Os benefícios da maçã
mar08

Os benefícios da maçã

As pesquisas já demonstraram que a frequente ingestão da fruta pode ajudar na manutenção da saúde. Os ingleses citam o provérbio: “An apple a day keeps the doctor away”. Tradução: Uma maçã por dia mantém o médico longe.

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Cantinho das Plantas – Sucupira: para dores nas articulações, vídeo
nov29

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Indicada para artrite, artrose e como poderoso anti-inflamatório e analgésico. Mas tome cuidado ao ingerir remédios e plantas sem conhecimento de um médico ou especialista.

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Pau-rosa: sua própria essência quase o levou à extinção
set19

Pau-rosa: sua própria essência quase o levou à extinção

Sexta-feira, 19 de setembro de 2014, às 13h10   Nativa da Floresta Amazônica, o pau-rosa (Aniba rosaeodora) de longe chama atenção por sua beleza e elegância. Os espécimes podem atingir até 30 metros de altura e ter troncos de dois metros de diâmetro. Também conhecida como pau-rosa-mulatinho, pau-rosa-itaúba e pau-rosa-imbaúba, a árvore produz um óleo que é utilizado como essência na formulação de vários perfumes na Europa e Estados Unidos, entre eles o famoso Chanel N.º 5.     O Brasil é o único produtor de óleo de pau-rosa. A exploração começou na década de 1920 e o produto chegou a ser o terceiro colocado na pauta de exportações da Amazônia, ficando atrás apenas da borracha e da castanha. Nos anos 1960, a produção chegou a 500 toneladas por ano, mas declinou com a chegada de uma versão sintética do linalol, principal substância aromática do pau-rosa, e da descoberta de outras espécies com essências semelhantes. Estima-se que nos últimos 40 anos aproximadamente dois milhões de exemplares de pau-rosa foram abatidos em cerca de 10 milhões de hectares da Floresta Amazônica. Para produzir 10 litros de óleo, uma árvore de aproximadamente uma tonelada precisava ser derrubada. Com a árvore no chão, é preciso picotar seu tronco e fervê-lo em uma caldeira para que o óleo evapore com a água e condense – técnica chamada “arraste a vapor”. Antes, a árvore era encontrada em toda a Amazônia. Atualmente, é possível vê-la apenas nos municípios de Parintins, Maués, Presidente Figueiredo e Nova Aripuanã, no Amazonas. Já não há mais exemplares também na Guiana Francesa (onde a planta começou a ser explorada no início da década de 1920), nem nos estados do Amapá e Pará. Em 1992, o pau-rosa entrou para as listas de espécies ameaçadas do Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A árvore também está incluída nas listas oficiais de espécies em extinção da Colômbia e Suriname. Manejo sustentável No final dos anos 1990, um grupo de ecologistas franceses iniciou uma campanha contra os produtos da Chanel. Para conter os ânimos dos ambientalistas, a empresa contratou a ONG Pro-Natura para desenvolver programas sustentáveis de manejo do pau-rosa na Amazônia. No método convencional, a produção do óleo é baseada na destruição total da árvore, cujo tronco é cortado, reduzido a cacos e destilado. Com a nova técnica, apenas as folhas são retiradas. De uma tonelada de folhas é possível extrair 10 quilos de óleo. O rendimento e a qualidade da substância são semelhantes ao obtido com a derrubada da madeira. Na última produção de óleo de pau-rosa, entre 2010 e 2011, foram extraídos e exportados cerca de...

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Dentre as curiosidades sobre a linhaça, cujos primeiros relatos remontam a 5.000 a.C. na Mesopotâmia, é comum encontrarmos uma frase de Mahatma Gandhi (1869–1948) que diz: “No lugar onde a linhaça se converter em um alimento habitual para o povo, melhorará a saúde da população”. Outra forma de exaltar o consumo dessa herbácea faz menção ao rei dos francos Carlos Magno (747–814), considerado o maior soberano da Europa medieval, primeiro monarca a reinar sobre quase toda a Europa ocidental e central. Destacando-se pelo valor guerreiro e habilidade política, também cercou-se de eruditos. No século VIII, dentre outras leis, ele decretou o consumo de semente de linhaça aos seus súditos para que conservassem a saúde. Na 62ª reunião da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) em Julho de 2010, no quesito Nutrição, um dos alimentos abordados foi a semente de linhaça – além do gergelim, quinoa e jerimum, chamados de alimentos funcionais. Durante o encontro, conclui-se que pode-se assim denominá-los por apresentarem propriedades protetoras da saúde, mas também apontou-se para formas seguras de consumo, “uma vez que as sementes são ricas em compostos antinutricionais (…) que comprometem a sua qualidade nutricional ao provocarem efeitos deletérios ao organismo”. Ou seja, para consumir os derivados das sementes de linhaça (óleo e farinha) ou qualquer outro alimento com o intuito de que isso promova benefícios à boa forma do corpo, procure a orientação de uma nutricionista ou informe-se com seu médico se não há problemas em consumí-los. Existe um mito sobre diferenças entre as sementes marrons e douradas, que geram farinhas da mesma coloração, cujos preços do quilo variam, de forma que a primeira tem o valor menor. Segundo especialistas não há nenhuma, a não ser no preço e na adaptação ao tipo solo. No Brasil a que melhor se adaptou foi a marrom, mas a dourada também já é plantada. A linhaça esbanja poder vitamínico e mineral. Em suas composições encontramos propriedades funcionais e também medicinais, graças a compostos antioxidantes, anticancerígenos e renovadores celulares, entre eles os ômega 3 e 6, gorduras poliinsaturadas não produzidas pelo corpo, fibras solúveis, vitaminas B1, B2, C, E, caroteno, ferro, zinco e alguma quantidade de potássio, magnésio, fósforo e...

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