do mesmo jeito, mais rápida ou mais lentamente”, alertou Paulo Moutinho, pesquisador do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam). Embora a Amazônia Legal seja composta por nove estados, 59,1% do desmatamento mapeado ocorreram em apenas dois: Pará e Mato Grosso. “Dois dos problemas no Pará são a especulação imobiliária e a grilagem em estradas. O aumento do preço do ouro no mercado internacional também aumentou o garimpo na região. No Norte do Mato Grosso, onde estão os grandes produtores de soja, temos que lidar com a expansão da pecuária”, disse Francisco Oliveira, diretor do Departamento de Apoio de Política para o Combate ao Desmatamento na Amazônia, órgão do Ministério do Meio Ambiente. A taxa de desmatamento é verificada com base em 216 imagens detectadas pelo satélite americano Landsat 8/OLI. O Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal (Prodes), do Inpe, registra como desmatamento áreas maiores que 6,25 hectares onde ocorreu remoção completa da cobertura florestal, chamado corte raso. Fontes: O Eco, Ministério do Meio Ambiente, WWF-Brasil – via...

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A moratória da soja
set03

A moratória da soja

Quarta-feira, 3 de setembro de 2014, às 15h17 A “moratória da soja” é consequência de uma campanha lançada pelo Greenpeace em abril de 2006 a partir de dados que demostraram, a grandes consumidores da Europa – entre as quais, a rede McDonalds –, que a expansão da soja fomentava o desmatamento ilegal na Amazônia. Diante da reação à campanha, a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), a Associação Brasileira dos Exportadores de Cereais (ANEC) – responsáveis pelo comércio de mais de 90% da soja produzida no país – e entidades não-governamentais firmaram um boicote à compra de grãos oriundos de áreas desmatadas na Amazônia após 24 de julho de 2006.     A moratória da soja exigiu não apenas a conformidade ambiental dos produtores do grão como, ainda, o compromisso com o desmatamento ilegal zero. A fim de implementar os termos do acordo, seus participantes criaram o Grupo de Trabalho da Soja (GTS), composto pela Abiove, ANEC, e as entidades Greenpeace, WWF, Ipam e TNC. Em 2008, o acordo recebeu apoio do Governo Federal, por meio do Ministério do Meio Ambiente e do Banco do Brasil, que suspendeu o acesso ao crédito a produtores com identificados como protagonistas de desmatamento ilegal. Além de fornecer aos produtores informações sobre a moratória e as regras do Código Florestal, o GTS desenvolveu um sistema de monitoramento da dinâmica do desmatamento relacionada à produção de soja no bioma amazônico. Paralelamente, os representantes dos compradores assinaram o Pacto pela Erradicação do Trabalho Escravo e incluíram nos contratos de compra de soja cláusulas específicas possibilitando-lhes romper o negócio caso houvesse descumprimento dos termos do acordo. A vigência da moratória da soja correspondeu a um período em que a taxa anual de desmatamento, calculada pelo Prodes, se desacoplou do crescimento da produção agropecuária na Amazônia brasileira. Ou seja: enquanto o desmatamento caiu aos níveis mais baixos desde 1988, a produção agropecuária na região continuou a crescer. Analistas avaliam que esse fato se deveu a um conjunto de medidas e iniciativas adotadas tanto pelo poder público (federal estadual e municipal) quanto pelo Ministério Público, setor privado e ONGs. A moratória da soja é citada como um desses casos. Acordo chega ao fim em dezembro de 2014 Apesar de algumas dificuldades, o acordo entre os integrantes da moratória da soja vinha sendo renovado desde 2007. Porém, no último mês de janeiro, os participantes anunciaram que esta seria a última renovação, com data prevista para até 31 de dezembro de 2014. As associações argumentam que o monitoramento teria indicado que “a expansão da soja não é um importante vetor de desflorestamento do bioma Amazônia”, apontando um estudo...

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