“Memórias do Tatuapé na sua estante de livros”


Sexta-feira | 26 de abril, 2019 | 16h43
Atualizações: sábado, 27 às 18h45 | quinta-feira, 2/5 às 19h13

 

PROMOÇÃO VAI ATÉ O DIA 31 DE MAIO OU FINAL DO ESTOQUE

O livro começa com uma "a viagem hipotética" do autor, desde as margens do Rio Tietê, lugar conhecido dos indígenas que o denominaram Tatuapé, no final do século XV. Em seguida, ele segue na direção de outro rio primordial na história da colonização, o Tamanduateí. Daí parte para se encontrar com os personagens que lhe acompanharão nesta história que começa com a chegada dos primeiros colonizadores, "se assim podemos chamá-los".

Leia um trecho do livro sobre a relação do Tatuapé com o Rio Tietê e saiba tudo no site criado para a obra, onde poderá ler outros trechos (abaixo um deles) e adquirir o seu exemplar com um desconto promocional de 10 reais sobre o preço, nos pontos de vendas ou pela internet – neste caso receba-o gratuitamente em sua casa pelos Correios. Você não pode perder essa viagem!

 

 

Trechos das p. 54, 55

No mesmo ano em que os comandados de Manoel da Nóbrega se estabeleceram em Piratininga, outro padre e um membro da corte de Lisboa foram mortos pelos índios. Nós já os conhecemos, são eles João de Souza e Pero Corrêa, que se tornara jesuíta. A hostilidade dos nativos não facilitava a vida dos colonizadores, mesmo daqueles que se uniam a João Ramalho em Santo André da Borda do Campo, onde o povoado foi fortificado por ordem de Martim Afonso que voltou à Pátria portuguesa, mas não se conformava com a perda dos seus homens, comandados por Pero Lobo, seu valoroso oficial. O que pretendemos contar é que depois dos conflitos com o bacharel, os nativos se revoltaram contra os portugueses e essa guerra que começou em 1531, ainda estava longe de terminar. [...]

Se a vida em Santo André da Borda do Campo e São Paulo de Piratininga transcorria com certa tranquilidade ao longo do século XVI, graças à proteção de Ramalho e Tibiriçá, em outras paragens a insegurança reinava. Mesmo esses povoados protegidos sofriam ataques ferozes dos índios contrários. Todavia, por todo o Brasil, diversos foram os líderes indígenas que se bandeavam para um lado e para outro. Aliavam-se aos franceses, em outro momento lutavam ao lado dos portugueses e ainda se tornavam caçadores de índios de tribos inimigas que eram transformados em escravos pelos brancos. Uma atividade que ficaria muito mais evidente com os bandeirantes paulistas, mas que existiu desde a época de Gonçalo da Costa no povoado fundado pelo bacharel em São Vicente, através do antigo Porto de São Vicente, que por causa disso também era conhecido como “porto dos escravos”, como cita Sérgio Buarque de Holanda, em “História Geral da Civilização Brasileira. Época Colonial, tomo I. – As Bandeiras na Expansão Geográfica do Brasil”.

 

Leia as últimas publicações

Recent Videos

Plano Safra é lançado com R$ 225,59 bilhões para produtores
Presidente pede confiança para mudar o Brasil, vídeo
Presidente Bolsonaro concede entrevista à Jovem Pan: balanço dos 100 dias de governo
Itália em São Paulo
Paulo Guedes explica a reforma da Previdência, vídeo
Parceria entre Brasil e Inglaterra em alto mar
Ministro da Justiça e Segurança Pública apresenta projeto de Lei Anticrime
Mensagem do Presidente ao Congresso Nacional
  • Plano Safra é lançado com R$ 225,59 bilhões para produtores

  • Presidente pede confiança para mudar o Brasil, vídeo

  • Presidente Bolsonaro concede entrevista à Jovem Pan: balanço dos 100 dias de governo

  • Itália em São Paulo

  • Paulo Guedes explica a reforma da Previdência, vídeo

  • Parceria entre Brasil e Inglaterra em alto mar

  • Ministro da Justiça e Segurança Pública apresenta projeto de Lei Anticrime

  • Mensagem do Presidente ao Congresso Nacional

Categorias

alotatuape

Autor: alotatuape

Share This Post On

Enviar um Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*