Aperfeiçoar o Código Civil e deserdar Suzane Richthofen é resposta urgente a uma sociedade cansada de injustiças
Fernando Marangoni A disputa pela herança do médico Miguel Abdalla Neto, encontrado morto, aos 76 anos, em sua casa, em São Paulo-SP, trouxe ao debate público uma questão que vai além de um caso isolado. Nomeada inventariante do tio, Suzane von Richthofen, condenada a 39 anos e 6 meses pelo assassinato dos próprios pais — um crime que chocou o Brasil em outubro de 2001 — passou, então, a administrar o patrimônio deixado pelo irmão de sua mãe — assassinada a pauladas, enquanto dormia, por ordem da filha. Ao mesmo tempo, a partilha é contestada por Silvia Magnani, que...
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