Admirador e conhecedor da boa música e das artes, mais recentemente fascinava-se com o poder da IA (inteligência artificial).
Faleceu no dia 8 de janeiro de 2025, aos 92 anos, Armando Francisco Marengo, neto de Francisco Marengo. Amante das artes, como o avô, há poucas semanas cantou e encantou a família em um conhecido barzinho no Alto da Mooca, onde gostava de cantar acompanhado dos músicos da casa.
Marengo deixou seus últimos escritos neste portal. Em uma crítica literária, argumenta sobre a obra de Machado de Assis e, em outro momento, faz a defesa da personagem Capitú, do livro ‘Dom Casmurro’ do autor.
Ele foi uma das últimas pessoas a conviver no mesmo espaço e no dia a dia do vitivinicultor italiano Francisco Marengo, um dos grandes pioneiros da região que engloba o Tatuapé e Jardim Anália Franco na atualidade.
Música e arte
A música fez parte de sua vida, outra característica que herdou do avô Francisco. Uma das que sempre repetia era o tango “Oblivion”, de Astor Piazolla.
Inseparáveis durante toda a vida, desde que se conheceram, Marengo e Níobe, sua esposa, gravaram juntos estes versos, dedicados ao local onde “se sentiam bem”. Eles adoravam dançar tango, mas dançavam juntos onde a música estivesse presente. “Ele gosta de cantar”, disse Níobe durante uma das apresentações do marido.
Nossas sinceras condolências aos familiares, especialmente à sua esposa Níobe. O amigo deixa saudades e é com pesar que registramos esta notícia.
Marengo nunca desistiu de cantar e se apresentou no seu querido Bar Mooca há poucas semanas. No seu velório, na tarde desta sexta-feira (9), os músicos que o acompanhavam no bar foram até a Avenida Pacaembu, local onde foi velado, para prestar-lhe uma homenagem, tocando choro. Marengo foi sepultado no Cemitério da Consolação, área central de São Paulo.
Destaque – Imagem: Arquivo pessoal da família / Reprodução sob autorização.



