Memristores: os chips que imitam o cérebro
Dispositivos inspirados na plasticidade sináptica unem memória, processamento e novos materiais para criar uma nova geração de sensores e sistemas de inteligência artificial de baixo consumo energético Por Tiago Jokura | Revista Fapesp Em 1971, o engenheiro eletricista filipino Leon Chua previu a existência de um componente eletrônico passivo, capaz de “lembrar” quanta corrente havia passado por ele mesmo após ser desligado. Ele o chamou de memristor, contração de memory resistor. Passaram 37 anos até que a Hewlett-Packard (HP) construísse o primeiro protótipo concreto, em 2008. Hoje, pesquisadores no Brasil transformam essa ideia em algo ainda mais ambicioso: chips...
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