Categoria: Economia

Incerteza Econômica aumenta em outubro, aponta FGV

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getúlio Vargas subiu 2,5 pontos em outubro, para 109,0 pontos. Na métrica de médias móveis trimestrais, o indicador recuou 1,4 ponto, para 108,7 pontos. “Após duas quedas seguidas, a alta do indicador de incerteza no mês foi impulsionada pelo componente de mídia, refletindo o debate público em torno das persistentes incertezas externas relacionadas à política comercial global, principalmente com o aumento, em meados de outubro, das tensões tarifárias entre Estados Unidos e China. O componente de expectativas seguiu a direção contrária e recuou, motivado por uma menor incerteza por parte...

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Isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil: entenda os impactos da mudança

Aprovado pela Câmara dos Deputados, o PL 1087/2025, que isenta do Imposto de Renda quem recebe até R$ 5 mil por mês, deve ser também aprovado pelo Senado Federal. O objetivo é ampliar a faixa de isenção e reduzir a carga tributária sobre a classe média. O principal benefício recai sobre trabalhadores de baixa e média baixa renda, que terão mais fôlego no orçamento. Politicamente, a medida reforça a imagem de justiça fiscal, ao transferir parte do peso tributário para os mais ricos. Mas afinal, quantos brasileiros serão de fato impactados? Dados da PNAD Contínua/IBGE (2025) indicam que cerca...

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Café da manhã pode custar até cinco vezes mais, mostra pesquisa do Procon-SP em padarias

Copo de café coado tem variação de 151% entre cidades e pão de queijo chega a 118%; item mais caro foi encontrado na Capital; Levantamento comparou preços em 10 municípios e na Capital; variações locais chegam a 540%. O simples ato de tomar café da manhã na padaria pode pesar — e muito — no bolso do consumidor, dependendo da cidade ou do estabelecimento escolhido. É o que mostra a segunda edição da pesquisa comparativa de preços do Procon-SP, realizada entre os dias 23 e 26 de setembro na Capital e em dez municípios paulistas. O café coado no...

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Procon-SP pede informações sobre as novas tarifas ‘Básicas’ das companhias aéreas

Restrições à bagagem de mão podem ter impactos além do custo e representam redução na oferta de serviços vinculados às passagens. Em meio a informações sobre redução de serviços abrangidos na compra de passagens aéreas e ao aumento constante dos preços, o Procon-SP está pedindo explicações das companhias aéreas que operam no Brasil sobre a nova modalidade tarifária chamada de “Básica”, que limita o passageiro a levar apenas um item pessoal sem cobrança extra — e exclui até mesmo a tradicional bagagem de mão. As companhias Gol e LATAM já adotaram esse modelo em alguns de seus voos, o...

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Mercado de trabalho segue em alta, mas um terço dos trabalhadores recebem salário-mínimo

Ruído na cultura organizacional é desafio para a população brasileira que, conforme dados do Censo de 2022, continua ativa, mas sem melhorar muito o patamar de renda. “Mercado de trabalho segue em alta, mas revela turbulência na travessia de liderados para líderes”, afirma Alvaro Fernando, músico, escritor e palestrante, ao avaliar o cenário da cultura organizacional. A percepção anda de mãos dadas com a realidade: 37% dos jovens gostariam de fazer parte do time de uma grande empresa sem ocupar um papel de liderança, revelou a pesquisa “Should I Stay or Should I Go? Paradoxos e Referências da Gen...

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Paulistano está redesenhando a cidade com seus hábitos de consumo

Um estudo da Mastercard revela o comportamento dos gastos ao longo do dia e da noite na maior cidade da América do Sul. A geografia dos gastos na maior cidade do Brasil está mudando, os dados comprovam esse fato. O novo estudo do Mastercard Economics Institute, parte da série global Economic Clock, mostra como os paulistanos estão redefinindo o uso da cidade a partir de seus hábitos em refeições fora de casa. O levantamento analisou padrões diários e semanais de consumo presencial em restaurantes e bares da capital paulista, com base em dados agregados e anonimizados da Mastercard. O...

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Café deve ficar mais caro em outubro, prevê ABIC

No dia 1º de outubro, é comemorado o Dia do Café no Brasil, uma data que já trouxe muitas alegrias e consagrou entre os maiores. Mas, prepara-se, não haverá muita comemoração a partir deste mês. A pesquisa “Evolução dos hábitos e preferências dos consumidores de café no Brasil, entre 2019 e 2025”, com 4.032 pessoas, divulgada em setembro pela Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC), mostrou que, em 2025, 63% dos entrevistados afirmaram que o café melhora o humor e a disposição. Para 42%, é um ritual, traz prazer e bem-estar; e 22% relatam se tratar de um...

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Incerteza Econômica retorna ao patamar confortável, analisa FGV

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas recuou 4,2 pontos em setembro, para 106,5 pontos. Na métrica de médias móveis trimestrais, o indicador subiu 0,4 ponto, para 110,1 pontos. “A segunda queda consecutiva do Indicador de Incerteza sugere uma atenuação das pressões externas, com os agentes econômicos já assimilando os efeitos das tarifas norte-americanas, inclusive em alguns dos setores mais expostos. No cenário interno, a perda de fôlego da inflação e a desaceleração da economia alinham-se às previsões dos especialistas, sem gerar ruídos adicionais pelo lado da atividade econômica. No mês, ambos os componentes recuaram,...

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Confiança do Comércio avança em setembro

O índice de Confiança do Comércio (ICOM) do FGV IBRE avançou 1,6 ponto em setembro, para 84,7 pontos, após duas quedas consecutivas. Em médias móveis trimestrais, houve recuo de 1,5 ponto, para 85,0 pontos. “Após dois meses de queda, a confiança do comércio subiu em setembro. No entanto, a alta não representou uma reversão do pessimismo, mas sim uma estabilização em patamar baixo. A deterioração anterior foi puxada principalmente pelas expectativas, que seguem em zona de pessimismo, indicando grande incerteza sobre o ritmo da atividade do varejo nos próximos meses. O momento favorável, de baixo desemprego e renda familiar...

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Confiança de Serviços interrompe a queda dos últimos meses e avança em setembro

Apesar da melhora, a diferença entre o Índice de Situação Atual e o Índice de Expectativas é a pior desde 2009. O Índice de Confiança de Serviços (ICS) do FGV IBRE subiu 1,9 ponto em setembro, para 89,0 pontos, após três quedas seguidas observadas nos últimos meses. Na média móvel trimestral, o índice retraiu 0,6 ponto. “Apesar da alta, o resultado de setembro da confiança de serviços não altera a tendência de desaceleração observada ao fim do terceiro trimestre. Neste mês, notam-se alguns resultados positivos dentre os setores, sobretudo nos serviços prestados às famílias e de telecomunicações. A situação...

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Confiança da Indústria ficou estável em setembro

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) do FGV IBRE subiu 0,1 ponto em setembro, para 90,5 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice recuou 2,1 pontos, para 91,9 pontos. “Após três meses de piora, a confiança da indústria se mantém estável em setembro. A melhora das avaliações sobre o momento atual dos negócios possui característica compensatória após o resultado mais fraco no mês passado, enquanto os estoques continuam em patamar acima do desejável na grande maioria dos segmentos. Quanto ao futuro, o sentimento de pessimismo é notado em todas as categorias de uso. O resultado da sondagem está...

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Confiança do Consumidor avança em setembro

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do FGV IBRE sobe 1,3 ponto, para 87,5 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice avança 0,5 ponto, para 86,8 pontos. “Após oscilar dentro de uma estreita faixa nos últimos três meses, a alta da confiança do consumidor, de setembro, leva o indicador para o maior nível desde dezembro do ano passado e volta a delinear uma lenta recuperação das perdas incorridas no fim de 2024. No entanto, a alta da confiança foi concentrada pela melhora das expectativas, principalmente, pelo indicador de situação econômica futura que subiu em todas as faixas de...

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Confiança do Construção subiu 0,7 ponto em setembro

O Índice de Confiança da Construção (ICST) do FGV IBRE subiu 0,7 ponto em setembro, para 92,3 pontos, após dois meses seguidos de retração. Na média móvel trimestral, o índice cedeu 0,6 ponto. O empresário da construção ficou mais pessimista no terceiro trimestre do ano. O movimento ocorreu nos três grandes segmentos da construção. De todo modo, o trimestre fecha com uma leve alta do Índice de Expectativas: a perspectiva de melhora na demanda nos próximos meses também contribuiu para a diminuição da intenção de demitir, o que pode atenuar a desaceleração percebida na atividade nos últimos meses. A...

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O efeito do tarifaço em agosto não deve se repetir na mesma intensidade nos próximos meses

Pela primeira vez, desde abril de 2024, as importações registraram queda (-2,0%, em valor) na comparação interanual mensal. Um resultado que é compatível com a desaceleração do crescimento da economia. Análises por FGV IBRE Todavia, segundo os dados do Indicador de Comércio Exterior (Icomex) da Fundação Getúlio Vargas e do Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE), as exportações continuam aumentando em relação ao ano de 2024, na base de comparação mensal, tendo um acréscimo de 3,9%. O levantamento mostra que até junho, a variação nas importações sempre superou a das exportações. Em volume, repete-se o mesmo resultado. As exportações...

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Confiança de empresários e consumidores: no compasso da desaceleração econômica

Solange Monteiro ­— Editora da Conjuntura Econômica da FGV IBRE. A Síntese dos Indicadores de Confiança produzidos pelo FGV IBRE aponta que em agosto empresários e consumidores se mostraram menos confiantes, com uma revisão para baixo especialmente no campo das expectativas. O movimento segue a tendência da economia, que no segundo trimestre confirmou a esperada trajetória de desaceleração, conforme divulgou o IBGE esta semana, com uma expansão de 0,4% em relação ao primeiro trimestre do ano, quando o crescimento do PIB foi de 1,3% na mesma comparação. Entre empresários, a queda da confiança foi registrada nos quatro setores analisados...

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Problemas financeiros afetam a saúde mental dos brasileiros, diz Serasa

84% dos brasileiros declaram que problemas financeiros afetam sua saúde mental. 70% já perderam o sono preocupados com dívidas; 65% afirmam se esforçar para esconder suas dificuldades financeiras; 49% já deixaram de buscar ajuda por não conseguir pagar consultas ou terapias; 45% sentem culpa ao pedir dinheiro emprestado. As contas não pagas e a pressão financeira ultrapassaram a esfera econômica e estão comprometendo a saúde mental dos brasileiros. Em pesquisa da Serasa, realizada em parceria com o Instituto de Pesquisa Opinion Box, 84% dos brasileiros afirmam já ter tido a saúde mental afetada por problemas financeiros. Em meio a...

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Reserva de emergência: quanto guardar e como começar, mesmo com pouco dinheiro?

Ahmed Sameer El Khatib — Doutor em Finanças e Educação, Mestre em Ciências Contábeis e Atuariais, pós-doutor em Contabilidade e Administração.  É professor e coordenador do Centro de Estudos em Finanças da Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado (FECAP) e professor adjunto de finanças da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). A instabilidade econômica e o aumento do endividamento das famílias brasileiras reforçam a importância da reserva de emergência como ferramenta essencial de proteção financeira. Ainda assim, muitos trabalhadores adiam esse hábito por acreditarem que é preciso ter muito dinheiro para começar. De acordo com o coordenador do Instituto de Finanças da...

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Os riscos do plano Brasil Soberano

Flávio Ataliba Barreto — Graduado em economia pela Universidade Federal do Ceará (UFC), com doutorado em economia pela EPGE/FGV. Foi pesquisador visitante na Wharton School, Universidade da Pensilvânvia/EUA e Pós-Doutor em Economia Universidade Harvard/EUA e Universidade Técnica de Lisboa/Portugal. Atualmente é professor titular da UFC, Pesquisador Associado do FGV IBRE e Coordenador do Centro de Estudos do Desenvolvimento do Nordeste, do FGV IBRE. João Mário Santos de França — Graduação em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Ceará (UFC) com Doutorado em Economia na EPGE-FGV/RJ. Professor do Programa de Pós-Graduação em Economia – CAEN/UFC onde também coordena o Laboratório...

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Alto nível de inadimplência preocupa em momento de desaceleração econômica, alertam pesquisadores do FGV IBRE

Solange Monteiro ­— Editora da Conjuntura Econômica da FGV IBRE. Alto nível de inadimplência preocupa em momento de desaceleração econômica, alertam pesquisadores do FGV IBRE. A tendência de desaceleração econômica prevista para o segundo semestre no Brasil tem acendido o alerta para um elemento: a saúde financeira das famílias. Mesmo com a taxa de desemprego atingindo o mínimo histórico, o crescimento da população ocupada se dá predominantemente em vagas formais – consideradas de melhor qualidade – e a renda disponível do brasileiro estar em rota de crescimento desde 2022, o nível de endividamento e inadimplência da população permanece alto....

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Inflação desacelera em todas as sete capitais componentes do IPC-S

Todas as sete capitais pesquisadas registraram decréscimo em suas taxas de variação. O IPC-S da segunda quadrissemana de agosto de 2025 subiu 0,09%, resultado abaixo do registrado na última divulgação. Com este resultado, o indicador acumula alta de 4,31% nos últimos 12 meses. São Paulo (0,40%) apresentou a maior taxa de variação, impulsionada principalmente pelos preços de tarifa de eletricidade residencial (4,91%). Por outro lado, Rio de Janeiro (-0,34%) registrou a menor taxa de variação, por influência do comportamento do subitem tarifa de eletricidade residencial (-2,68%). A tabela a seguir, apresenta as variações percentuais dos municípios das sete capitais...

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Inflação acelera em três das sete capitais componentes do IPC-S

Três das sete capitais pesquisadas registraram acréscimo em suas taxas de variação, a informação foi divulgada nesta segunda-feira (11) pela FGV IBRE. O IPC-S da primeira quadrissemana de agosto de 2025 subiu 0,38%, resultado acima do registrado na última divulgação. Com este resultado, o indicador acumula alta de 4,62% nos últimos 12 meses. São Paulo (0,74%) apresentou a maior taxa de variação, impulsionada principalmente pelos preços de tarifa de eletricidade residencial (10,99%). Por outro lado, Rio de Janeiro (-0,04%) registrou a menor taxa de variação, por influência do comportamento do subitem aluguel residencial (-2,81%). A tabela a seguir, apresenta...

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Incerteza Econômica volta a subir, após dois meses em queda

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas sobe 8,0 pontos em julho, para 113,2 pontos, retornando ao nível de incerteza elevada. Na métrica de médias móveis trimestrais, o indicador recua 0,8 ponto, para 110,4 pontos. “Em julho, o Indicador de Incerteza voltou a subir, após dois meses de queda. A alta foi impulsionada pela escalada nas tensões comerciais com os Estados Unidos, com o anúncio do governo norte-americano da intenção de elevar para 50% as tarifas de importação sobre produtos brasileiros. O governo brasileiro tem buscado alternativas e tentado abrir canais de diálogo, mas o...

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Para replicar padrão dos EUA, emendas parlamentares no Brasil deveriam ser de no máximo R$ 6 bilhões

Bráulio Borges — Graduado em Economia e mestre em Teoria Econômica pela FEA-USP, recebeu o Prêmio Tesouro Nacional pela sua dissertação de mestrado em Finanças Públicas. Atuou no departamento econômico da Telefónica e foi professor de Macroeconomia na Pós-Graduação da GVLaw. Atualmente é economista-sênior da área de Macroeconomia da LCA e pesquisador-associado do FGV IBRE. Tomando por base regra recente dos EUA (teto para emendas de 1% das despesas discricionárias), gastos com emendas no Brasil deveriam ter sido de cerca de R$ 2 bilhões em 2024, e não os R$ 44,8 bilhões, como de fato foram. O governo federal...

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Guerra comercial: mais um capítulo

Silvia Matos — Coordenadora do Boletim Macro IBRE, responsável pela elaboração dos Cenários Macroeconômicos do Instituto. É Professora da Graduação e do Mestrado Profissional em Economia e Finanças (MFEE) da FGV EPGE. Possui publicações nas áreas de macroeconomia e crescimento econômico. Bacharel em Ciências Econômicas pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Mestre e Doutora em economia pela Escola de Pós-Graduação em Economia (FGV EPGE). Em um momento com risco de novos choques negativos sobre a economia brasileira, os dados de atividade de econômica referentes ao segundo trimestre têm confirmado uma desaceleração moderada, em linha com nossas projeções. Mesmo com...

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Processos no STF e tarifas americanas mexem com os negócios no Brasil

A instabilidade política, desta vez, alcança a economia de uma forma inesperada desde o dia 9 de julho, atingindo as exportações com as tarifas impostas pelos Estados Unidos, segundo maior parceiro de negócios que deu início a investigações sobre as práticas comerciais brasileiras. O estopim foi o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro e os chamados atos antidemocráticos do dia 8 de janeiro de 2023, somados aos problemas entre empresas norte-americanas e o STF, traduzidos pelo trecho da carta enviada pelo presidente Trump, onde diz que a “[…] Suprema Corte brasileira emitiu centenas de ordens de censura secretas e ilegais...

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Taxação de 50% dos EUA: o que o Brasil pode perder?

João Eloi Olenike — Presidente-executivo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) Leia a análise sobre os impactos para o Governo, consumidores e contribuintes. O presente artigo tem como objetivo oferecer uma análise atualizada, sobre as consequências para o Governo, Consumidores e Contribuintes. Ou seja, o que pode advir da super taxação de 50% imputadas pelos Estados Unidos da América, com as exportações brasileiras para aquele país, que entrarão e vigor a partir de 01 de agosto de 2025. Essa medida unilateral traz impactos significativos para o governo, os contribuintes e os consumidores brasileiros. essa análise considera dados...

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Trump diz que pode conversar sobre tarifas, mas não agora

A repercussão do tarifaço americano ao Brasil não é só política, como querem enfiar goela abaixo dos brasileiros, setores importantes da economia preveem graves consequências que já estão em curso. Aos jornalistas, o presidente americano disse que poderá conversar com o presidente brasileiro “em algum momento, mas não agora”. O ex-presidente Jair Bolsonaro, em postagem no X, disse que recebeu com senso de responsabilidade a notícia do aumento de 10% para 50% das importações brasileiras para os Estados Unidos, comunicada através de carta. “O Brasil caminha rapidamente para o isolamento e a vergonha internacional. A escalada de abusos, censura...

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Tarifa de 50% sobre produtos brasileiros aos EUA preocupam principais setores de exportação

Diversos setores, como o agronegócio, minério de ferro ou petróleo bruto, laranja, aço, café e aeronaves; federações das indústrias de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, entre outros estados, repercutem o aumento da tarifa de exportação imposta pelo presidente americano Donald Trump. Segundo a carta que enviou na quarta-feira (9) ao presidente brasileiro, Trump considerou fatores como as políticas tarifárias e não-tarifárias para sua decisão. Outro fator que deve ser considerado foi a nova Lei nº 15.122, publicada no dia 11 de abril de 2025, conhecida como lei da reciprocidade econômica, que em resumo permite retaliar ações...

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Inflação pelo IPC-S subiu 0,13% na primeira quadrissemana de julho

O IPC-S da primeira quadrissemana de julho de 2025 subiu 0,13%¹ e acumula alta de 3,81% nos últimos 12 meses. Nesta apuração, quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação. A maior contribuição para o resultado do IPC-S partiu do grupo Transportes cuja taxa de variação passou de -0,15%, na quarta quadrissemana de junho de 2025 para -0,27% na primeira quadrissemana de julho de 2025.   Também registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Vestuário (0,31% para -0,08%), Comunicação (-0,07% para -0,25%) e Habitação (0,57% para 0,52%). Em contrapartida, os grupos Saúde e Cuidados Pessoais (-0,02% para 0,05%), Educação, Leitura e Recreação (1,03% para 1,10%), Alimentação (-0,19% para -0,15%) e Despesas Diversas (0,05% para 0,08%) apresentaram avanço em suas taxas de variação. Destaque – Imagem: aloart / G. I. Leia outras matérias desta editoria Dia das Mães deve movimentar R$ 38 bilhões: veja o que o brasileiro vai comprar Pesquisa CNDL/SPC Brasil revela que 127 milhões de brasileiros pretendem presentear em 2026; vestuário e beleza lideram buscas em cenário de cautela financeira. O Dia das Mães consolidou sua posição como a segunda data mais importante para o varejo... Continue lendo Petróleo salta com crise no Oriente Médio e impulsiona exportações do Brasil, aponta FGV Alta ligada à guerra no Irã fortalece vendas externas, mas pressiona importações e reduz saldo...

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Inflação desacelera em quatro das sete capitais componentes do IPC-S

Quatro das sete capitais pesquisadas registraram decréscimo em suas taxas de variação. O IPC-S da primeira quadrissemana de julho de 2025 subiu 0,13%, resultado abaixo do registrado na última divulgação. Com este resultado, o indicador acumula alta de 3,81% nos últimos 12 meses. Recife (0,75%) apresentou a maior taxa de variação, impulsionada principalmente pelos preços de passagem aérea (27,63%). Por outro lado, Salvador (-0,11%) registrou a menor taxa de variação, por influência do comportamento do subitem tomate (-7,29%). A tabela a seguir, apresenta as variações percentuais dos municípios das sete capitais componentes do índice, nesta e nas apurações anteriores....

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