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Festa do pré-sal esconde riscos financeiros e ambientais

Segunda feira, 7 de julho de 2014 às 18h37   Governo e Petrobras celebram avanço do pré-sal sem explicar ao país a viabilidade do investimento em razão do cumprimento das metas de emissões. A presidenta Dilma Rousseff comemora hoje, ao lado de Graça Foster, da Petrobras, a marca de 500 mil barris produzidos por dia no pré-sal. Segundo o governo, o ritmo acelerado da produção comprova como o planejamento foi acertado. Segundo o Greenpeace, a Cerimônia de Comemoração aconteceu nesta manhã, às 11h, na sede da Petrobras no Rio de Janeiro.   Essa festa pode custar caro ao país: a queima das gigantes reservas de petróleo do pré-sal inviabilizariam as metas de redução de emissões fixadas pelo próprio governo no Plano Nacional de Mudanças Climáticas. E essa preocupação não cabe somente àqueles que se interessam pela política do clima, mas também a investidores. Como indaga Martin Wolf, editor do Financial Times, é altamente arriscado investir em combustíveis fósseis num contexto onde governantes devem tomar uma decisão de efetivamente exigir o cumprimento das metas de redução de emissões dos gases de efeito estufa. É essencial avaliar, conjuntamente a esse cenário, os custos ambientais da operação de exploração do pré-sal. Somente com os 500 mil barris por dia serão emitidas 65 milhões de toneladas de CO2 ao ano. Considerando os números totais estimados para as reservas do pré-sal – 80 bilhões de barris – a queima de todo o óleo será responsável pela emissão de 35 bilhões de toneladas de CO2 durante um prazo de 40 anos, mantendo o Brasil entre os dez maiores emissores mundiais. Vale dizer também que os blocos mapeados para a exploração entram em conflito com áreas prioritárias de conservação de biodiversidade em todo o litoral brasileiro, como constata estudo do Greenpeace. Segundo o Ministério do Meio Ambiente, 44% da nossa costa marítima é área prioritária de conservação da biodiversidade, sendo que menos de 3% dessas áreas foram transformadas em Unidades de Conservação. Para piorar, aproximadamente 9% das áreas prioritárias de conservação já foram concedidas para exploração de petróleo. A insegurança em relação ao pré-sal cresce quando se leva em conta as dificuldades técnicas para extrair o petróleo de águas profundas. Aproximadamente uma a cada três plataformas atualmente em operação no Brasil foram construídas há 30 anos ou mais e representam maior probabilidade de vazamentos. É o que mostra o website Lataria, desenvolvido pelo Greenpeace para monitorar as ultrapassadas plataformas que operam na costa brasileira. Dos 102 acidentes registrados no Brasil desde o ano 2000 na exploração petrolífera offshore, 62% aconteceram nas plataformas mais velhas. Apesar disso, o governo ainda não definiu como se dará a execução...

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Educação – Ecologia da Floresta Amazônica
jun20

Educação – Ecologia da Floresta Amazônica

Sexta-feira, 20 de junho de 2014 às 6h02   Agência FAPESP – O Projeto Dinâmica Biológica de Fragmentos Florestais (PDBFF), uma cooperação entre o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e o Smithsonian Tropical Research Institute (STRI), promove entre 7 de outubro e 6 de novembro a 23ª edição do curso de campo intensivo Ecologia da Floresta Amazônica (EFA). O curso, que tem 20 vagas, pertence à grade curricular do Programa de Pós-graduação em Ecologia do Inpa e será realizado na região de Manaus. Serão destinadas outras seis vagas a alunos regulares do Inpa. A preferência é dada a alunos de mestrado, a mestres que ainda não entraram no doutorado e a doutorandos com até um ano de curso em Ecologia ou em áreas afins relacionadas a estudos ecológicos na região neotropical. As atividades incluem pesquisas diárias com etapas de planejamento, coleta e análise de dados e apresentação vespertina dos trabalhos. As noites serão aproveitadas para seminários, excursões noturnas e redação de relatórios científicos. O curso culmina com um projeto individual de pesquisa de sete dias em que cada aluno planeja e executa um estudo, sob a supervisão do corpo docente. As inscrições devem ser feitas pela internet até 1º de julho. Mais informações:...

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Tribo isolada do mundo é descoberta na Amazônia brasileira
jun18

Tribo isolada do mundo é descoberta na Amazônia brasileira

Quarta-feira, 17 de junho de 2014 às 19h13 O Brasil confirmou a existência de uma tribo que vive na Amazônia ocidental, sem qualquer contato com o mundo exterior. Aproximadamente 200 índios foram avistados. A tribo isolada não está “perdida”, nem é desconhecida. Na verdade, suspeita-se que cerca de 2.000 índios morem no Vale do Javari, onde as casas foram vistas do ar.     Segundo autoridades brasileiras, a confirmação da existência da tribo permite que o governo monitore a área e proteja o estilo de vida de seus moradores. As imagens mais recentes revelam que a tribo recém-confirmada planta milho, amendoim, banana e outras culturas. Em 2008, o grupo Survival International (em português, “Sobrevivência Internacional”), lançou fotos de outra tribo isolada perto da fronteira entre Brasil e Peru. As imagens impressionantes revelavam homens visando flechas em direção ao céu, onde os aviões os fotografavam. Segundo o grupo, os indígenas não são contatados, mas são cientes do mundo exterior. Viver separado do resto do globo é uma escolha, um estilo de vida tradicional nas profundezas da floresta amazônica. Como as tribos são isoladas, o contato com o mundo exterior pode ser mortal. Por exemplo, quando missionários contataram a tribo Zo’e em 1987, 45 índios morreram de doenças comuns que nunca haviam encontrado e, portanto, não tinham nenhuma tolerância, incluindo a gripe. No Peru, metade da anteriormente isolada tribo Nahua morreu de doenças após a exploração de petróleo em suas terras, que começou na década de 1980. A exploração de petróleo nas proximidades do Peru também ameaça a tribo recém-confirmada. Outras principais ameaças para o bem-estar desse grupo são a pesca ilegal, a caça, a exploração madeireira, a mineração, a pecuária, as ações missionárias e o tráfico de drogas.   Fonte: LiveScience / HypeScience – Versão: Natasha Romanzoti /...

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Devastação na Amazônia tem sido grosseiramente subestimada: estudo
jun08

Devastação na Amazônia tem sido grosseiramente subestimada: estudo

8 de junho de 2014 às 6h31 – atualizado às 10h55   Rebia – De acordo com um novo estudo liderado pela Universidade de Lancaster e realizado por pesquisadores de 11 universidades e instituições de pesquisa no Brasil e no Reino Unido, o impacto humano sobre a floresta amazônica tem sido grosseiramente subestimado. Os cientistas descobriram que a exploração madeireira e os incêndios nas florestas podem resultar em uma perda anual de 54 bilhões de toneladas de carbono na Amazônia brasileira, aumentando as emissões de gases de efeito estufa. Isto é equivalente a 40% da perda de carbono anual a partir do desmatamento.       Este é o maior estudo já feito para estimar a perda de carbono a partir da exploração madeireira e incêndios florestais ao nível do solo nos trópicos. Ele se baseou em dados de 70 mil amostras de árvores, solo, serapilheira (acúmulo de matéria orgânica morta em diferentes estágios de decomposição) e madeira morta de 225 locais na Amazônia oriental brasileira. Perigo duplo A degradação florestal muitas vezes começa com a exploração madeireira de árvores caras como o mogno e o ipê. O abate e remoção dessas árvores de grande porte muitas vezes danifica dezenas de árvores vizinhas. Uma vez que a floresta é derrubada pela exploração madeireira, muitas lacunas aparecem e todo o ambiente torna-se muito mais seco devido à exposição ao vento e sol, aumentando o risco de incêndios florestais.   A combinação de extração seletiva de madeira e incêndios florestais transforma florestas virgens em um matagal espesso habitado apenas por árvores menores e videiras, que armazenam 40% menos carbono do que florestas não perturbadas pelo homem. Até agora, as políticas para evitar a mudança climática nos trópicos têm se concentrado em reduzir as emissões de carbono a partir apenas do desmatamento, enquanto as emissões provenientes da degradação florestal também representam enorme perigo ao clima do planeta. A principal pesquisadora da pesquisa, Erika Berenguer, da Universidade de Lancaster, disse que os impactos do fogo e da exploração madeireira em florestas tropicais têm sido largamente ignorados pela comunidade científica e pelos políticos, que estão principalmente preocupados com o desmatamento. “Nossos resultados mostram como esses distúrbios podem degradar severamente a floresta, com enormes quantidades de carbono sendo transferidos de matéria vegetal para a atmosfera”, diz Berenguer. “As descobertas também chamam a atenção para a necessidade do Brasil de implementar políticas mais eficazes para a redução do uso do fogo na agricultura, já que os incêndios podem devastar propriedades privadas e fugir para florestas circundantes causando degradação generalizada. Fogo e extração ilegal de madeira precisam ser controlados pelo governo. Essa é a chave para alcançar...

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Dia Mundial do Meio Ambiente
jun06

Dia Mundial do Meio Ambiente

6 de junho de 2014 às 20h17 Gerson Soares O meio ambiente e a data em que se comemora seu dia deveriam ser um marco na história da humanidade que apesar de admirar as belezas do planeta ao mesmo tempo o desfigura com suas ações inconsequentes. Há milhões de anos, antes de o próprio ser humano habitar a Terra, uma catástrofe interrompeu drasticamente a existência dos animais poderosos que por aqui habitavam, os dinossauros, carbonizando bilhões deles instantaneamente. Os efeitos desse desastre espacial, provocado por um meteorito, cujo impacto formou a Cratera de Chicxulub, no México, teve outras consequências e uma delas foram as mudanças climáticas.       A Terra passou por diversos períodos, onde o clima colocou os humanos sob tais condições, que a evolução da espécie provocou mudanças até mesmo em seu sistema muscular esquelético, a fim de se adaptar. Desde que os estudos científicos avançam, o homem identifica novas janelas de conhecimento. Na pré-história utilizou ferramentas para compensar sua fragilidade perante os animais e a natureza, hoje dispõe da tecnologia que avança diariamente em pesquisas. Cientistas divulgam seus trabalhos sobre o clima do planeta e advertem para o aquecimento global, poluição dos mares e do solo há décadas. Mais recentemente, Organizações não governamentais (ONGs) também passaram a engrossar as fileiras daqueles que pretendem assegurar às futuras gerações, o direito de viver num planeta onde o ar possa ser respirado e alertam para o perigo das mudanças climáticas, a matança dos animais, às agressões aos ecossistemas mundiais. O Dia Mundial do Meio Ambiente foi celebrado ontem, 5 de junho, criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas na resolução (XXVII) de 15 de dezembro de 1972, com a qual foi aberta a Conferência de Estocolmo, na Suécia, cujo tema central foi o Ambiente Humano.     A conferência de Estocolmo, realizada entre os dias 5 a 16 de junho de 1972 foi a primeira atitude mundial em tentar organizar as relações do Homem e do Meio Ambiente. Na capital da Suécia, Estocolmo, a sociedade científica já detectava graves problemas futuros por razão da poluição atmosférica provocada pelas indústrias. Os países pensavam que o meio ambiente era uma fonte inesgotável, e que toda ação de aproveitamento da natureza fosse infinita. No entanto, problemas foram surgindo, como o secamento de lagos e rios, o efeito da inversão térmica e as ilhas de calor. Isso levou a uma convenção onde os países se propunham ajudar um ao outro, tendo em vista esses problemas ambientais. Foi então quando a ONU decidiu inaugurar a Primeira Conferência Mundial sobre o Homem e o Meio Ambiente. A decisão foi contestada pelos países e em...

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Grupo da USP levanta volume de dados inédito sobre o Pantanal
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Dia mundial do Meio Ambiente
jun04

Dia mundial do Meio Ambiente

4 de junho de 2014 às 18h14 O Meio Ambiente será lembrado amanhã, 5 de junho. A data foi criada pela Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) na resolução (XXVII) de 15 de dezembro de 1972, com a qual foi aberta a Conferência de Estocolmo, na Suécia, cujo tema central foi o Ambiente Humano. A conferência de Estocolmo, realizada entre os dias 5 a 16 de junho de 1972, foi a primeira atitude mundial em tentar organizar as relações do Homem e do Meio Ambiente. Mas houve desentendimentos entre os países desenvolvidos e os chamados subdesenvolvidos. No início da década de 1980, a ONU retomou o debate das questões ambientais. Indicada pela entidade, a primeira-ministra da Noruega, Gro Harlem Brundtland, chefiou a Comissão Mundial sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, para estudar o assunto. Nesse aspecto, 34 anos já se passaram, e a humanidade tem muito para estudar e no que pensar, ainda. Leia amanhã a reportagem completa. Nos desculpamos com nossos leitores, pela falta da publicação sobre o Dia Mundial do Meio Ambiente, a reportagem será publicada amanhã...

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Subprefeituras comemoram o Dia do Meio Ambiente
jun04

Subprefeituras comemoram o Dia do Meio Ambiente

04 de junho de 2014 às 17h36 O Dia Mundial do Meio Ambiente é celebrado em 5 de junho, mas sua criação ocorreu na Assembleia Geral das Nações Unidas, em 1972, durante a Conferência de Estocolmo (Suécia). A data visa aumentar a conscientização e ação política aos povos e países na preservação ambiental. Neste ano, o foco da data serão as mudanças climáticas, com o tema Aumente sua voz, não o nível do mar. Em São Paulo, as subprefeituras celebram o Dia do Meio Ambiente com atividades gratuitas. Ações promovidas nos bairros são voltadas a públicos de todas as idades. Para comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente (5/6), as subprefeituras promovem atividades de educação ambiental para todos os públicos. As comemorações iniciam às 9h30, desta quinta-feira, na Praça Santíssima Trindade, com atividades especiais para as crianças na região da Subprefeitura Casa Verde. A programação terá apresentação de coral, plantio de mudas e atividades recreativas para as crianças. Ainda na zona Norte, a partir das 14h, haverá roda de conversa sobre A Sustentabilidade na nossa região… É fato ou boato, no CEU Jaçanã. O encontro terá a presença de especialistas em meio ambiente, personalidades do setor público, privado e população local. Na zona Leste, acontecerá a 3ª edição do Canteiro não é lixeira, no CEE Centro Educacional Esportivo Vicente Ítalo Feola (Clube da Vila Manchester), no bairro Aricanduva. A partir das 10h, os moradores estão convidados a participar de diversas atividades, como: oficinas de hortas verticais, reaproveitamento de materiais recicláveis, distribuição de mudas e a exposição de tenda de zoonoses. A iniciativa quer conscientizar a população a não jogar lixo em calçadas, canteiros, ruas e terrenos baldios. Para os alunos da EMEF Prof. Carlos Rizzini, a atividade será o workshop Verde que te quero ver de perto, nas trilhas da centenária Praça Floriano Peixoto, em Santo Amaro, com a equipe de engenheiros agrônomos da subprefeitura da região. A ação terá início às 10h30 e ao final, os estudantes participarão de encontro com contadores de histórias do grupo Línguas Encantadas e Encantantes. Exposições Ainda no dia 5, às 19h, será realizada a abertura da exposição fotográfica Jardins Secretos, de Alexandre Ozório. O fotógrafo registra a força da natureza, em pleno centro de Santo Amaro. Com curadoria da Casa de Cultura Cora Coralina, a mostra ficará aberta ao público até 5 de julho no saguão do Paço Cultural Júlio Guerra. Para fechar as celebrações, no sábado (7), a partir das 10h, os moradores de Guaianases poderão retirar mudas de plantas ornamentais e sementes de cacto, camomila, couve, brócolis, alface e rúcula, no Parque Linear Guaratiba. A iniciativa é uma parceira entre...

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Plantas desempenham papel mais importante do que se pensava na limpeza da atmosfera
jun01

Plantas desempenham papel mais importante do que se pensava na limpeza da atmosfera

Uma pesquisa recente afirma que a vegetação desempenha um papel maior do que o pensado na limpeza da atmosfera. Graças a observações, estudos de expressão gênica e modelagem por computador, os pesquisadores puderam demonstrar que as plantas caducifólias absorvem cerca de um terço mais poluentes químicos atmosféricos de do que se pensava anteriormente. Segundo os cientistas, as plantas ativamente consumem certos tipos de poluentes. A equipe focou em uma classe de substâncias químicas conhecidas como compostos orgânicos voláteis oxigenados, que podem ter um impacto a longo prazo sobre o ambiente e a saúde humana. Os compostos se formam abundantemente na atmosfera, a partir de hidrocarbonetos e outras substâncias químicas que são emitidas de fontes naturais, incluindo plantas, e fontes relacionadas às atividades humanas, incluindo veículos e materiais de construção. Esses compostos ajudam a formar quimicamente a atmosfera e influenciam o clima. Eventualmente, alguns evoluem para pequenas partículas no ar, conhecidas como aerossóis, que têm efeitos importantes sobre as nuvens e a saúde humana. Ao medir os níveis dos poluentes em vários ecossistemas, os pesquisadores determinaram que as plantas caducifólias parecem absorver os compostos a uma taxa inesperadamente rápida, até quatro vezes mais rápida do que se pensava. Essa captação é especialmente rápida em florestas densas, e mais evidente perto do topo das copas das florestas. Tal absorção é responsável por 97% do consumo de poluentes observado no estudo. Mas como as plantas absorvem essas grandes quantidades de substâncias químicas? A equipe descobriu que quando as árvores estão sob estresse, por causa de um ferimento físico ou devido à exposição à poluição por ozônio, por exemplo, elas começam a aumentar drasticamente a sua absorção de poluentes. Ao mesmo tempo, ocorrem mudanças nos níveis de expressão de determinados genes que indicam elevada atividade metabólica nas árvores. Os pesquisadores concluíram então que o consumo de poluentes parece ser parte de um ciclo metabólico maior. As plantas podem produzir substâncias químicas para se proteger de poluentes irritantes e repelir invasores, da mesma forma que o corpo humano pode aumentar sua produção de glóbulos brancos em reação a uma infecção. Mas estes produtos químicos, se produzidos em grande quantidade, podem tornar-se tóxicos para a planta. A fim de metabolizar estes produtos químicos, as plantas começam a aumentar os níveis de enzimas que transformam os produtos químicos em substâncias menos tóxicas. Sendo assim, a planta acaba consumindo também os poluentes do ar, que podem ser metabolizados pelas enzimas. De forma resumida, as plantas podem realmente ajustar seu metabolismo e aumentar a sua absorção de produtos químicos atmosféricos como uma resposta a vários tipos de estresse, o que acaba tendo o efeito colateral de “limpar a...

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O verdadeiro tatu-bola que inspirou o Fuleco, está em extinção
maio31

O verdadeiro tatu-bola que inspirou o Fuleco, está em extinção

Em artigo, pesquisadores sugerem que 1 mil hectares sejam declarados com área protegida na caatinga para cada gol marcado na Copa do Brasil. “Infelizmente, o número de tatu-bolas de verdade que caminham hoje pelas florestas secas da caatinga brasileira é bem menor do que isso. A espécie, conhecida cientificamente como Tolypeutes tricinctus, está ameaçada de extinção (consta como “vulnerável” no Livro Vermelho do ICMBio), assim como o ambiente natural do qual ela depende para sobreviver”, explicou Herton Escobar, de O Estado de São Paulo. A proposta dos pesquisadores está descrita em um artigo publicado na revista científica Biotropica. O autor principal é o biólogo Enrico Bernard, da Universidade Federal de Pernambuco, Laboratório de Ciência Aplicada à Conservação da Biodiversidade. Fonte:...

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Recifes de corais são essenciais para salvar cidades costeiras
maio31
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Mata Atlântica perdeu 235 km² de vegetação em um ano
maio29

Mata Atlântica perdeu 235 km² de vegetação em um ano

Flávia Albuquerque – Repórter da Agência Brasil Edição: Luana Lourenço A Mata Atlântica perdeu 235 quilômetros quadrados (km²) de vegetação de 2012 para 2013, o que representa um aumento de 9% no ritmo da devastação em relação ao último período avaliado (2011-2012), de acordo com o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica, elaborado pela organização não governamental (ONG) SOS Mata Atlântica, em parceria com Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgado na terça-feira (27). A área equivale a 24 mil campos de futebol. Esta é a nona edição do estudo. “A Mata Atlântica é um patrimônio nacional, um bioma extremamente ameaçado, porque uma parte da população brasileira vive nessa área e depende de seus recursos, então o esforço e a participação da sociedade são importantes para que preservemos essas florestas e tenhamos a garantia de serviços ambientais que beneficiam boa parte da população brasileira”, disse a diretora executiva da Fundação SOS Mata Atlântica e coordenadora do atlas, Marcia Hirota. A Mata Atlântica é um dos biomas mais ricos em biodiversidade, com até 60% de suas espécies existindo apenas nessa área. Segundo a SOS Mata Atlântica, a taxa anual de desmatamento registrada neste período é a maior desde 2008, quando foi apontada a perda de 343,1 km² de floresta. Entre 2008 e 2010 a taxa média anual de destruição foi de 151,8 km². Atualmente, restam apenas 8,5% de remanescentes florestais acima de 100 hectares. Somados todos os fragmentos de floresta nativa acima de 3 hectares, restam 12,5% da área original do bioma, que tinha 1,3 milhão de km² quando o Brasil foi descoberto. Ao todo, 17 Estados são abrangidos oficialmente pela Mata Atlântica, e, pelo quinto ano seguido, Minas Gerais foi um dos estados que mais destruíram o bioma, com perda de 84,3 km² de floresta. “Nas edições anteriores, Minas Gerais ocupou o segundo lugar, então o estado sempre esteve no topo do desmatamento da Mata Atlântica. Desde os últimos anos temos feito alertas tanto ao governo do Estado quanto aos diferentes setores para que possamos tirar Minas Gerais do topo da lista, porque é o estado que possui maior área de floresta preservada”. O Piauí aparece em seguida no ranking do desmatamento no período, com menos 66,3 km² de floresta. A Bahia foi o terceiro estado que mais desmatou, com 47,7 km² a menos de vegetação no intervalo avaliado. Em São Paulo, houve queda de 51% no desmate na comparação com o último período. Mesmo assim, o estudo mostra que quase 1 km² de floresta desapareceu entre 2012 e 2013. Nesse período, o Rio de Janeiro registrou perda de 0,1 km². O pesquisador e coordenador técnico do estudo...

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Combate ao aquecimento global passa pela política, diz especialista
maio27

Combate ao aquecimento global passa pela política, diz especialista

Para o ambientalista Fábio Feldmann, a escolha de políticos preocupados com o meio ambiente é fundamental para combater o aquecimento global. De acordo com o ativista, só por meio da política a sociedade pode combater o aumento da temperatura do planeta, causada pela emissão dos chamados gases estufa, como o dióxido de carbono e o enxofre. Esses gases são resultado, principalmente, da queima de combustíveis fósseis como o petróleo e o carvão.   O especialista foi o primeiro palestrante da 13ª Conferência Municipal de Produção Mais Limpa e Mudanças Climáticas, que está sendo realizada nesta terça-feira (27/5). Realizada desde 2001, a conferência reúne membros da iniciativa privada, da administração pública e do terceiro setor para fomentar o desenvolvimento sustentável na cidade. Na opinião de Feldmann, a transição para uma “economia verde” exige a ação do Estado, que deve incentivar o uso de fontes alternativas de energia e promover o consumo consciente. “Precisamos aumentar o engajamento político, na hora de votar é fundamental saber se o candidato tem preocupações com o meio ambiente, as pessoas também precisam se engajar mais, participando de ONGs (Organizações Não Governamentais) e mudando hábitos de consumo, preocupando-se na hora da escolha do produto, sabendo de que forma foi feito”, afirmou o ambientalista. Feldmann foi secretário estadual do meio ambiente entre 1995 e 1998, sendo um dos fundadores da ONG SOS Mata Atlântica e do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, que tem o tem o objetivo de conscientizar e mobilizar a sociedade para a discussão e tomada de posição sobre os problemas gerados pelo fenômeno. Abertura Antes da palestra de Feldmann, aconteceu a mesa de abertura, que contou com a participação de personalidades da política e do ativismo ambiental. Primeiro a falar, o vereador Natalini (PV) destacou a cartilha que será lançada com a retrospectiva de todas as edições da conferência. “Queremos o desenvolvimento do país, mais renda, salário e justiça social. Mas tudo isso com respeito à natureza”, afirmou. Também presente na abertura, o vereador Ricardo Young (PPS) acredita que os cidadãos precisam tomar consciência da importância do meio ambiente. “Está nas nossas mãos fazer diferente. A questão da sustentabilidade está dentro das cidades, elas destroem o ambiente e não devolvem nada para o ecossistema. Esse é um ótimo momento para pensarmos no que temos feito para regenerar os serviços ambientais que destruímos”, disse. Já o diretor de políticas públicas do Greenpeace no Brasil, Sérgio Leitão, lembrou que o descaso com a natureza traz consequências práticas para a sociedade, como a atual crise de abastecimento de água em São Paulo. “Temos uma ameaça de falta de água em nossas casas e também nas empresas, o...

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