Quarta-feira | 17 de fevereiro, 2021 | 19h


REFORMAS PARA O BRASIL


Se quiser afastar grande parte da audiência é só falar de economia ou política, certo ou errado? Certíssimo!


Gerson Soares

A maioria das pessoas não gosta desses assuntos, mas o que acontece nessas áreas muda tudo; para melhor ou pior. Por isso, estamos publicando este levantamento de dados, resumindo aquilo que pode importar ao bolso e ao futuro dos brasileiros, com as mudanças que certamente virão no que diz respeito às reformas tributária e administrativa.

A Amazônia é foco de manchetes mundiais negativas. Porque ao invés de um plano efetivo de desenvolvimento sustentável que envolva a iniciativa privada, ainda deixa margem para especulações sobre desmatamentos e queimadas, ao invés de notícias alvissareiras que certamente transformariam a vida dos habitantes da região e do país como um todo.

 

Ilustração é alusiva ao dinheiro gasto para sustentar o Estado brasileiro. Enquanto o salário mínimo no Brasil não passa de 11 notinhas de 100 reais (US$ 204), nos EUA ultrapassa os 1.250 dólares. A comparação é pertinente em vários aspectos demonstrados neste levantamento. Imagem: aloimage

 

É possível imaginar toda a riqueza e conhecimento da Amazônia que ainda não foram explorados em prol do povo brasileiro, devido à inércia de governos mais interessados em prolongar seus poderes e interesses de grupos. O atual governo tem debatido esse assunto e isso é promissor se priorizar os interesses da Nação.

Entre as décadas dos anos 1980 e 1990, a inflação chegava a valores mais altos que 80% mensais. Durante a alta inflacionária e a hiperinflação, por exemplo, se você fosse um vidraceiro e desse um orçamento, no dia seguinte ele já precisava ser alterado, significando muitas vezes o fim do negócio. Isso valia para todas as atividades e atrapalhava a economia de maneira geral. No comércio existiu até o etiquetador, funcionário que alterava os preços diariamente ou mais de uma vez por dia!

O ano de 1995, com o início da gestão do presidente Fernando Henrique Cardoso, foi marcado por uma fase de esperança, depois que os brasileiros se livraram da hiperinflação que em 1993 era de 2.477,15%. Mas o ajuste financeiro, iniciado pelo peessedebista em 1994 com o Plano Real, ainda como Ministro da Fazenda do governo Itamar Franco, para alguns especialistas e contabilistas, cobra seu preço até hoje.


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