Domingo | 15 de janeiro, 2023

Silenciosamente, a tecnologia vai se integrando ao dia a dia das pessoas. Sem percebermos ela se integra aos nossos lares, está em nossas mãos e no dia a dia. Agora chega às estradas brasileiras e também às cidades. É interessante conhecer esse processo e por esse motivo vamos abordá-lo sob diversos aspectos.


O que é uma cidade inteligente ou smart city?

Conforme a definição publicada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) está definida da seguinte forma: “O enfoque atual é na cidade criativa e sustentável, que faz uso da tecnologia em seu processo de planejamento com a participação dos cidadãos”. A fundação informa ainda que “segundo a União Europeia, Smart Cities são sistemas de pessoas interagindo e usando energia, materiais, serviços e financiamento para catalisar o desenvolvimento econômico e a melhoria da qualidade de vida”.

Estratégias para se tornar inteligente

Há diversos níveis estratégicos e discussões para que uma cidade seja considerada inteligente. Mas neste início de conhecimentos vamos adotar outra definição da FGV. “Esses fluxos de interação são considerados inteligentes por fazer uso estratégico de infraestrutura e serviços e de informação e comunicação com planejamento e gestão urbana para dar resposta às necessidades sociais e econômicas da sociedade. De acordo com o Cities in Motion Index, do IESE Business School na Espanha, 10 dimensões indicam o nível de inteligência de uma cidade: governança, administração pública, planejamento urbano, tecnologia, o meio-ambiente, conexões internacionais, coesão social, capital humano e a economia.”

 

Imagem: FGV / Divulgação

 

Bosch

Investindo em tecnologia a Bosch crê que o desenvolvimento de uma sociedade mais sustentável e inteligente tem tudo a ver com os avanços tecnológicos. Para a companhia, o conceito de smart cities se relaciona às suas soluções comprometidas com a inovação para a transformação das cidades do futuro. “As também chamadas ‘cidades inteligentes’ têm como alguns de seus pilares a eficiência energética, a promoção de qualidade de vida e a preocupação com sustentabilidade ambiental, social e econômica. Trata-se de um conceito que é a resposta para desafios dessa era, como os problemas ambientais e o crescimento expressivo da população urbana”, expõe a empresa alemã fundada por Robert Bosch em Stuttgart no ano 1886 e há mais de 65 anos no Brasil.

Futuro

Explorando ainda o assunto, estatísticas da Organização das Nações Unidas (ONU) indicam que, até 2050, mais de 70% da população mundial viverá em complexos urbanos. “Assim, as smart cities são uma solução para atender à demanda populacional sem deixar de lado o desenvolvimento socioeconômico e a preservação ambiental,” avalia a Bosch. Seu portfólio já se encontra num patamar abrangente de soluções, conhecimento e experiência consolidada em sensores, softwares e serviços. “Tudo isso, a partir de uma única fonte podendo contribuir para proporcionar uma qualidade de vida significativamente melhor nos centros urbanos no futuro próximo.”

Voltaremos ao tema, até lá! Se quiser saber mais ou sugerir algo, deixe seu comentário no final deste post. Agradecemos.


Fontes: FGV e Bosch


Destaque – Imagem: Bosch / Divulgação