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A opinião e os textos dos colunistas não expressam, necessariamente, a opinião do portal AT Notícias.

O COMÉRCIO DA INSEGURANÇA EM SÃO PAULO


O Tatuapé é apenas um dos locais onde o medo faz parte do lucro

Nova série de reportagens está mostrando como a Segurança virou um negócio e comércio, ao explorar o medo dos moradores no bairro do Tatuapé, na capital paulista

Fatos sobre a insegurança nos locais sob jurisdição do 30º DP que impulsionam o comércio da insegurança

Estamos demonstrando alguns dos fatos apurados em reportagens que colocam em debate um processo sobre vigias noturnos e levantam questionamentos na interpretação da lei e análise de provas a respeito do formato utilizado por essa categoria em São Paulo, por meio do uso de sirenes, enquanto a maioria da população está dormindo.

Além disso, com consequências individuais imprevisíveis, como os distúrbios do sono interferem na saúde, no desempenho profissional e nas atividades diárias.

As matérias sobre as consequências que envolvem a privação e os distúrbios do sono foram publicadas nas editorias de Saúde e Medicina. As publicações não foram feitas, até aqui, com foco em vigias noturnos ou no uso de sirenes. São elaborações de entidades reconhecidas mundialmente, científicas e de institutos conceituados no Brasil e exterior que tratam dos assuntos. Cada uma traz informações no que diz respeito à importância do sono para os seres humanos.
Apenas para citar essa importância, cientistas da USP-SP colaboraram para o controle do sono dos astronautas da Artemis II, que fez um voo até a Lua e de retorno à Terra, documentado diariamente por este portal. Se o sono é tão importante para a nossa existência, como permitir ou fomentar o acionamento de sirenes com 120 decibéis durante o período em que a maioria da população está dormindo ou descansando? A negação a essa resposta pode custar muito caro a todos no Brasil. Entre os países pesquisados pela nossa equipe nenhuma das pessoas imaginaria que isso acontecesse em suas cidades.

Vigias noturnos utilizam sirenes com 120 decibéis durante as noites e madrugadas para marcar sua presença a quem os contrata. Essa atividade está ligada à segurança e ao mesmo tempo utiliza métodos antiquados, proibidos e coloca em risco jurídico quem os contrata, de acordo com entidades reconhecidas. Especialistas em Segurança devidamente estabelecidos, com certificações e treinamento, confirmam que essa atividade está ultrapassada. Mas não é só isso; usando sirenes no período noturno, vigias colocam em risco a saúde das pessoas. Quando todos precisam levantar da cama e trabalhar, eles se retiram. Para muitos o dia começa, para outros a rotina se torna insuportável por não ter dormido devido ao barulho constante das sirenes. Autoridades continuam ignorando a questão.

Imagem: aloart / G. I.

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