O presidente brasileiro, Luiz Inácio, o Lula, posou diversas vezes ao lado de Nicolás Maduro. No destaque, Lula e Maduro na rampa de entrada do Palácio do Planalto em Brasília (DF), no dia 29 de maio de 2023.


A Presidência da República declarou na manhã de sábado (3) que condena a ação militar e cobra uma resposta vigorosa da Organização das Nações Unidas (ONU) a respeito da prisão do ditador venezuelano e sua esposa:

“Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional. Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, em que a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo”, disse Lula, por meio das redes sociais”, disse o presidente brasileiro.

Os Estados Unidos não consideram Nicolás Maduro um presidente, mas sim um narcoterrorista. O filho de Lula está sendo acusado no Brasil de receber uma mesada de R$ 300 mil do dinheiro surrupiado dos aposentados, em uma fraude bilionária no INSS, e este é apenas um dos últimos escândalos dos quais o partido liderado participa.

Ele mesmo só ficou elegível para as eleições de 2022 devido às ações no Supremo Tribunal Federal (STF), que decidiu por anular todos os seus crimes devido a um erro jurídico que ficou conhecido como “erro de CEP”. Caso contrário, deveria estar preso.

Lula é contra devolver crianças sequestradas na Ucrânia pela Rússia durante a guerra

Lula, representando todos os brasileiros, se absteve em condenar a atitude de Vladimir Putin e da Rússia em não libertar cerca de 20 mil crianças ucranianas sequestradas às suas respectivas famílias. A delegação brasileira se absteve na ONU. A mesma entidade à qual Lula apela por Maduro e Cilia, que serão julgados pela justiça norte-americana.

O levantamento foi feito pela Universidade de Yale e aponta que esses menores tenham sido levados desde o início da invasão russa em 2022. Um crime de guerra que levou o Tribunal Penal Internacional (TPI) a emitir mandados de prisão contra Vladimir Putin e a comissária russa para direitos das crianças, Maria Lvova-Belova.

A resolução da ONU foi aprovada por 91 votos a favor, 12 contra e 57 abstenções, incluindo a do Brasil, que tem como presidente e representante o senhor Lula.

O documento condena as práticas russas de “reeducação” forçada: crianças são proibidas de falar ucraniano, recebem novos nomes russos e, em alguns casos, são recrutadas para montar drones usados contra sua própria pátria. O levantamento da Yale aponta para mais de 200 instalações na Rússia, onde esses menores são mantidos e submetidos à doutrinação política e cultural.

A delegação brasileira alegou, justificou, que a abstenção se deve ao texto: “O tom do texto não contribui para fomentar o diálogo”.

Portanto, para o governo Lula raptar crianças e modificar para sempre seus pensamentos e outras tantas consequências, precisam de muitas explicações que contribuam para o diálogo. Mas prender um narcoterrorista que impõe o medo e um regime totalitário sobre um país e seu povo, não pode.

Eis o que está nos representando perante a comunidade internacional.


Destaque – Lula e Maduro na rampa de entrada do Palácio do Planalto em Brasília (DF), no dia 29 de maio de 2023: “Temos pressa de retomar as relação com a Venezuela e toda a América do Sul”, disse Lula. Foto: Ricardo Stuckert / PR


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