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IPCA fecha março com maior taxa mensal desde 2003
abr08

IPCA fecha março com maior taxa mensal desde 2003

Com uma alta de preços de 1,32%, em março deste ano, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, registrou a maior taxa mensal desde fevereiro de 2003, quando o índice havia ficado em 1,57%.

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Dólar fecha a R$ 3,24 em semana de alta acentuada
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Dólar fecha a R$ 3,24 em semana de alta acentuada

Sábado, 14 de março de 2015, às 12h31 Danilo Macedo – Repórter da Agência Brasil Edição: Jorge Wamburg Os brasileiros que precisam comprar dólar para viajar ou para outros compromissos têm acompanhado com apreensão a valorização da moeda norte-americana, principalmente nas últimas semanas. Apesar de o dólar ter subido também em relação a outras moedas, por conta de uma expectativa de aumento dos juros da economia americana, o que pode levar à redução do fluxo de capital para países emergentes, é na comparação com o real que o dólar apresenta uma de suas maiores altas. Desde o início do ano, a moeda subiu cerca de 5% frente ao peso mexicano e ao peso chileno, 8% em relação ao rand, da África do Sul, e 13% sobre a lira, da Turquia. Na comparação com o real, a alta chegou a 22,2% em 2015, sendo 13,76% somente em março. Nesta semana, a valorização acumulou 6,3%, sendo 2,7% somente na sexta-feira (13). O professor de economia da Fundação Getulio Vargas (FGV) Mauro Rochlin credita a “alta desmedida” do dólar ao receio de que o ajuste fiscal proposto pelo governo, de R$ 66 bilhões, não se concretize, o que poderia levar o país a perder seu grau de investimento e impactar a inflação. “Basicamente, eu resumiria essa disparada [do valor do dólar] como resultado do que a gente chama de aversão ao risco. A alta do dólar acaba refletindo essa maior aversão ao risco, esse medo de que as coisas fujam ao controle, e, então, o dólar parece ser um porto seguro diante disso.” Segundo o economista da FGV, a alta mais acentuada da moeda norte-americana nas últimas duas semanas está relacionada ao cenário político do país: manifestações nas ruas, divulgação da lista do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com nomes de parlamentares supostamente envolvidos em esquema de corrupção na Petrobras e crise entre poderes Executivo e Legislativo. “Tudo isso ajudou a formar um cenário muito mais turbulento, que gera a aversão ao risco. Depende muito de como os fatos vão se desenrolar em termos políticos para saber que impacto isso pode ter sob o câmbio. A questão política está em aberto”. O economista Carlos Eduardo de Freitas, conselheiro presidente do Conselho Regional de Economia (Corecon-DF) e ex-diretor do Banco Central, explica que a alta do dólar tem uma vertente estrutural de realinhamento dos preços, reduzindo os custos de produção e aumentando a competitividade das empresas brasileiras no mercado internacional. Mas ele também acredita que a desconfiança sobre a implementação do ajuste fiscal anunciado, depois do Congresso devolver a medida provisória que tratava do assunto, gerou uma pressão maior nos últimos dias. “Faltam...

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Dólar aproxima-se de R$ 3
mar04

Dólar aproxima-se de R$ 3

Quarta-feira, 4 de março de 2015, às 16h05 Daniel Lima e Danilo Macedo – Repórteres da Agência Brasil Edição: Nádia Franco O dólar norte-americano chegou perto de R$ 3 às 13h desta quarta-feira (4), cotado em R$ 2,9904 para compra e R$ 2,9910 para venda. Os valores foram divulgados pelo Banco Central e se referem a PTAX, que corresponde às médias aritméticas das taxas de compra e venda com base em informações fornecidas por dealers de dólar durante o dia. Dealers são instituições financeiras credenciadas pelo Tesouro Nacional e pelo Banco Central. As taxas de câmbio de compra e venda referentes a cada consulta correspondem, respectivamente, à média das cotações de compra e venda efetivamente fornecidas pelos dealers, excluídas, em cada caso, as duas maiores e as duas menores. Neste ano, a moeda norte-americana acumula alta de mais de 7,5% em relação ao real. O dólar também subiu em relação a outras moedas, como o euro, depois da divulgação de dados que mostram a recuperação da economia dos Estados unidos. Em janeiro, as encomendas de bens duráveis (como automóveis e eletrodomésticos) subiram naquele país, interrompendo uma sequência de quatro meses de queda. O aumento do consumo nos Estados Unidos reforça as perspectivas de que o Federal Reserve (Fed, o Banco Central norte-americano), em breve, pode aumentar os juros da maior economia do planeta. Juros mais altos nos países desenvolvidos reduzem o fluxo de capital para países emergentes como o Brasil, pressionando o dólar para cima. No início da tarde, o Banco Central informou que o fluxo cambial, diferença entre entrada e saída de dólares do país, encerrou fevereiro negativo em US$ 1,142 bilhões. Com isso, o saldo acumulado nos dois primeiros meses de 2015 também ficou negativo em US$ 246 milhões. Quando o fluxo cambial fica negativo, significa que, no período, a saída de dólares do Brasil superou a...

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CMN fixa em 4,5% meta de inflação para 2016
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Quarta-feira, 24 de junho de 2014 às 19h15 Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil Edição: Nádia Franco Brasília – O Conselho Monetário Nacional (CMN) anunciou, há pouco, o estabelecimento da meta de inflação para 2016 em 4,5%, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Como ocorre habitualmente, poderá haver variação de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. A meta de inflação é sempre fixada com dois anos de antecedência pelo CMN na reunião de junho. Esse percentual tem sido mantido desde 2005. A meta de inflação definida pelo conselho tem de ser cumprida pelo Banco Central. Quando isso não ocorre, a autoridade monetária precisa informar, por carta, ao Ministério da Fazenda, os motivos do não cumprimento da meta. O Conselho Monetário Nacional é composto pelos ministros da Fazenda, Guido Mantega, e do Planejamento, Miriam Belchior, e pelo presidente do Banco Central, Alexandre...

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