Saul Galvão
Um prato simples e muito gostoso, que lembra muito o filé a parmegiana que costuma ser feito em muitos restaurantes de São Paulo.
Ingredientes
4 filés de frango
6 tomates grandes e maduros
1 cebola grande
1 dente de alho
2 colheres de sopa de óleo de milho
4 colheres de sopa de azeite de oliva
1 xícara de chá de vinho branco seco
1 folha de louro
3 ramos de salsinha
1 colher de café de orégano
100 gramas de mussarela em fatias
3 colheres de sopa de parmesão ralado
Sal
Pimenta-do-reino
Utensílios
Uma faca, uma tábua de cozinha, duas frigideiras, uma escumadeira, uma colher de pau, um refratário, papel-alumínio, pratos e recipientes para dispor os ingredientes.
Modo de fazer
Salgue e apimente os filés de frango.
Ferva água numa panela e coloque os tomates. Quando as peles se romperem, escorra, deixe esfriar um pouco, retire as sementes e peles e pique.
Pique também a cebola e o dente de alho.
Esquente o óleo de milho numa frigideira grande e grelhe os filés de frango durante uns 3 ou 4 minutos de cada lado. Verifique o ponto. O frango deve ficar branco, porém não seco demais. Retire, coloque num refratário que possa ir ao forno e à mesa e cubra com papel-alumínio para manter quente.
Esquente o forno. Fogo forte.
Prepare o molho numa outra frigideira. Esquente o azeite de oliva e refogue rapidamente a cebola e o alho. A cebola deve apenas murchar, sem mudar de cor. Fogo médio.
Acrescente o vinho branco e deixe reduzir durante uns 3 minutos. Junte os tomates, a folha de louro, os ramos de salsinha e o orégano.
Cozinhe no fogo baixo durante uns 15 minutos. Salgue, apimente, retire e descarte o louro e a salsinha.
Retire a folha de alumínio do refratário e espalhe o molho de tomate sobre os filés de frango. Disponha as fatias de mussarela sobre o prato e espalhe por cima o parmesão.
Leve ao forno. Quando a mussarela derreter bem e o molho estiver fervendo, o prato estará pronto. Sirva rapidamente.
Sugestões de vinhos
Tintos não muito encorpados e que tenham afinidade com o tomate. Entre eles, o Valpolicella, Chianti, Dolcetto e outros do mesmo grupo. Um bom Cabernet nacional pode ser citado.
Fonte: “A cozinha e seus vinhos – Receitas rápidas com muita classe”, Saul Galvão, Editora Senac – SP, 1999 (415 páginas).