Prática proibida com sirenes na madrugada avança em São Paulo e levanta dúvidas sobre fiscalização
Desde 1993 Séries de reportagens reúnem provas, relatos e estudos sobre o uso de sirenes por vigias noturnos durante a madrugada, enquanto a maioria da população está dormindo ou tentando dormir em meio ao barulho provocado por pessoas que lucram com essa atividade, cujo formato é proibido. Destacamos os impactos à saúde daqueles que não conseguem dormir, pessoas enfermas, nas proximidades de hospitais e casas de saúde, questionamentos legais e a falta de fiscalização em áreas como o Tatuapé, sob o 30º DP. Estamos demonstrando, ao longo de séries de reportagens já publicadas e em andamento — com links disponíveis ao leitor —, fatos apurados que colocam em debate um processo envolvendo vigias noturnos em São Paulo. No centro da discussão está o uso de sirenes que chegam a 120 decibéis. Equipamentos simples, vendidos por cerca de R$ 50, e utilizados de forma recorrente em áreas residenciais. Os fatos levantam questionamentos na interpretação da lei e na análise de provas a respeito do formato utilizado por essa categoria. As reportagens já publicadas reúnem elementos que apontam para irregularidades e para a ausência de fiscalização efetiva por parte do poder público diante de uma prática proibida amplamente disseminada. Na somatória entre fornecer lucro a alguns poucos vigias noturnos e os males que suas atividades causam, a população só tem a perder. Na região do Tatuapé, sob a circunscrição do 30º...
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