O último dia da Caminhada pela Liberdade reuniu milhares de manifestantes em Brasília (DF).
A Caminhada pela Liberdade chegou à capital federal sob forte chuva. Milhares de pessoas se reuniram na Praça do Cruzeiro. “Moraes, o Brasil não tem medo de você. Estamos aqui, acima de tudo, para despertar o país. Estamos vivendo um pesadelo terrível. Não conseguimos mais viver neste país”, discursou Nikolas Ferreira (PL-MG).
O parlamentar organizou a Caminhada pela Liberdade, e o grupo percorreu 240 quilômetros a pé, de Paracatu (MG) até Brasília (DF). Desde a chegada, foram realizados atos públicos na Praça do Cruzeiro, além da concentração no Park Way, onde o deputado falou à imprensa sobre a mobilização.
“Quero despertar as pessoas para o que está acontecendo. Hoje, temos o escândalo do Banco Master, um escândalo bilionário envolvendo esposa de ministro, como a do Alexandre de Moraes. Temos também o escândalo do INSS, a chamada ‘mesadinha’ para o filho do Lula”, afirmou.
Durante a mobilização, um raio atingiu manifestantes, deixando dezenas de feridos e algumas pessoas em estado grave. Postagens de grupos de esquerda ironizaram o incidente, atribuindo a descarga elétrica a uma suposta intervenção divina. Parte da mídia deu ênfase ao episódio, deixando de lado o objetivo central do movimento apontado por Nikolas, que, segundo ele, reflete a opinião pública do Brasil.
O país vive em meio a escândalos, problemas fiscais e expectativa de alta inflacionária. Enquanto isso, o atual governo mantém atos considerados populistas, como a destinação de 12 milhões de reais à Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro), realizada neste sábado (24). Cada escola do Grupo Especial recebeu 1 milhão de reais.
“Nós estamos aqui pela liberdade. Pelos perseguidos do 8 de Janeiro”, declarou Nikolas.
Destaque – Imagens: Folha Política / Reprodução
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