Opinião


Uma boa administração pública é aquela que age com eficiência, transparência e responsabilidade, seguindo os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Ela busca o interesse público, garantindo que os recursos sejam utilizados da melhor forma para atender às necessidades da sociedade e promover o bem-estar comum.


Partindo desse princípio, definido através de levantamento pela inteligência artificial, portanto um sistema abrangente de pesquisa, encontramos diferenças extremas entre o governo central — que deveria ser regido pelos Três Poderes e dar os melhores exemplos — e a governança paulista formada pela Prefeitura e o Governo do Estado, que atualmente tem trabalhado em conjunto em diversas frentes para alcançar aqueles princípios e metas.

Governo central

Excesso de gastos, conflitos diplomáticos e comerciais com os EUA — parceiro histórico e aliado do Brasil —, acusações de violações dos direitos humanos e uma administração que remete aos tempos da Guerra Fria em países do bloco comunista ou do regime castrista. Salvam-se aqueles que, no Congresso Nacional e nos demais poderes, trabalham arduamente por melhorias, mas por vezes caem no abismo da hipocrisia e da demagogia, infelizmente. Como nas recentes declarações sobre “adultização”.

Lembramos que os direitos das crianças são violados às claras há muito tempo. Exemplos disso são o turismo sexual ou dancinhas, como a famosa dança da garrafa, amplamente divulgada em programas infantis.

Estes são alguns exemplos clássicos de regimes ultrapassados de governo, que travam o avanço e a trajetória do país por décadas. Escândalos e desvios de conduta ocorrem de tempos em tempos, como por exemplo o do INSS, os aumentos de impostos através da IOF ou a supertaxação americana.

Sendo outro fator de atraso nesta gestão governamental, a instabilidade jurídica reflete na economia. Como exemplo, as declarações de um ministro da Suprema Corte, Flávio Dino, que provocaram uma queda brusca na Bolsa de Valores. A ingerência do Judiciário nas mais diversas questões dos demais Poderes da República coroa, até agora, os anos pelos quais metade da população brasileira gostaria de apagar, se levarmos em conta o resultado das eleições de 2022 ou o desmantelamento da Operação Lava Jato.

Entre os exemplos mais recentes, a prisão de um número espantoso de pessoas às quais foram imputadas penas que remetem à Era das Trevas e da Inquisição; as acusações de chantagens a deputados por parte de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal ou o grave avanço de impeachment a um membro da Corte Suprema.

São Paulo

A locomotiva do país, como o estado já foi chamado, se distancia desses constantes embaraços, lubrificando suas engrenagens com projetos e ações, encontrando parceiros internos e do exterior que se sentem seguros para investir, solidarizando-se com a emancipação que está sendo realizada pelas administrações atuais da cidade e do estado de São Paulo.

Enquanto o governo central vai patinando e atrasando o progresso do país com as mais aviltantes intrigas palacianas, envolto em intensas discussões de pautas que em nada elevam a moral do país ou o progresso, com atitudes ultrapassadas há décadas que premiam a inércia, às quais só encontram serventia aos “amigos dos reis” que sorriem enquanto a população padece, São Paulo vai deslanchando e pagando boa parte da conta.

Na semana passada, ao participar de encontro promovido pelo BTG Pactual, da qual também participaram os governadores do Paraná, Ratinho Jr. (PSD); de Goiás, Ronaldo Caiado (União); e do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), declarou sua insatisfação com a atual gestão do governo federal.

“A gente está há 40 anos discutindo sobre a mesma pessoa. Nós não precisamos mais da mentalidade atrasada, da mentalidade de 20 anos atrás. O Brasil não aguenta mais o excesso de gasto. O Brasil não aguenta mais, não tolera mais, aumento de imposto. O Brasil não aguenta mais corrupção. O Brasil não aguenta mais o PT. O Brasil não aguenta mais o Lula.”


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