Estudo da USP analisa a relação entre estigma social e o uso precoce de substâncias por jovens LGBTQIAPN+
Pesquisa da Faculdade de Medicina da USP indica que o isolamento e o preconceito antecipam o contato com álcool e drogas no Brasil; mulheres bissexuais registram os maiores índices de consumo. O comportamento de risco na juventude é frequentemente associado à curiosidade, mas um novo estudo da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) revela que, para uma parcela da população, esse contato é uma resposta a fatores sociais e estruturais. A pesquisa, publicada no periódico internacional Review of Psychiatry, demonstra que jovens brasileiros da comunidade LGBTQIAPN+ iniciam o consumo de substâncias psicoativas mais cedo e de forma mais frequente...
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