Terça-feira, 26 de maio de 2015, às 05h26


Agência Brasil | Por André Richter
Edição: Marcos Chagas

O juiz federal Sérgio Moro autorizou hoje (25) a transferência do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto e dos ex-deputados federais André Vargas, Luiz Argôlo e Pedro Corrêa para o Complexo Médico-Penal em Pinhais, região metropolitana de Curitiba. Todos são investigados na Operação Lava Jato e estão presos na carceragem da Policia Federal na capital paranaense.

 

Sérgio Moro argumentou que carceragem da Polícia Federal, no Paraná, não comporta "número significativo de presos. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Sérgio Moro argumentou que carceragem da Polícia Federal, no Paraná, não comporta "número significativo de presos. Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

 

Segundo o delegado Igor Romário de Paula, um dos responsáveis pela condução dos inquéritos da Lava Jato, as instalações não têm capacidade para grande número de presos. Com a transferência, os investigados ficarão submetidos às regras do presídio, mas permanecerão em ala reservada.

“De fato a carceragem da Polícia Federal, apesar de suas relativas boas condições, não comporta, por seu espaço reduzido, a manutenção de número significativo de presos. Por isso autorizei anteriormente a remoção de outros presos relacionados à Operação Lava Jato para o Complexo Médico-Penal, local que vinha atendendo satisfatoriamente às condições de custódia dos referidos presos provisórios.”, decidiu Moro.

Os ex-parlamentares André Vargas (sem partido), Luiz Argôlo (SD-BA) e Pedro Corrêa (PP-PE) são acusados de corrupção e lavagem de dinheiro, citados em depoimentos do doleiro Alberto Youssef.

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