Para replicar padrão dos EUA, emendas parlamentares no Brasil deveriam ser de no máximo R$ 6 bilhões
Bráulio Borges — Graduado em Economia e mestre em Teoria Econômica pela FEA-USP, recebeu o Prêmio Tesouro Nacional pela sua dissertação de mestrado em Finanças Públicas. Atuou no departamento econômico da Telefónica e foi professor de Macroeconomia na Pós-Graduação da GVLaw. Atualmente é economista-sênior da área de Macroeconomia da LCA e pesquisador-associado do FGV IBRE. Tomando por base regra recente dos EUA (teto para emendas de 1% das despesas discricionárias), gastos com emendas no Brasil deveriam ter sido de cerca de R$ 2 bilhões em 2024, e não os R$ 44,8 bilhões, como de fato foram. O governo federal...
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